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Mudanças Climáticas

Detalhes
Última Atualização: 19/12/2025
1773 saude mental da crianca entrevista horizontal Foto: Flickr (CC)/CIAT/Neil Palmer

As mudanças no clima e a degradação ambiental têm afetado diretamente a saúde das famílias, especialmente das crianças, que são as mais vulneráveis ao calor extremo, à fumaça das queimadas e à falta de água potável. Em 2025, a COP30 colocou o Brasil, especialmente a região Norte, no centro das discussões globais sobre a preservação das florestas, a segurança climática e o acesso à água limpa, temas que fazem parte da rotina das comunidades acompanhadas pela Pastoral da Criança.

Nesta semana, conversamos com a IRI-Brasil sobre como o desmatamento e a falta de saneamento afetam o ar que respiramos e a qualidade da água que chega às casas, e sobre o papel das lideranças religiosas na proteção das famílias mais vulneráveis. Leia a entrevista e ouça o Programa Viva a Vida para saber como este assunto afeta diretamente as comunidades, especialmente crianças e gestantes que já sentem os efeitos da poluição e das tragédias climáticas cada vez mais frequentes.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneCarlos Vicente

Entrevista com Carlos Vicente, coordenador nacional da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais da ONU-PNUMA – IRI-Brasil.

Carlos Vicente, o que está acontecendo com a Amazônia e como isso nos afeta?

O clima da Amazônia está mudando muito rápido por causa das mudanças climáticas globais e também dos problemas ambientais locais, como o desmatamento, as queimadas, a mineração e a abertura de estradas ilegais. A floresta, que até pouco tempo ajudava a equilibrar o clima com suas chuvas e umidade, está ficando cada vez mais quente e mais seca. Isso afeta os rios, os peixes, a agricultura e até o abastecimento de água nas comunidades. O calor intenso e a fumaça das queimadas também prejudicam a saúde das pessoas, principalmente das crianças e dos idosos.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1786 – 15/12/2025 - Mudanças Climáticas

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Por que as pessoas mais vulneráveis, como as crianças, são as mais afetadas?

As crianças são mais vulneráveis aos problemas climáticos porque seus corpos ainda estão em desenvolvimento. Quando há ondas de calor, fumaça de queimadas, enchentes ou falta de água limpa, elas sofrem mais. Além disso, as mudanças do clima afetam a alimentação e a rotina escolar. Por isso, proteger o clima é também proteger as crianças, garantindo que elas possam crescer com saúde, segurança e esperança no futuro.

Uma das questões que ajuda na saúde das pessoas é o acesso à água potável. Carlos Vicente, como está a situação da água potável no Brasil?

A água potável é essencial para a vida, mas no Brasil nem todo mundo tem acesso garantido. Em 2023, segundo dados oficiais, 86% dos lares estavam ligados à rede geral de abastecimento. Nas áreas rurais, porém, apenas 32% das famílias recebem água tratada. O problema é ainda mais grave na região Norte, onde somente 60% dos domicílios têm acesso, e muitos dependem de poços ou cacimbas. Além disso, o desmatamento tem agravado a situação da água. Só em 2024, a Amazônia perdeu mais de 6 mil quilômetros quadrados de floresta, o que significou uma redução estimada de 62 trilhões de litros de água que deixaram de circular porque não havia mais árvores para lançar na atmosfera o vapor d’água retirado do solo — formando os famosos “rios voadores”. Estados como Pará, Amazonas e Mato Grosso estão entre os mais afetados, com trilhões de litros de evapotranspiração e água superficial perdidos devido à destruição da floresta. Essas perdas mostram que desmatar é também secar o país: sem floresta, o ciclo das chuvas se rompe, os rios diminuem e o acesso à água limpa fica cada vez mais difícil. Portanto, garantir saneamento básico, proteger as florestas e recuperar rios e nascentes é cuidar da saúde das pessoas e do futuro do Brasil.

Leia a entrevista na íntegra

1786 - 15/12/2025 - Mudanças Climáticas

6 6º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Água potável e saneamento”.

Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos.

67º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Energia limpa e acessível”.

Garantir o acesso a fontes de energia fiáveis, sustentáveis e modernas para todos.

1111º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Cidades e comunidades sustentáveis”.

Tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis.

1212º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Consumo e produção responsáveis”

Garantir padrões de consumo e de produção sustentáveis.

1613º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Ação contra a mudança global do clima”

Adotar medidas urgentes para combater as alterações climáticas e os seus impactos.

1515º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Vida terrestre"

Proteger, restaurar e promover o uso sustentável dos ecossistemas terrestres, gerir de forma sustentável as florestas, combater a desertificação, travar e reverter a degradação dos solos e travar a perda da biodiversidade.

Dra. Zilda

“Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los.”.

Papa Leão XIV

 

“Os Estados devem assumir cada vez mais, de forma complementar, a responsabilidade pela promoção de um ambiente natural e social que seja ao mesmo tempo pacífico e saudável.”.

Meio Ambiente

Gastroenterites e doenças virais

Detalhes
Última Atualização: 19/01/2026
1773 saude mental da crianca entrevista horizontalColher medida fornecida pela Pastoral da Criança, para preparo do soro caseiro.

O período de calor, especialmente as férias de verão, favorece a multiplicação de vírus, aumentam a circulação de viroses respiratórias e gastrointestinais e deixando as crianças mais expostas a diversas doenças. Entre elas, estão as gastroenterites virais, provocadas por vírus como rotavírus, norovírus e adenovírus. Ambientes com grande circulação de pessoas, como praias, hotéis e piscinas, exigem ainda mais atenção das famílias.

A gastroenterite é uma infecção do intestino que provoca sintomas como diarreia, vômitos, febre, dor abdominal e perda de apetite, atingindo principalmente crianças menores de 5 anos, que se desidratam com maior facilidade. A desidratação, consequência mais grave da diarreia e dos vômitos, representa um risco importante à saúde infantil e pode evoluir rapidamente, exigindo atenção imediata das famílias.

Para entender melhor como prevenir essas doenças, reconhecer os sinais de alerta e cuidar adequadamente das crianças, acompanhe o conteúdo completo do Programa Viva a Vida, com orientações da médica pediatra Dra. Ana Lea Clementino.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneDra. Ana Lea Clementino

Entrevista com Dra. Ana Lea Clementino, médica pediatra, líder e membro da equipe técnica da Pastoral da Criança.

Como prevenir as infecções gastrointestinais e virais nas crianças, especialmente durante o verão?

A prevenção é simples e envolve basicamente cinco pilares: higiene, alimentação e hidratação adequadas, vacinação, controle do ambiente e amamentação. É importante lavar as mãos sempre antes das refeições, após ir ao banheiro e depois de brincar; lavar bem frutas, verduras e utensílios; evitar alimentos crus consumidos na praia ou na rua; usar água filtrada ou fervida; tomar cuidado com gelo de procedência duvidosa durante viagens; manter a vacinação contra o rotavírus em dia, o que é fundamental para reduzir os casos mais graves; proteger os alimentos, mantendo a geladeira funcionando adequadamente; evitar exposição prolongada ao sol, pois isso aumenta a perda de líquidos; e lembrar que o leite materno, além de ser um excelente hidratante, contém anticorpos que protegem as crianças contra infecções, como as gastroenterites.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1790 – 12/01/2026 - Gastroenterites e doenças virais

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Dra. Ana Lea, existe uma forma de hidratar as crianças, que estão com diarreia ou vômito, dentro de casa?

Com certeza, e essa é uma das grandes conquistas da saúde pública no Brasil. Para hidratar em casa, utilizamos o soro de reidratação oral, recomendado pelo Ministério da Saúde e disponível nas unidades de saúde, conhecido como o “soro de pacotinho”. Ele deve ser preparado exatamente conforme as orientações do rótulo: o conteúdo do sachê deve ser dissolvido inteiro em um litro de água limpa. Não se deve fazer soro “a olho”.

Vale lembrar que a Pastoral da Criança também ensina o preparo do soro caseiro, utilizando a colher medida fornecida pelos líderes que visitam as famílias, quando o soro de reidratação oral não está disponível. Essa é uma alternativa muito importante para famílias em situação de vulnerabilidade ou com pouco acesso às unidades de saúde, até que a criança possa ser levada para atendimento médico. Além disso, para os bebês que mamam, o leite materno é a melhor forma de hidratação e deve ser oferecido com mais frequência nos casos de diarreia e vômito.

Dra. Ana Lea, que outras orientações a senhora têm para as famílias durante as férias?

Alguns cuidados simples fazem toda a diferença. É importante manter as rotinas de alimentação, sono e hidratação, mesmo durante viagens. Deve-se evitar a exposição ao sol intenso entre as 10h e as 16h, período em que o risco de desidratação e queimaduras é maior. É fundamental ter atenção redobrada com piscinas, praias e rios, nunca deixando as crianças sozinhas nesses ambientes. Observar sinais de irritação nos olhos e na pele também é importante. Na praia, sempre lavar as mãos antes de comer e evitar alimentos muito expostos. E, acima de tudo, criança com febre, diarreia ou vômito não deve ir à praia ou à piscina. Ela precisa descansar, se hidratar e evitar contaminar outras pessoas. Os líderes da Pastoral da Criança podem reforçar o que sabem fazer tão bem: orientar, visitar, acolher e acompanhar as famílias.

Leia a entrevista na íntegra

1790 - 12/01/2026 - Gastroenterites e doenças virais

6 6º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Água potável e saneamento”.

Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos

Dra. Zilda

“A Pastoral da Criança, desde o início, teve a preocupação não só de reduzir a mortalidade infantil e a desnutrição, mas também de promover a paz nas famílias e comunidades, pelas atitudes de solidariedade e a partilha do saber a todas as famílias”

Papa Leão XIV

“Uma das mais belas expressões do amor de Deus é o amor que se derrama pelas mães, especialmente para seus filhos e netos.”

ferías Soro Caseiro

Novembro Azul 2025

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Última Atualização: 03/11/2025
1780 novembro azul entrevista Fotos: Acervo Pastoral da Criança.

Novembro Azul é a campanha anual de conscientização sobre a saúde do homem e o combate ao câncer de próstata, o tipo mais comum entre os homens. Segundo o Instituto Nacional de Câncer (Inca), o câncer de próstata é responsável por 28,6% das mortes de homens que desenvolvem algum tipo de câncer. No Brasil, um homem morre a cada 38 minutos em decorrência da doença.

Sinais e sintomas Segundo o Ministério da Saúde, na fase inicial, o câncer de próstata pode não apresentar sinais. Quando aparecem, os mais comuns são: Dificuldade para urinar; Demora em começar ou terminar de urinar; Sangue na urina; Diminuição do jato urinário; Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou à noite.

O tema é delicado e, ao mesmo tempo, muito importante. Por isso, o Programa Viva a Vida da Pastoral da Criança traz nesta entrevista informações essenciais tanto para famílias que enfrentam essa situação quanto para líderes e comunidades que desejam saber como oferecer apoio. Se houver alteração em um desses exames, o médico pode indicar uma biópsia, que confirma ou descarta o diagnóstico.

Prevenção Adotar hábitos saudáveis é fundamental para reduzir o risco de câncer de próstata e outras doenças crônicas. Entre as principais recomendações do Ministério da Saúde estão: Ter uma alimentação rica em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais; Manter o peso corporal adequado; Praticar pelo menos 30 minutos diários de atividade física; Não fumar; Evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

Entrevista especial Para aprofundar esse tema, o médico Dr. Ricklay da Silva Moraes fala sobre a saúde masculina, os tabus e os cuidados necessários em todas as fases da vida. A entrevista traz informações essenciais tanto para os homens quanto para quem deseja ajudá-los a cuidar melhor de si. A entrevista na íntegra está disponível em texto (PDF) e em áudio no Programa Viva a Vida, através do player do YouTube.

1776 diadascriancasediadenossasenhoraaparecida irmaveroniDr. Ricklay da Silva Moraes

Entrevista com Dr. Ricklay da Silva Moraes, médico, especialista em Medicina do Trabalho. Atua na Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba e também no Instituto Federal do Paraná.

Dr. Ricklay, por que os homens têm dificuldade em cuidar da própria saúde?

Faz parte da nossa cultura brasileira o homem ser visto sempre como um indivíduo forte, que não demonstra fraqueza. Muitas vezes, nessa construção cultural da masculinidade, fica difícil enfrentar essa barreira e procurar ajuda de forma preventiva. Assim, em geral, ele só busca o médico quando a doença já está em estágio avançado.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1780 - Novembro Azul

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Como está a saúde mental dos homens atualmente? Ainda é um tabu?

Esse tabu ainda persiste, mas a discussão vem crescendo. A ideia de “engolir o choro” e ser forte continua impedindo muitos homens de buscar ajuda. Isso ajuda a explicar dados alarmantes, como a taxa de suicídio ser maior entre homens do que entre mulheres. A depressão, por exemplo, pode se manifestar de forma diferente neles, com irritabilidade e raiva em vez de tristeza. A boa notícia é que a sociedade está falando mais sobre o tema, e esse é um passo importante: quanto mais se discute, mais homens buscam ajuda e encontram caminhos para recuperar a saúde.

O cuidado com a saúde masculina deve começar desde a infância. Como ensinar esse autocuidado aos meninos?

A educação precisa começar cedo, em casa e na escola, sempre pelo exemplo. Pais que se cuidam ensinam seus filhos a fazer o mesmo. É essencial que os meninos aprendam a expressar seus sentimentos, compreender o próprio corpo, cuidar da higiene, ter boa alimentação. Também é importante mostrar que chorar é normal e que pedir ajuda não é motivo de vergonha. A criança deve ser tratada com acolhimento, e não com imposição ou julgamento. Quanto mais amor e apoio oferecermos, mais fortalecidos esses meninos estarão para enfrentar, no futuro, uma sociedade que ainda carrega preconceitos e tabus que podem atrapalhar o autocuidado.

Leia a entrevista na íntegra

1780 – 03/11/2025 - Novembro Azul

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

Dra. Zilda

“O pai também exerce papel importante para que a criança seja criada num ambiente de amor e fraternidade; precisamos escutá-lo e motivá-lo a abraçar essa sua missão”

Papa Leão XIV

“Esta é a paz de Cristo Ressuscitado, uma paz desarmada e desarmante, que vem de Deus do Deus que nos ama a todos incondicionalmente”.

Saúde

Outubro Rosa

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Última Atualização: 01/10/2025
1773 saude mental da crianca entrevista horizontal Imagem: José Cruz/Agência Brasil.

Outubro é mundialmente conhecido pela cor rosa, que simboliza a luta contra o câncer de mama. No Brasil, os números são preocupantes: segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), em 2025, cerca de 74 mil novos casos devem ser diagnosticados, o que faz desse o tipo mais comum entre as mulheres — responsável por aproximadamente 1 em cada 3 casos de câncer registrados no país.

Os avanços no tratamento são importantes, mas a chave está na prevenção e no diagnóstico precoce. “Quando o câncer é descoberto nos seus estágios iniciais, a cura em alguns deles pode chegar a 100%”, explica Maria Celestina Bonzanini Graziotin, enfermeira entrevistada pelo Programa Viva a Vida da Pastoral da Criança. Ela reforça que procurar o médico regularmente e realizar os exames de rastreamento são atitudes que podem salvar vidas.

Para marcar este Outubro Rosa, convidamos você a ler ou ouvir a entrevista completa com a profissional de saúde, que também fala sobre o câncer de colo de útero, outra doença grave que tem altas chances de cura se diagnosticada cedo.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneMaria Celestina Bonzanini Graziotin, enfermeira, especialista em saúde materno-infantil e professora da Universidade Tuiuti, em Curitiba, Paraná..

ENTREVISTA COM: Maria Celestina Bonzanini Graziotin, enfermeira, especialista em saúde materno-infantil e professora da Universidade Tuiuti, em Curitiba, Paraná.

O que é o câncer de mama e como ele se desenvolve no corpo da mulher?

CELESTINA: O câncer de mama é uma doença causada pelo crescimento desordenado de células anormais na glândula mamária, que formam tumores ou nódulos. É importante esclarecer às mulheres que nem todo nódulo é maligno — existem também os benignos. Por isso, quando houver dúvida, é fundamental procurar um especialista ou profissional de saúde para examinar, orientar e tirar essas incertezas.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1775 – 29/09/2025 - Outubro Rosa

 

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Quais sinais e sintomas devem acender o alerta nas mulheres e motivar uma ida ao médico?

CELESTINA: No câncer de mama, os sinais de alerta geralmente são visíveis ao espelho ou percebidos no toque. Podem incluir retração em alguma parte da mama, alteração no formato, mamilo retraído, secreção anormal (aquosa, avermelhada ou esverdeada), áreas avermelhadas na mama, surgimento de nódulos não só na mama, mas também na axila ou até no pescoço.

Em relação ao câncer de colo do útero, os sinais mais comuns são sangramento vaginal fora do período menstrual ou após relações sexuais, além de secreções vaginais incomuns. Esses sintomas exigem avaliação médica.

De que forma a informação e a conscientização podem ajudar na prevenção e no enfrentamento do câncer de mama e do colo do útero?

CELESTINA: Os profissionais de saúde têm papel fundamental na divulgação de orientações que toda a população precisa conhecer para evitar o câncer. Tanto o câncer de mama quanto o de colo do útero estão associados também ao estilo de vida. Alimentação saudável, não fumar, evitar o consumo de álcool, praticar atividade física regularmente e manter o peso sob controle são medidas essenciais.

Quando orientadas a adotar esses cuidados, as mulheres reduzem significativamente as chances de desenvolver não apenas esses dois tipos, mas também outros tipos de câncer.

TESTEMUNHO: Josemeri do Rocio Malucelli Pulsídes, coordenadora da Pastoral da Criança da Área Marumbi, Paróquia Nossa Senhora do Porto, Morretes, Paraná.

JOSEMERI: Os líderes da Pastoral da Criança orientam as mães a realizarem os exames preventivos para o câncer de mama e de colo do útero, pois são exames e rastreamentos essenciais para garantir a saúde da mulher, sempre disponíveis no Sistema Único de Saúde.

A Pastoral da Criança oferece apoio e solidariedade às mulheres que enfrentam a doença. Também incentivamos a vacinação contra o HPV, incluída pelo Ministério da Saúde no calendário vacinal para meninas e meninos.

Além disso, nossos líderes orientam sobre a adoção de hábitos saudáveis, a prática de exercícios físicos, a boa alimentação e a importância de evitar o consumo de álcool e cigarro.

Leia a entrevista na íntegra

1775 - 29/09/2025 - Outubro Rosa (.PDF)

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Reduzir em um terço a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis até 2030.

Dra. Zilda

“Os serviços de saúde devem favorecer o acesso, ter boa qualidade e atender de forma humanizada, com carinho, respeito e dignidade”.

Saúde

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