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Combate à violência doméstica

Detalhes
Última Atualização: 09/08/2024
1704 semana mundial do brincar url b

Foto: Feminicídio Zero

A Lei Maria da Penha completa 18 anos neste mês de agosto. A lei estabelece medidas para proteger as vítimas, como a criação de juizados especiais de violência doméstica, a concessão de medidas protetivas de urgência e a garantia de assistência às vítimas.

Apesar das garantias da lei, a violência contra a mulher continua aumentando no país. Chama atenção o crescimento dos casos de feminicídio, quando a violência chega ao extremo. Em 2023, 1.467 mulheres morreram vítimas de feminicídio e 2.797 sofreram tentativas de feminicídio.

#FeminicídioZero

A campanha Feminicídio Zero surge para que nenhuma violência contra a mulher seja tolerada e para ajudar a perceber uma situação de violência contra a mulher, enfrentá-la e interrompê-la, antes que chegue ao feminicídio.

O líder da Pastoral da Criança, por atuar diretamente em contato com as famílias, pode contribuir com a redução do feminicídio no Brasil. Muitas vezes, as mulheres vítimas de violência deixam de procurar ajuda por vários motivos, como a vergonha ou o medo. O líder pode perceber situações como essa e orientar. Na entrevista a seguir vamos explicar melhor como fazer esse trabalho.

Novo Disque 180

Importante lembrar também que o governo federal lançou recentemente o Novo Disque 180, uma importante forma de Atendimento à Mulher.

Nessa central telefônica, o atendimento é feito exclusivamente por mulheres, a fim de garantir uma assistência humanizada à mulher em situação de violência, que tende a se sentir menos desconfortável ou inibida.

agosto dourado

Visualize a imagem:

10 Mandamentos para a Paz na Família

O líder da Pastoral da Criança também pode compartilhar com as famílias os 10 Mandamentos para a Paz Na Família. O documento contém os princípios que regem a mensagem de paz que o líder partilha com as famílias que acompanha. São lições de respeito, união familiar, direitos e deveres.

Violência infantil

A violência contra a mulher não é o único tipo de violência doméstica. Milhares de crianças sofrem agressões dentro de casa no Brasil.

O líder da Pastoral da Criança pode ajudar a identificar sinais de uma criança que está em um ambiente violento. Elas podem apresentar problemas de comportamento, agressividade, mudanças de humor, excessiva tristeza, sentimento de abandono, dificuldade para fazer amigos e baixa autoestima.

Na entrevista a seguir, a advogada e integrante da Equipe Técnica da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança, Lady Anne Cardoso, explica mais sobre a violência doméstica e o papel da Pastoral da Criança, das famílias, da sociedade e do governo para combatê-la.

 

Leia mais

"A Paz na Família", com foco nos 10 mandamentos para a paz na família

Educação para Paz

 

ENTREVISTA COM: Lady Anne Cardoso, Advogada e Membro da Equipe Técnica da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança. Lady Anne, seja bem-vinda!

Lady Anne, o que é violência doméstica?

A violência doméstica refere-se a qualquer forma de abuso, violência ou maus-tratos que ocorrem no contexto de um relacionamento íntimo ou familiar. Podemos dizer que este tipo de violência acontece entre pais e filhos, entre parceiros e até entre cuidadores e idosos.

A violência doméstica normalmente só costuma ser denunciada quando envolve agressão física, até por ser mais fácil de perceber. Só que a agressão também pode ser psicológica, verbal, emocional, sexual, moral e econômica.

A própria situação de negligência nas necessidades básicas de alimentação, vestuário, saúde e higiene, especialmente quando se trata de crianças, idosos ou pessoas com deficiência, é considerada como um tipo de violência.

agosto dourado

Lady Anne Cardoso, Advogada e Membro da Equipe Técnica da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.

Quais são os sinais que ajudam a identificar possíveis casos de violência doméstica?

Há sempre um silêncio em torno da violência doméstica e saber identificar alguns dos principais sinais é fundamental para fornecer ajuda e apoio às vítimas.

Uma criança gerada no aconchego familiar e nas relações de afeto tem melhores condições de desenvolvimento e cuidado, ela sofre menos com o estresse. Por outro lado, aquela que é educada em um clima hostil e de violência familiar pode apresentar várias dificuldades ao longo do seu desenvolvimento.

Elas podem apresentar:

  • problemas de comportamento
  • agressividade
  • mudanças de humor
  • excessiva tristeza
  • sentimento de abandono
  • dificuldade para fazer amigos
  • baixa autoestima.

Essas vítimas se isolam de grupos e não participam de brincadeiras, apresentam relutância em sair de casa ou em participar de eventos sociais, além de problemas escolares, como queda no desempenho escolar e falta de concentração. Também podem apresentar sinais físicos, lesões inexplicáveis com relatos de supostos acidentes.

As crianças podem ainda apresentar um medo incomum de adultos ou de figuras de autoridade, ansiedade ou até mesmo comportamento muito submisso.

Reconhecer esses sinais pode ser o primeiro passo para ajudar uma pessoa em situação de violência doméstica. E apesar de ter aqui destacado mais em relação às crianças, a maioria se aplica às demais vítimas.

Se você suspeita que alguém está sendo vítima de violência doméstica, é importante abordar a situação com sensibilidade e oferecer apoio, encorajando-a a buscar ajuda profissional.

Viva a VidaPrograma de rádio Viva a Vida 1716 - 12/08/2024 - Combate à violência doméstica

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

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Os conflitos familiares muitas vezes são inevitáveis. Lady Anne, como é possível lidar de modo saudável com esses conflitos?

A Pastoral da Criança vem fazendo permanentemente a Campanha pela paz nas famílias. Certamente, você já deve ter lido os “Dez Mandamentos para a Paz na Família”. É muito importante você ler estes Mandamentos junto com as famílias nas reuniões da comunidade, no dia da Celebração da Vida, nos encontros e reuniões.

Oriente as famílias que em um lar em que existe amor, respeito e diálogo, as crianças crescem mais saudáveis e felizes. Todos se sentem bem, porque a vida em harmonia reforça os laços de amor e torna a família mais forte e unida.

Está provado também que crianças maltratadas em seus primeiros anos de vida têm uma tendência significativa à violência. Então, é preciso prevenir. E o melhor jeito de prevenir é o amor, o diálogo e o perdão.

 

Leia a entrevista na íntegra

1716 - 12/08/2024 - Combate à violência doméstica

Saiba mais

Gestantes também são vítimas de violência

Decida viver em paz

 

1613º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas em todos os níveis”.”

Dra. Zilda

"A paz começa dentro de cada pessoa e é transmitida aos outros".

Papa Francisco

“Almejo paz a todo o homem, mulher, menino e menina, e rezo para que a imagem e semelhança de Deus em cada pessoa nos permitam reconhecer-nos mutuamente como dons sagrados com uma dignidade imensa. Sobretudo nas situações de conflito, respeitemos esta ‘dignidade mais profunda’ e façamos da não-violência ativa o nosso estilo de vida."

Apoio emocional Segurança Família Cidadania Redes de Apoio

Hanseníase e Verminose têm cura

Detalhes
Última Atualização: 13/04/2017

hanseniaseCampanha do Ministério da Saúde alerta sobre a importância da prevenção e do tratamento da hanseníase e de verminoses. A campanha também mostra os principais sintomas das duas doenças. Além de participar da mobilização nacional para conscientização da hanseníase, a Pastoral da Criança produz materiais específicos de comunicação para apoiar as ações dos líderes que atuam nos municípios onde são registrados muitos casos de hanseníase.

A estratégia da Pastoral da Criança é a soma de esforços com dioceses, paróquias, congregações religiosas como os Franciscanos e outras. Os líderes da Pastoral da Criança são parceiros na luta contra a hanseníase no Brasil e por estarem próximos das famílias, podem ajudar a reconhecer sinais da doença e orientá-las na busca de tratamento nos serviços de saúde.

No Brasil existem muitas pessoas com hanseníase, nas diferentes faixas etárias, que podem não saber quais são os sinais da doença e que ela pode ser tratada gratuitamente e curada. A falta de informação e as lendas sobre a doença prejudicam a identificação da hanseníase, geram preconceito e dificultam o tratamento.

Vacinação contra a paralisia infantil

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Última Atualização: 03/09/2013

A campanha realizada pelo Ministério da Saúde, em parceria com as secretarias estaduais e municipais de Saúde, tem como meta vacinar 12,2 milhões de crianças entre 6 meses e menores de 5 anos, o que corresponde a 95% da população-alvo de 12,9 milhões de crianças no país.

Ao lançar a campanha nesta, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o poder de mobilização para a vacina chegar a todas as regiões do país. Cerca de 350 mil pessoas estarão envolvidas na realização da campanha. Serão utilizados 42 mil veículos, entre terrestres, marítimos e fluviais.

Saiba mais sobre vacinação aqui

“Em muitos países, o vírus da paralisia infantil ainda circula, por isso é importante mantermos as nossas crianças protegidas do vírus. A ações do Programa Nacional de Imunizações (PNI), com a ampliação da oferta de vacinas, têm demonstrado a capacidade do Sistema Único de Saúde (SUS) de atingir os grupos alvos dos calendários de vacinação. Isso só reforça o nosso papel de liderar no mundo inteiro a campanha para erradicação da poliomielite”, ressaltou o ministro, lembrando que o PNI completa 40 anos em 2013.

No ano passado, foram vacinadas mais de 14 milhões de crianças, o que representou 99% do público alvo. Desde 2012, o Brasil passou a realizar somente uma etapa exclusiva da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, no mês de junho. No ano passado, todas as crianças até cinco anos incompletos participavam da campanha.

Entenda a campanha

Neste ano, o público alvo a ser vacinado na campanha é a partir dos 6 meses, com a vacina oral (VOP), as chamadas gotinhas. Isso porque as crianças menores de 6 meses já estão sendo vacinadas com a injetável (VIP) nos postos de vacinação. É importante reforçar que os pais não esqueçam de levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo).

Os pais devem levar a caderneta de vacinação dos filhos para que o profissional de saúde possa avaliar a situação vacinal da criança, considerando o esquema sequencial (quadro abaixo). “Além da proteção contra a pólio, a campanha contribui para atualização do calendário de vacinação. Caso esteja faltando alguma vacina, os pais podem programar junto com o posto de saúde a melhor data para a criança tomar as doses que estão faltando”, explicou o ministro.

 

Calendário básico de vacinação

Esquema sequencial para crianças que iniciam a vacinação contra a poliomielite

 Idade

Qual a vacina

2 meses

Vacina inativada poliomielite – VIP (injetável)

4 meses

VIP

6 meses

Vacina oral poliomielite (atenuada) – VOP (oral)

15 meses

VOP (reforço)

 

Saiba mais sobre a campanha no site do Ministério da Saúde 

 Fonte: Ascom/Ministério da Saúde

Material do Ministério da Saúde

 Vídeo da Campanha

 

 

 

 

 

 

Tuberculose

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Última Atualização: 20/12/2019

cartaz tuberculoseDia 24 de março - Dia Mundial de Luta contra a Tuberculose

Campanha do Ministério da Saúde que estimula o diagnóstico precoce e o tratamento adequado da doença que, no Brasil, registra cerca de 85 mil novos casos por ano.

A campanha veiculada em nível nacional em rádio, televisão e outros meios de comunicação atinge a população em geral e, também, os profissionais de saúde que atuam nas mais diversas áreas, através de materiais específicos.

Como instituição parceira do Programa Nacional de Controle da Tuberculose (Ministério da Saúde), a Pastoral da Criança divulga informações sobre a doença que tem tratamento e cura. Atua principalmente na motivação dos líderes comunitários a promover ou participar de ações de prevenção da doença em seus municípios.

O principal sintoma da tuberculose é a tosse por mais de 3 semanas, que pode estar acompanhada de um dos seguintes sintomas: falta de apetite, perda de peso, cansaço, dor no peite, febre no fim do dia e suor noturno.

Confira a entrevista detalhada que saiu no Jornal da Pastoral da Criança e Programa de Rádio

 

Dra. Zilda

"Porque esse encanto que se tem no coração quando a gente coloca em prática para o bem da família, para o bem da comunidade: esse ano é sempre iluminado com a paz e o amor de Deus. Vamos trabalhar na Pastoral da Criança! Que a Pastoral da Criança é assim: quanto mais a gente se dá, mais Deus dá para a gente. "

Papa Francisco

“O Evangelho convida-nos a ser o ‘próximo’ dos pobres e abandonados, para lhes dar uma esperança concreta”.

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