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Introdução alimentar - Começar certo faz toda a diferença

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Última Atualização: 23/02/2026
1796 introducao alimentar entrevistaFoto: acervo Pastoral da Criança

O aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida é uma das principais recomendações para garantir saúde, proteção e desenvolvimento adequado do bebê. Nesse período, o leite materno oferece todos os nutrientes de que a criança precisa, além de fortalecer a imunidade e criar um vínculo importante entre mãe e filho.

A partir dos 6 meses, o bebê continua precisando do leite materno, mas passa também a necessitar de outros nutrientes que vêm dos alimentos. É quando começa a introdução alimentar, uma etapa fundamental para que a criança aprenda a comer, descubra novos sabores e texturas e desenvolva hábitos saudáveis para toda a vida.

Mas esse também é um momento em que surgem muitas dúvidas. Por falta de conhecimento, de tempo, de organização ou até de condições financeiras, algumas famílias acabam apressando o processo, pulando etapas ou, pior, oferecendo alimentos ultraprocessados e prejudiciais à saúde da criança. Estudos recentes já mostram que 10,1% das crianças com menos de cinco anos apresentam excesso de peso, fenômeno associado ao consumo de ultraprocessados nessa idade.

Quer entender como fazer esse processo da forma correta e segura? Leia ou ouça a entrevista com a nutricionista Juliana Pinheiro Cantanhede, da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.

1796 introducao alimentar entrevistadoJuliana Pinheiro Cantanhede

Entrevista com Juliana Pinheiro Cantanhede, nutricionista da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.

Juliana, com quantos meses o bebê vai começar a comer alimentos além do leite materno? E quais alimentos são recomendados?

JULIANA:

A partir dos 6 meses, a criança precisa de mais nutrientes e deve receber outros alimentos junto com o leite materno. Quanto maior a variedade de alimentos in natura ou minimamente processados (frutas, legumes, verduras, arroz, feijão, carnes, ovos e tubérculos), maior a oferta de nutrientes para um crescimento saudável.

É importante oferecer os alimentos que fazem parte da cultura da família e que sejam mais acessíveis na região e, de preferência, que estejam na safra. Também é sempre melhor oferecer a fruta inteira, amassada ou em pedacinhos, evitando os sucos. Ao comer a fruta inteira, a criança exercita a musculatura da boca e sente a textura do alimento. Já o suco, principalmente quando é coado, perde fibras importantes, que ajudam a evitar a prisão de ventre. Além disso, o suco costuma levar açúcar e pode aumentar o risco de cáries e excesso de peso.

Nessa mesma idade, o bebê também já pode começar a receber água filtrada ou fervida. Antes disso, o leite materno atende às necessidades de hidratação do bebê. A partir dos 6 meses, já pode iniciar a ingestão de água filtrada ou fervida.

O leite materno deve continuar a ser oferecido mesmo depois de começar a introdução alimentar?

JULIANA:

Sim. O leite materno deve continuar sendo oferecido mesmo após o início da introdução alimentar. Embora o bebê passe a precisar de outros alimentos a partir dos seis meses, o leite materno segue sendo uma importante fonte de energia, nutrientes e proteção contra doenças.

O ideal é mantê-lo até dois anos ou mais, pois ele complementa a alimentação, fortalece a imunidade e continua trazendo benefícios tanto para a criança quanto para a mãe.

Pode bater a comida no liquidificador ou é melhor amassar?

JULIANA:

No início da introdução alimentar, a criança deve receber os alimentos amassados com o garfo e, aos poucos, evoluir para pedaços pequenos, raspados ou desfiados, para aprender a mastigar. Também podem ser oferecidos alimentos macios em pedaços maiores, para que ela pegue com a mão e consiga levar à boca.

Não é recomendado oferecer preparações líquidas nem usar liquidificador ou peneira, pois isso pode dificultar a aceitação de alimentos mais consistentes no futuro e reduzir a oferta de nutrientes.

A consistência ideal é firme: ela não escorre da colher e exige mastigação. Isso ajuda no desenvolvimento da face, dos ossos da cabeça, da respiração e do próprio ato de mastigar.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1796 - 23/02/2026 - Introdução alimentar

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

(TESTEMUNHO) Marciana Lays Gomes, nutricionista e líder da Pastoral da Criança na Paróquia São Domingos Sávio, Riacho Fundo, Brasília, Distrito Federal.

Marciana, como os líderes da Pastoral da Criança orientam as famílias sobre a introdução dos novos alimentos para o bebê após os seis meses de vida?

MARCIANA:

Nós, líderes da Pastoral da Criança, acompanhamos e orientamos as famílias quanto à importância da introdução alimentar a partir dos seis meses de vida. Sempre reforçamos que o leite materno continua sendo fundamental: ele permanece fazendo parte da rotina, mas, a partir dos seis meses, os alimentos também se tornam importantes para o desenvolvimento, para que a criança cresça com saúde.

Nós ensinamos e explicamos quais alimentos devem ser inseridos e como isso deve ser feito, evitando açúcar, reduzindo o sal e priorizando temperos naturais. Também lembramos a importância de incentivar a criança a aceitar essa novidade.

Incentivamos que a refeição seja um momento de carinho, atenção e paciência por parte da família, porque esse vínculo fortalece e ajuda a criança a aprender a comer bem.

Nosso compromisso como líderes é apoiar a família para que essa fase seja tranquila, segura e cheia de descobertas, tornando esse processo uma parte prazerosa para a criança.

Leia a entrevista na íntegra

1796 - 23/02/2026 - Introdução alimentar

 

22º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Fome zero e agricultura sustentável”

Erradicar a fome, alcançar a segurança alimentar, melhorar a nutrição e promover a agricultura sustentável.

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

Dra. Zilda

“Deve-se valorizar o leite do peito, que protege a criança, alimenta-a e lhe dá a grande experiência do verdadeiro amor, alicerce da segurança afetiva e do desenvolvimento”.

Papa Leão XIV

“Na família, a fé é transmitida, de geração em geração, juntamente com a vida: é partilhada como alimento à mesa e os afetos do coração”.

Nutrição Saúde Bebê alimentação

Dia da Mulher e a busca pela equidade

Detalhes
Última Atualização: 03/03/2026
1797 dia da mulher e a busca pela equidade entrevistaFoto: acervo Pastoral da Criança

Ao refletir sobre a presença feminina na história, o Papa Leão XIV afirmou que Deus não encontrou apenas uma, mas muitas mulheres fortes e corajosas. São mulheres que, de acordo com as palavras do Santo Padre, “não hesitaram em enfrentar desafios, assumir riscos e dizer ‘sim’ ao chamado para servir, cuidar e transformar realidades, mesmo em tempos difíceis”.

Neste Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, reconhecer a força feminina também exige avançar em justiça concreta. Como explica a professora Camila Matos, a busca não é apenas por igualdade, mas por equidade, ou seja, por condições reais para que todas as mulheres tenham acesso a oportunidades, direitos e espaços de decisão.

Na entrevista ao Programa Viva a Vida desta semana, a coordenadora-executiva da Rede de Mulheres Negras do Paraná fala sobre educação, racismo estrutural, mercado de trabalho, sobrecarga e representatividade. Leia e ouça o conteúdo completo e aprofunde essa reflexão conosco.

1797 dia da mulher e a busca pela equidade entrevistadoCamila Matos

Entrevista com Camila Matos, professora de Sociologia e coordenadora-executiva da Rede de Mulheres Negras do Paraná.

Qual é a diferença entre igualdade e equidade quando falamos sobre as mulheres na sociedade? Por que a luta é pela equidade?

CAMILA:

A principal diferença entre igualdade e equidade é que a igualdade parte do pressuposto de que todo mundo precisa ser tratado da mesma forma, como se todas as pessoas tivessem as mesmas condições de vida e de acesso. Mas a realidade mostra que as mulheres, especialmente em sociedades marcadas por desigualdades históricas, como é o caso do Brasil, não partem do mesmo ponto.

A equidade fala de reconhecer essas diferenças e garantir que cada pessoa possa alcançar, de forma real, as oportunidades. Então, essa luta não é simplesmente para igualar, mas é uma luta permanente para corrigir desigualdades produzidas ao longo dos séculos.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1797 - 02/03/2026 - Dia da mulher e a busca pela equidade

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Como o racismo estrutural impacta a vida e as oportunidades das mulheres negras no Brasil?

CAMILA:

O racismo estrutural opera ao longo dos séculos de forma silenciosa, naturalizada e contínua. Ele organiza instituições, práticas sociais e expectativas, criando barreiras mesmo onde não há intenção explícita. Para nós, mulheres negras, isso significa enfrentar a discriminação de gênero somada à racial e à de classe.

Com a incidência do racismo estrutural, recebemos salários menores, temos menos oportunidades e ficamos mais expostas à violência. Segundo dados governamentais, mulheres negras têm o dobro de risco de sofrer violência, inclusive violência letal. Há também menor cuidado com a nossa saúde e maior dificuldade de ascensão social. Essas desigualdades não são fruto de escolhas individuais, mas de um sistema que distribui vantagens e desvantagens de forma desigual.

Como o reconhecimento e a valorização do trabalho doméstico da mulher contribuem para a igualdade de gênero?

CAMILA:

O trabalho doméstico sustentou, ao longo dos séculos, a base da sociedade. Há quem limpa, cuida, organiza e prepara, permitindo que outras pessoas possam estudar, trabalhar e produzir. No entanto, esse trabalho, naturalizado como obrigação feminina, nunca recebeu o devido valor.

Quando a sociedade reconhece esse valor, é possível avançar na divisão de tarefas e no diálogo sobre a justa distribuição do trabalho doméstico. Isso cria possibilidades de construção de políticas para reduzir desigualdades entre homens e mulheres. Grande parte do trabalho doméstico tem relação histórica com o processo de escravização de mulheres e homens negros, por isso também envolve a dimensão racial, sendo um trabalho que recaiprincipalmente sobre mulheres negras.

De que forma a representatividade feminina, especialmente de mulheres negras, inspira mudanças nas próximas gerações?

CAMILA:

Quando estamos nesses espaços de construção política e social, meninas e jovens nos veem como possibilidade real na ciência, na cultura, na política, na educação e na comunicação. Isso amplia o imaginário coletivo de possibilidades.

A representatividade ajuda a transformar esses espaços e cria novos referenciais, para que as novas gerações se sintam acolhidas e pertencentes.

(MENSAGEM) Maria Inês Monteiro de Freitas, Coordenadora nacional da Pastoral da Criança. 

Maria Inês, qual é a sua mensagem para o Dia da Mulher?

MARIA INÊS:

O Dia da Mulher nos faz recordar as muitas lutas enfrentadas pelas mulheres. É um dia para reconhecer a força, a história e a contribuição de todas as mulheres em todos os tempos. Parabenizo especialmente as líderes da Pastoral da Criança, que fazem a diferença onde atuam, com sua presença, voz e perseverança na missão junto às famílias e comunidades.

A data também nos chama a refletir sobre o que ainda precisa mudar: a desigualdade, a violência, o preconceito e a sobrecarga da jornada tripla. Que esse dia inspire união, diálogo e compromisso na construção de um mundo mais justo, acolhedor e fraterno para todas as mulheres. Feliz Dia da Mulher!

Leia a entrevista na íntegra

1797 - 02/03/2026 - Dia da mulher e a busca pela equidade

 

45º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Igualdade de gênero”

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas.

E SDG Icons NoText 0310º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Redução das desigualdades”

Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países

1616º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Paz, Justiça e Instituições Eficazes"

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis

Dra. Zilda

“Louvo a Deus por você existir e pelos seus gestos de amor verdadeiro, nunca medindo esforços para cada vez mais ajudar as famílias a cuidarem melhor de seus filhos e as gestantes a terem uma gestação saudável”.

Papa Leão XIV

“A mulher forte é mais preciosa que pérolas, e em muitas histórias Deus não encontrou apenas uma, mas muitas mulheres fortes e corajosas que enfrentaram riscos e desafios para viver e testemunhar sua fé”.

Dia da Mulher Equidade

Cuidados com a pele e higiene do bebê

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Última Atualização: 09/03/2026
1797 dia da mulher e a busca pela equidade entrevistaFotos: Freepik

A pele do bebê costuma ser lembrada pelo toque macio e pelo “cheirinho de recém-nascido”, mas vai muito além da estética. Ela é um órgão de proteção, sensível e ainda imaturo, que exige cuidados desde os primeiros dias de vida.

Por desconhecimento, muitos problemas de pele acabam deixando de ganhar a devida atenção por parte da família, ou são tratados com soluções caseiras ou produtos inadequados para a idade da criança. A orientação correta faz diferença para prevenir complicações e garantir mais conforto e saúde.

Para ajudar as famílias, o Programa Viva a Vida conversou com a pediatra Dra. Ana Lea Clementino, que explica as alterações de pele mais comuns nos bebês, como prevenir assaduras e alergias, quando procurar a unidade de saúde e quais cuidados simples realmente funcionam. Acompanhe a entrevista abaixo.

Entrevista com Ana Lea Clementino, médica pediatra, integrante da equipe técnica e líder da Pastoral da Criança em Londrina, Paraná.

Dra Ana Lea, o que é a dermatite da fralda, também conhecida como assadura, e como lidar com isso?

DRA. ANA LEA:

A assadura pode acontecer por dois mecanismos: irritação direta da pele pelo tempo de contato com urina e fezes ou pela proliferação de fungos na região genital.

No caso da irritação direta, é possível prevenir com a troca frequente de fraldas, limpeza com algodão e água morna, evitando lenços umedecidos no dia a dia, e usando cremes de barreira, como pomadas à base de zinco, vitamina A ou até vaselina pura, que protege a pele e tem baixo custo. Sempre que possível, também é indicado deixar o bebê alguns minutos sem fralda.

Quando a assadura não melhora ou surgem alterações na pele, como pápulas, bolinhas vermelhas ou descamação, pode haver proliferação de fungos. Nesses casos, é necessário procurar a unidade de saúde para o tratamento adequado, que normalmente não é complicado.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1798 - 09/03/2026 - Cuidados com a pele e higiene do bebê

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

O que é a dermatite atópica? Como cuidar?

DRA. ANA LEA:

A dermatite atópica é uma alergia que se manifesta na pele, principalmente em crianças com histórico familiar de alergias, como rinite e asma. A pele fica seca, áspera, com bastante coceira e pode se tornar mais grossa. Não é contagiosa e apresenta períodos de melhora e piora ao longo do ano.

Os cuidados estão diretamente ligados à hidratação da pele. Quanto mais hidratada, menor a chance de piora. Recomenda-se banho rápido, com água fria ou morna, uso de sabonete suave e em pouca quantidade, e aplicação de hidratante várias vezes ao dia, especialmente nos três primeiros minutos após o banho. Deve-se evitar roupas sintéticas. Quando a família não puder adquirir hidratante específico, a vaselina pode ser usada nas áreas mais secas. Se a pele abrir, infeccionar ou piorar, é importante procurar a UBS.

Em relação à sarna e piolho, o que as famílias podem fazer?

DRA. ANA LEA:

Sarna e piolho são ectoparasitas, ou seja, parasitas que vivem na parte externa do corpo. Não há tratamento caseiro recomendado pelo Ministério da Saúde nem pela Sociedade Brasileira de Pediatria. Os cuidados incluem manter unhas cortadas, trocar lençóis e toalhas durante o tratamento, ferver roupas íntimas e de cama e evitar compartilhar bonés e toalhas.

Existem medicações tópicas, aplicadas na pele ou no couro cabeludo, e também medicamentos de uso oral. Para isso, é necessário levar a criança à unidade de saúde para receber a medicação correta.

Quando se preocupar com lesões de pele nas crianças? E quando levá-las à Unidade Básica de Saúde?

DRA. ANA LEA:

A família deve procurar atendimento quando houver feridas com pus, manchas que se espalham rapidamente, alergias que não melhoram, assaduras intensas ou disseminadas, com sangramento ou descamação, ou que pioram após três dias mesmo com pomadas preventivas. Também é sinal de alerta febre associada a manchas na pele e coceira intensa que atrapalha o sono e não melhora. A avaliação médica evita complicações e orienta o tratamento correto.

A família precisa gastar muito para cuidar da pele do bebê e das crianças?

 DRA. ANA LEA:

Não. Os cuidados essenciais são simples e funcionam bem. O banho deve ser rápido, com água morna e pouco sabonete. Para evitar assaduras, é importante manter a região limpa e seca, usar algodão com água morna e aplicar fina camada de creme de barreira ou vaselina. Roupas leves no calor ajudam a prevenir brotoejas.

O cuidado com o umbigo também é simples: manter limpo, seco e para fora da fralda, com limpeza apenas com água e sabão. Em muitas comunidades, o Ministério da Saúde ainda orienta o uso de álcool 70% incolor até a queda do coto, pois reduz o risco de infecção. Não devem ser usados talco, maizena, ervas, pasta de dente, óleos de cozinha, perfumes fortes ou faixas no umbigo.

(TESTEMUNHO) Regina dos Santos Santana, coordenadora da Pastoral da Criança, Riacho Fundo Dois, Brasília, Distrito Federal.

Regina, que orientações os líderes dão para as famílias sobre os cuidados com a pele das crianças em geral?

REGINA:

Orientamos as famílias a cuidarem da pele das crianças com atenção e carinho, porque ela é mais sensível e precisa de proteção. Reforçamos a importância de manter a pele sempre limpa e seca, especialmente nas dobrinhas, para evitar assaduras e irritações..

Indicamos o uso de sabonetes hidratantes suaves, próprios para bebês, e lembramos que produtos com perfume ou substâncias fortes podem causar alergias. Também orientamos sobre a proteção contra o sol, com uso de chapéu e evitando os horários de maior calor.

Quando aparece qualquer vermelhidão persistente ou alteração na pele, orientamos a família a procurar o serviço de saúde. Nosso objetivo é ajudar cada criança a crescer com mais conforto e bem-estar.

Leia a entrevista na íntegra

1798 - 09/03/2026 - Cuidados com a pele e higiene do bebê

 

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“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades.

Higiene Bebê

Família bem-informada

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Última Atualização: 05/03/2026
1797 dia da mulher e a busca pela equidade entrevistaLíderes da Pastoral da Criança são um importante elo entre a ciência e a comunidade, levando informação confiável às famílias e reforçando orientações de saúde, como a importância da vacinação.

Nem tudo o que chega no celular é verdade. Quando o assunto é saúde, acreditar na informação errada pode trazer consequências sérias. Em meio a tantas mensagens, vídeos e áudios que circulam todos os dias, saber onde buscar orientação confiável se tornou parte do cuidado com a vida.

O combate às fake news deixou de ser uma preocupação apenas de jornalistas e comunicadores e passou a ser também um tema importante para a saúde pública. A própria Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta a desinformação como uma das principais ameaças à saúde global.

Um dos momentos em que os danos das notícias falsas ficaram mais evidentes foi durante a pandemia de Covid-19. A pesquisa Condições de Trabalho dos Profissionais da Saúde no Contexto da COVID-19 no Brasil mostrou que 76% dos profissionais relataram atender pacientes influenciados por crenças baseadas em fake news, incluindo o uso de medicamentos ineficazes para prevenção e tratamento.

Outro levantamento, a pesquisa TIC Domicílios, revelou que apenas cerca de metade dos usuários de internet (52%) afirmou verificar se uma informação encontrada no ambiente digital é verdadeira. O hábito de checagem é mais comum entre pessoas com ensino superior (80%) e bem menor entre quem tem ensino fundamental (31%), mostrando como o acesso à informação confiável e à orientação adequada ainda é desigual.

Para apoiar as famílias nesse desafio, a Pastoral da Criança reforça a importância de buscar fontes seguras e oferece canais próprios com conteúdos revisados e orientações práticas. Nesta entrevista especial, você vai entender melhor como identificar informações confiáveis, evitar fake news e usar ferramentas seguras para cuidar melhor da sua família e da sua comunidade. Leia e ouça o conteúdo completo.

1799 familia bem informada mozartMozart Artmann

Entrevista com Mozart Artmann, jornalista e coordenador de comunicação da Pastoral da Criança.

Mozart, o que é uma família bem-informada?

MOZART:

Uma família bem-informada é aquela que busca informação em lugares seguros, como um telejornal, um site confiável ou uma página oficial. Esses canais têm responsabilidade em checar o que publicam. Nas redes sociais é diferente. Muitas vezes funciona como uma conversa de vizinhos: alguém ouve algo aqui, outra coisa ali, e já sai contando. Mas não dá para acreditar em tudo. Circula muita coisa que pode ser mentira ou fofoca. Família bem-informada é a que sabe escolher onde busca notícia e pensa antes de acreditar em tudo o que chega no celular.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1799 - 16/03/2026 - Família bem-informada

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Como as famílias podem distinguir se uma informação é segura ou é falsa?

MOZART:

O primeiro passo é perceber se aquilo é informação ou apenas opinião. A informação relata um fato. Por exemplo, que o posto de saúde está vacinando contra a gripe. A opinião é a experiência de alguém, como dizer que tomou a vacina e sentiu dor no braço. Isso não significa que acontecerá com todos. As fake news costumam misturar fatos com opiniões disfarçadas.

Normalmente trazem frases exageradas, teorias de perseguição e alertas de que “estão escondendo algo de você”. Esse é um sinal para ficar atento. Informação verdadeira não precisa provocar medo. Ela orienta e ajuda. As fake news tentam assustar ou causar revolta. Ao receber algo estranho, vale parar e pensar: quem está dizendo isso? Existe fonte confiável? Isso ajuda alguém? Se não houver resposta clara, não vale acreditar nem repassar.

Quais são os meios, as ferramentas, que a Pastoral da Criança utiliza para manter as famílias bem-informadas, com informações seguras e confiáveis?

MOZART:

A Pastoral da Criança utiliza várias ferramentas para levar informação segura às famílias. Temos o aplicativo, que qualquer pessoa pode baixar no celular, com conteúdos sobre saúde, educação, nutrição e cidadania, baseados em estudos sérios e revisados por profissionais. No site, também publicamos orientações e notícias importantes. Nas redes sociais, estamos presentes com vídeos e conteúdos práticos para o dia a dia. Todas essas ferramentas têm o mesmo objetivo: oferecer informação confiável para ajudar as famílias a viver melhor.

1799 familia bem informada priscilaPriscila do Rocio Costa

Entrevista com Priscila do Rocio Costa, pedagoga e coordenadora da equipe técnica da Pastoral da Criança.

Quais são os benefícios do aplicativo da Pastoral da Criança?

PRISCILA:

O aplicativo facilita o acesso a informações confiáveis. Ele apoia os líderes nas formações, permite registrar o acompanhamento de gestantes e crianças e compartilhar orientações com as famílias. Também oferece conteúdos educativos de forma simples e segura. Além disso, ajuda a reforçar a importância da vacinação e o acompanhamento do estado nutricional, do crescimento e do desenvolvimento das crianças, fortalecendo o cuidado integral desde o início da vida.

(TESTEMUNHO) Francisco Dantas Sobrinho, líder e coordenador da Pastoral da Criança em Itajá, Rio Grande do Norte.

Francisco, como os líderes da Pastoral da Criança colaboram em levar informações seguras para as famílias acompanhadas?

FRRANCISCO:

A Pastoral da Criança promove ações educativas e preventivas usando várias estratégias. Informa as famílias sobre seus direitos no SUS e em outras políticas públicas. Orienta sobre prevenção de doenças e desenvolvimento infantil adequado. Também realiza campanhas que ajudam a levar informação segura e de qualidade a todos.

Leia a entrevista na íntegra

1799 - 16/03/2026 - Família bem-informada

 

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

44º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Educação de qualidade"

Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

1616º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Paz, Justiça e Instituições Eficazes"

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis

Dra. Zilda

“A Pastoral da Criança, desde o início, teve a preocupação não só de reduzir a mortalidade infantil e a desnutrição, mas também de promover a paz nas famílias e comunidades, pelas atitudes de solidariedade e a partilha do saber a todas as famílias.”

Papa Leão XIV

“Se removemos agressão, preconceito e ódio de nossa comunicação, ajudamos a desarmar o mundo. A paz começa com aquilo que dizemos e como dizemos.”

Família Informação

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