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Saneamento Básico

Detalhes
Última Atualização: 06/03/2026
1800 saneamento basico entrevistaFoto: Carolina Gonçalves/Agência Brasil

Saneamento básico é o conjunto de serviços que garantem água tratada, coleta e tratamento de esgoto, destino correto do lixo e drenagem da água da chuva. Em outras palavras, é o que ajuda a manter o ambiente limpo e seguro para viver. Quando o saneamento funciona bem, menos pessoas adoecem, as crianças faltam menos à escola, as famílias têm mais qualidade de vida e o meio ambiente também é protegido.

No Brasil, ainda há grandes desafios, mas existem metas claras para mudar essa realidade. O Marco Legal do Saneamento Básico determina que, até 2033, 99% da população deve ter acesso à água tratada e 90% à coleta e tratamento de esgoto. Um estudo do Instituto Trata Brasil, divulgado em 2025, mostra que já existem contratos e projetos para ampliar os investimentos em saneamento em mais de 1.500 municípios, e outros 1.400 têm expectativa de receber recursos. Por outro lado, mais de 300 municípios ainda têm contratos irregulares e investem muito pouco na área. Hoje, o país investe, em média, 25 bilhões de reais por ano em saneamento, quando o necessário seria quase o dobro.

Entender esse cenário é fundamental para que as famílias possam se proteger, cobrar melhorias e participar das soluções. Nesta entrevista especial, você vai entender como o saneamento básico impacta diretamente a saúde das crianças, das gestantes e de toda a comunidade; e o que pode ser feito para melhorar a situação.

1800 saneamento basico entrevistadaCíntia Torquetto

Entrevista com Cíntia Torquetto, gerente de comunicação e relações institucionais do Instituto Trata Brasil.

Qual é a situação do saneamento básico no Brasil?

CÍNTIA:

Infelizmente, ainda estamos longe do ideal. Segundo o Sinisa [Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico], sistema oficial do governo, mais de 34 milhões de brasileiros ainda não têm água tratada em suas casas, e quase 90 milhões não contam com coleta de esgoto. Além disso, apenas metade do esgoto gerado no país é tratado, e mais de 40% da água potável tratada se perde antes de chegar às residências. O marco legal do saneamento trouxe metas importantes: até 2033, o objetivo é garantir 99% da população com água tratada e 90% com coleta e tratamento de esgoto. Essas metas mostram que é possível mudar essa realidade, mas são necessários investimento, gestão eficiente e prioridade na agenda pública.

Se o acesso à água potável e ao saneamento básico é essencial para a saúde pública e para a dignidade humana, por que ainda existe tanta desigualdade na distribuição desses serviços no Brasil?

CÍNTIA:

A desigualdade existe porque, por muitos anos, o saneamento não foi tratado como prioridade no Brasil. Faltaram investimentos, planejamento das cidades e continuidade de projetos. Ainda há a visão de que “obra enterrada não dá voto”, o que fez muitos gestores deixarem o tema para depois. Essa realidade começa a mudar quando as pessoas entendem o impacto do saneamento na vida de todos. Além de proteger a saúde e o meio ambiente, ele traz benefícios socioeconômicos: reduz internações e gastos com saúde, melhora o aprendizado de crianças e jovens, aumenta a produtividade dos trabalhadores, valoriza imóveis, atrai empresas, gera empregos e fortalece a economia local. Quando a população conhece esses benefícios, passa a cobrar mais, pressionando o poder público. Por isso, a informação é fundamental. Quando a sociedade entende o valor do saneamento, a mudança ganha força.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1800 - 23/03/2026 - Saneamento Básico

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Como a falta de saneamento básico afeta a vida das pessoas, principalmente das crianças e gestantes?

CÍNTIA:

A ausência de saneamento atinge diretamente crianças, gestantes e famílias mais vulneráveis. Ela aumenta o risco de diarreia, verminoses, problemas respiratórios e até complicações na gravidez. Crianças sem saneamento adoecem mais, faltam mais à escola e têm o desenvolvimento prejudicado, seja no corpo, no aprendizado ou no futuro, porque afeta o rendimento e a renda delas mais adiante.

O saneamento básico é um direito fundamental e dever do Estado. Qual é o papel dos cidadãos, tanto no âmbito individual quanto no coletivo nesse processo?

CÍNTIA:

A sociedade pode e deve reivindicar o direito ao saneamento. Cada cidadão pode participar dessa mudança. Algumas ações possíveis são: procurar a prefeitura e perguntar sobre o plano municipal de saneamento, acionar vereadores para pedir informações e apoio, buscar a operadora de saneamento para saber quando o bairro será atendido, conversar com a agência reguladora da cidade ou do estado, mobilizar vizinhos e a comunidade e, se necessário, acionar o Ministério Público. A mudança começa quando a população participa.

(TESTEMUNHO) Marizeli Freitas Mendes, líder e coordenadora da Pastoral da Criança em Anajás, Prelazia do Marajó, Pará.

Marizeli, como vocês conversam com as famílias sobre a importância do saneamento básico?

MARIZELI:

Na região do Marajó, ainda temos pouco saneamento básico. A maioria das cidades não tem água encanada nem coleta de lixo de qualidade. Organizamos as comunidades para pedir às autoridades mais acesso à água, esgoto e coleta de lixo. Onde não há saneamento, orientamos as famílias sobre como oferecer água em boas condições para as crianças, sobre o descarte correto do lixo e sobre evitar que as crianças brinquem perto de esgoto a céu aberto. Também realizamos oficinas para a produção de filtro caseiro. Isso tem ajudado muitas famílias e reduziu bastante os casos de diarreia em algumas comunidades. São pequenos hábitos que ajudam, enquanto o saneamento completo não chega para todos.

Leia a entrevista na íntegra

1800 - 23/03/2026 - Saneamento Básico

 

66º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Água potável e saneamento”.

Garantir a disponibilidade e a gestão sustentável da água potável e do saneamento para todos

E SDG Icons NoText 0310º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Redução das desigualdades”

Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países

Ods 1111º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Cidades e comunidades sustentáveis”

Tornar as cidades e comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis

Dra. Zilda

“Há muito o que se fazer, porque a desigualdade social é grande. Os esforços que estão sendo feitos precisam ser valorizados para que gerem outros ainda maiores”.

Papa Leão XIV

“Uma boa ação política, que favoreça a distribuição equitativa de recursos, pode oferecer um serviço eficaz à harmonia e à paz, tanto a nível social quanto no âmbito internacional”.

Saneamento Básico Desigualdade

Campanha pelo direito de respirar ar puro e acesso à água potável

Detalhes
Última Atualização: 18/12/2024

1733 entrevista campanha pelo direito de respirar

Os danos ambientais têm um impacto significativo na saúde das crianças, que são especialmente vulneráveis devido ao estágio de desenvolvimento de seus sistemas imunológico, respiratório e nervoso. A poluição do ar, por exemplo, está associada ao aumento de problemas respiratórios, como asma e bronquite, enquanto a exposição a substâncias tóxicas em solos e águas contaminados pode causar atrasos no desenvolvimento cognitivo e problemas neurológicos. Além disso, as mudanças climáticas agravam a insegurança alimentar e aumentam a incidência de doenças infecciosas, como a dengue e a malária, que afetam desproporcionalmente as populações mais jovens e mais pobres. Por isso, proteger o meio ambiente não é somente uma ação para o benefício das futuras gerações, é também uma necessidade das crianças do presente.

No tema desta semana, vamos conhecer uma importante iniciativa de ativismo ambiental, focada especialmente em dar suporte a lideranças religiosas, como os missionários da pastoral da Criança.

A Iri-Brasil

A Iniciativa Inter-Religiosa pelas Florestas Tropicais no Brasil (IRI-Brasil) é uma plataforma de apoio às lideranças religiosas para que possam ampliar sua contribuição para a preservação do equilíbrio climático, a conservação e o uso sustentável das florestas e a proteção dos povos indígenas e das comunidades locais.

Líderes da Pastoral da Criança podem usar o conteúdo produzido pela IRI-Brasil para contribuir com a preservação do meio ambiente. Em seu site, a iniciativa disponibiliza guias, banners, cards e vídeos que podem ser compartilhados em redes sociais, grupos de whatsapp e nas paróquias, tanto com autoridades locais, empresários, amigos e famílias acompanhadas. A IRI-Brasil produz, inclusive, um guia específico para comunidades católicas.

 

1733 entrevistado campanha pelo direito de respirar

Carlos Vicente, Coordenador Nacional da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais da ONU-PNUMA – IRI-Brasil.

ENTREVISTA COM: Carlos Vicente, Coordenador Nacional da Iniciativa Inter-religiosa pelas Florestas Tropicais da ONU-PNUMA – IRI-Brasil.

Carlos Vicente, você poderia nos explicar o que é a IRI BRASIL e qual é a missão dela?

CARLOS VICENTE:

A Iniciativa Inter-Religiosa pelas Florestas Tropicais (IRI Brasil) é um projeto do Programa de Meio Ambiente das Nações Unidas e tem apoio do governo da Noruega e também de algumas outras organizações no Brasil e fora do Brasil. A missão da iniciativa é contribuir para que as lideranças e as comunidades religiosas possam contribuir mais para o cuidado com a natureza, para a preservação das nossas florestas, dos nossos rios, das nossas nascentes, da qualidade do nosso solo, a preservação da qualidade do nosso ar, reduzir a devastação, a poluição e, com isso, preservar as condições que promovem e sustentam a vida de todos nós.

De que maneira a falta de ar puro e água potável afeta a saúde e bem-estar das comunidades?

CARLOS VICENTE:

Respirar ar poluído causa doenças e torna a vida de muitas pessoas um grande sofrimento. Quando nós respiramos a fumaça que vem das queimadas, seja de florestas, seja de pastagens, de resíduos agrícolas, nós estamos respirando gases tóxicos. Estamos também respirando partículas que nós não enxergamos, que vêm junto com a fumaça, e elas causam danos sérios a nossa saúde. Já a água, a água potável, ela é fundamental para a vida. E a falta de acesso à água potável, enche o nosso corpo de agentes causadores de doenças. Ou seja, fornecer água potável, água limpa, para que as pessoas possam beber é um direito humano, é um direito assegurado na constituição mas, infelizmente, isso não está sendo respeitado para muitas pessoas no nosso país.

Carlos Vicente, como está sendo realizada essa Campanha?

CARLOS VICENTE:

A Campanha pelo Direito de Respirar ar Puro e Acesso à Água Potável tem se desenvolvido de forma cooperativa, participativa, com lideranças e organizações religiosas, também organizações de lideranças científicas e organizações que atuam no campo da saúde pública e também no campo socioambiental. A gente criou vários guias que estão disponíveis na internet, nós produzimos cards para que sejam compartilhados nas redes sociais, também pequenos vídeos com informações. E também nós temos várias rádios na Amazônia que estão veiculando mensagens várias vezes ao longo do dia e também temos instalado nas capitais da Amazônia outdoors, aqueles painéis, trazendo a informação para que as pessoas possam discutir, pensar e refletir como todos esses problemas têm uma causa comum: a destruição das florestas. E a outra parte da Campanha é em relação ao problema da falta de acesso à água potável, que muitas famílias sofrem na Amazônia e no Brasil. E nós estamos nessa parte da Campanha divulgando uma solução tecnológica muito eficiente, que é um filtro de nanotecnologia. E também tentando mobilizar a solidariedade das comunidades religiosas e das pessoas em geral para que possam doar filtros e buscando também o diálogo com as autoridades públicas para que possam se comprometer com ações muito concretas para ajudar a reduzir e a evitar esses problemas no futuro.

 

1733 entrevistado campanha pelo direito de respirar

Padre Dário Bossi, Assessor da Comissão para a Ação Sociotransformadora da CNBB.

(MENSAGEM) Padre Dário Bossi, Assessor da Comissão para a Ação Sociotransformadora da CNBB.

Padre Dário, quais são as expectativas da CNBB, sobre a Campanha que a IRI BRASIL está realizando com o tema “Direito de respirar ar puro e acesso à água potável?

PADRE DARIO:

A CNBB apoia em cheio a campanha da IRI pelo direito ao ar puro e à água potável. Se tratam de dois direitos essenciais para a vida e é preocupante o quanto ainda hoje, em diversas regiões do Brasil, muita gente não tem esse acesso, seja pela poluição, sobretudo pelas queimadas na região amazônica, queimadas provocadas criminalmente, por grandes atores econômicos que querem adentrar-se na Amazônia, seja pela mudança de clima e pela falta de água. Então, precisamos, urgentemente, como igrejas, de maneira ecumênica e inter-religiosa, se unir pelo que é essencial à vida e que é uma missão cristã, que é a defesa do direito das pessoas, do direito da natureza para uma vida plena.

 

 

Viva a VidaPrograma de rádio Viva a Vida 1733 - 09/12/2024 - Campanha Pelo Direito de Respirar Ar Puro e Acesso à Àgua Potável

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

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Leia a entrevista na íntegra

1733 - 09/12/2024 - Campanha Pelo Direito de Respirar Ar Puro e Acesso à Àgua Potável

 

Saiba mais

A importância de preservar o meio ambiente para termos saúde

Biomas brasileiros e defesa da vida

A superação dos líderes em meio à seca no Amazonas

 

1613º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Tomar medidas urgentes para combater a mudança do clima e seus impactos.”

13.3 Melhorar a educação, aumentar a conscientização e a capacidade humana e institucional sobre mitigação, adaptação, redução de impacto e alerta precoce da mudança do clima

Dra. Zilda

“Como os pássaros, que cuidam de seus filhos ao fazer um ninho no alto das árvores e nas montanhas, longe de predadores, ameaças e perigos, e mais perto de Deus, deveríamos cuidar de nossos filhos como um bem sagrado, promover o respeito a seus direitos e protegê-los.”

Papa Francisco

“A destruição do meio ambiente é uma ofensa a Deus, um pecado que põe em perigo todos os seres humanos, especialmente os mais vulneráveis”

Saúde Cidadania Missão

Novembro Azul 2024 - prevenção ao câncer de próstata

Detalhes
Última Atualização: 01/11/2024
1726 entrevista

Imagem: Freepik

A campanha Novembro Azul começou na Austrália e logo se espalhou pelo mundo, com o objetivo de alertar os homens para a importância de cuidar da saúde, especialmente da prevenção do câncer de próstata.

O câncer de próstata é o segundo mais comum e também é a segunda maior causa de morte por câncer entre os homens. O Instituto Nacional de Câncer (Inca) estima mais de 70 mil novos casos da doença por ano até 2025.

Como em todos os tipos de câncer, descobrir a doença no início é fundamental para aumentar a chance de sucesso no tratamento. E a maior dificuldade é fazer com que os homens façam os exames necessários, seja por falta de hábito ou por preconceito.

Neste mês de novembro, a Pastoral da Criança reforça suas orientações nas comunidades para incentivar a prevenção da saúde do homem. É a oportunidade de mostrar aos pais e avôs que eles podem ser exemplos a seus filhos e netos também como homens que se cuidam.

 

Saiba mais

Novembro azul: conscientização e prevenção

Exames para investigação do câncer de próstata

Saiba como doar para a Pastoral da Criança 

 

1726 entrevistado saude bucal da gestante e da crianca

Gean Souza Soares, enfermeiro da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.

ENTREVISTA COM: Gean Souza Soares, enfermeiro da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.

O que é o câncer de próstata e quais são os principais sintomas?

GEAN:

O câncer, como o próprio nome já diz, é um tumor que se desenvolve na próstata e os principais sintomas incluem dificuldade para urinar, dificuldade no jato urinário, pouca urina quando você vai urinar, necessidade frequente de urinar, sangue na urina ou no sêmen, quando o homem vai ejacular, dor na região pélvica, perda inexplicada de peso, perda repentina do peso. E quando está em estados avançados, o homem também pode sentir dor óssea, dor nos ossos.

Por que fazer os testes de câncer de próstata e quais são esses testes?

GEAN:

De acordo com o Ministério da Saúde, realizar os testes de câncer de próstata, como o toque retal e o PSA, é essencial para detectar precocemente esse tipo de câncer, aumentando as chances de tratamento eficaz e aumentando também a qualidade de vida dessas pessoas. Hoje em dia, é muito mais fácil identificar o câncer de próstata, porque primeiro que o homem tem esse preconceito por conta da questão do toque retal. Esse é o maior preconceito. Mas hoje em dia a gente tem o exame de PSA, que é um exame feito através do sangue, da coleta de sangue. Somente se der alguma alteração no PSA será necessário o médico fazer um toque retal. Aí sim, se ele identificar alguma alteração no toque retal, é feita a coleta para fazer uma biópsia. A biópsia é o último exame a ser realizado para essa detecção.

Viva a VidaPrograma de rádio Viva a Vida 1728 - 04/11/2024 - Novembro Azul

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

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Gean, qual é a sua mensagem para a Campanha Novembro Azul?

GEAN:

Então, a minha mensagem para essa campanha neste mês é destacar a importância da prevenção e o cuidado da saúde masculina, especialmente do câncer de próstata. É um momento para conscientizar sobre a realização desses exames de modo regular e sobre os hábitos saudáveis de vida. Incentivamos também a buscar orientação médica e adotar um estilo de vida equilibrado para um futuro saudável. O câncer de próstata, quando identificado precocemente, tem chance de cura é alta.

 

Leia a entrevista na íntegra

1728 - 04/11/2024 - Novembro Azul (.PDF)

 

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades"

3.4 Até 2030, reduzir em um terço a mortalidade prematura por doenças não transmissíveis via prevenção e tratamento, e promover a saúde mental e o bem-estar.

 

Dra. Zilda

“Os serviços de saúde devem favorecer o acesso, ter boa qualidade e atender de forma humanizada, com carinho, respeito e dignidade”.

Papa Francisco

“Não devemos nunca assustar-nos com as dificuldades, somos capazes de as superar todas: só é preciso tempo para a compreender, inteligência para procurar o caminho e coragem para avançar, mas nunca assustar-se”

Saúde Cidadania Missão

Campanhas da Pastoral da Criança - Há 40 anos salvando vidas

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Última Atualização: 29/08/2025
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Foto: Acervo da Pastoral

Há mais de 40 anos, a Pastoral da Criança é conhecida pelas impactantes campanhas que salvam milhares de vidas Brasil afora. Com receitas simples, transmitindo informações básicas de saúde, nutrição e cidadania, a Pastoral consegue chegar à população mais vulnerável: as crianças.

Na década de 1980, a Pastoral da Criança se tornou conhecida pela campanha do Soro Caseiro e pela distribuição da colher medidora. Milhares de vidas foram salvas graças à simplicidade da fórmula e à força dos voluntários, liderados pela médica sanitarista dra. Zilda Arns. O Unicef classificou o soro caseiro como o avanço médico mais importante do século 20. O que dizer, então, da campanha que divulgou o soro para todo o Brasil e colaborou diretamente para despencar os índices de mortalidade infantil?

Depois do soro caseiro, a Pastoral da Criança se destacou ainda pela campanha da multimistura, que teve papel importante na melhoria nutricional de crianças pobres, e o apoio nas campanhas de vacinação do Ministério da Saúde, expandindo a cobertura vacinal das crianças brasileiras contra doenças graves, como a poliomielite.

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Foto: Acervo da Pastoral

Campanhas atuais da Pastoral da Criança

40 anos depois, a Pastoral da Criança ampliou sua atuação para além da área da saúde, e desenvolve uma série de campanhas próprias, além de apoiar campanhas de parceiros. Entre as mais recentes, podemos destacar as campanhas Dormir de Barriga Para Cima, Os Primeiros Mil Dias de Vida e A Paz na Família.

Os métodos de divulgação também foram diversificados, incluindo site, aplicativo e redes sociais. Mas nunca deixando de lado a receita principal da dra Zilda: a visita porta a porta feita pelos líderes voluntários com amor e atenção, ensinando fórmulas simples, acessíveis a todas as famílias, e respaldadas pela ciência.

Assim, a Pastoral da Criança busca cumprir a missão dada por Deus: que todas as crianças tenham vida em abundância.

Clique aqui para conhecer as principais campanhas da Pastoral da Criança

  

agosto dourado

Foto: Acervo da Pastoral

ENTREVISTA COM: Maria Lúcia da Silva, membro da Pastoral da Criança, Goiânia, Goiás.

Maria Lúcia, por que a Pastoral da Criança realiza Campanhas permanentes ou pontuais nas comunidades?

A Pastoral da Criança procura, através das campanhas permanentes, conscientizar as famílias sobre a prevenção e valorização das ações básicas de saúde. Alertamos as famílias sobre um tema ou uma ação relevante que podem ser capazes de chamar a atenção ou de despertar a consciência das pessoas sobre o cuidado com a saúde do corpo e até mesmo com a saúde da nossa casa comum, do nosso planeta Terra. Algumas campanhas pontuais são realizadas por alguma emergência. A Pastoral da Criança procura realizar essas campanhas em parceria com outras entidades. Uma delas é o Ministério da Saúde, com campanhas sobre vacinação e certidão de nascimento, por exemplo, que a Pastoral colabora.

Maria Lúcia, o que deve acontecer para que as campanhas da Pastoral da Criança sejam cada vez mais divulgadas e tragam os benefícios esperados nas comunidades?

agosto dourado

Foto: Acervo da Pastoral

Nós precisamos estar com todas as nossas lideranças bem preparadas e capacitadas. Por isso divulgamos nossas campanhas em nossos meios de comunicação, como site, aplicativo e o programa de rádio Viva Vida, que é espalhado para o Brasil inteiro.

Também levamos essas campanhas às unidades básicas de saúde, hospitais e igrejas, através de cartazes e folders. Aproveitamos também as redes sociais para fazer o bem, divulgando as campanhas. Assim, a gente consegue abrir espaço e chegar mais perto das famílias. Quando a informação chega até as famílias, as pessoas começam a entender, buscar mais conhecimento e comentar com vizinhos. A informação salva vidas, as campanhas salvam vidas.

Maria Lúcia, onde as pessoas podem encontrar mais informações e material sobre essas Campanhas da Pastoral da Criança e como podem colaborar?

No site da Pastoral da Criança, no Programa de Rádio Viva Vida, nas redes sociais, nas paróquias, com os nossos líderes nas comunidades e no nosso Aplicativo. Quem não tem o Aplicativo, basta entrar lá no Play Store, digitar Pastoral da Criança e baixar. E vai ter todas as informações necessárias para conhecer e divulgar essas campanhas e outras que não foram ditas aqui. E como colaborar? Através da divulgação do aplicativo, das campanhas, sendo um voluntário da Pastoral da Criança. Então, deixo aqui também o convite: conheça esse trabalho grandioso, tão lindo, que salva a vida de milhares de crianças empobrecidas e de gestantes. Venha fazer parte dessa grande família que é a Pastoral da Criança.

Viva a VidaPrograma de rádio Viva a Vida 1722 - 23/09/2024 - Campanhas da Pastoral da Criança

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

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Leia a entrevista na íntegra

1722 - 23/09/2024 - Campanhas da Pastoral da Criança

 

Saiba mais

Soro Caseiro

Mil Dias

Dormir de barriga para cima é mais seguro

Antibiótico: primeira dose imediata

Aleitamento Materno

A Paz começa em casa

Lavar as mãos

Dia Mundial de Oração e Ação pelas Crianças

 

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Boa saúde e bem-estar”

3.2 Até 2030, acabar com as mortes evitáveis de recém-nascidos e crianças menores de 5 anos, com todos os países objetivando reduzir a mortalidade neonatal para pelo menos 12 por 1.000 nascidos vivos e a mortalidade de crianças menores de 5 anos para pelo menos 25 por 1.000 nascidos vivos.

Dra. Zilda

"Há muito o que se fazer, porque a desigualdade social é grande. Os esforços que estão sendo feitos precisam ser valorizados para que gerem outros ainda maiores".

"Quanta violência hoje é gerada por falta do mínimo necessário às famílias! Com fé em Deus e confiança em nosso trabalho, conseguiremos fazer maravilhas em nossa comunidade, para que se torne mais justa e fraterna, a serviço da vida e da esperança".

Papa Francisco

“Ao mesmo tempo a mensagem é enviada a todos, porque todos sois importantes e, juntos – os de perto e os de longe – manifestais o desejo que há em cada um de nós de crescer e se renovar. Lembrais-nos que somos, todos, filhos e irmãos e ninguém pode existir sem uma pessoa que o traga ao mundo, nem crescer sem ter outros a quem dar amor e de quem receber amor."

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CEP: 80810-900 - Curitiba - Paraná - Brasil

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