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Vídeos sobre o falecimento da Dra. Zilda

BOA TARDE PARANÁ (PR) • AO VIVO • 15/1/2010 • 12:30:00 • BANDEIRANTES

 

 

Zilda Arns parece que escolheu onde morrer. A fundadora da Pastoral da Criança morreu na última terça-feira e se despede de uma mulher que se tornou mãe de todos. O corpo está sendo velado no Palácio das Araucárias.

Ao vivo, a repórter Thayse Leonard tem informações.

O Boa Tarde Paraná preparou uma homenagem para esta médica tão especial.

Repórter: Maria Guida

 

 

JORNAL MERCOSUL (PR) • REPORTAGEM • 15/1/2010 • 12:00:00 • REDE MERCOSUL

 

A pequena Florestópolis, no norte pioneiro do Estado, tem pouco mais de 12 mil habitantes e foi o berço da Pastoral da Criança no mundo. A cidade foi escolhida pela médica pedriatra Zilda Arns para começar os trabalhos. 

Repórter: Deividi Lira

 

PARANÁ TV 1a EDIÇÃO (PR) • AO VIVO • 15/1/2010 • 12:00:00 • GLOBO



Centenas de pessoas de voluntários da Pastoral da Criança e admiradores do trabalho de Zilda Arns chegam a Curitiba para prestarem as últimas homenagens. O presidente Lula também deve vir há capital paranaense para participar de despedida á fundadora da Pastoral da Criança. 

Zilda Arns foi um mulher simples e doce que mostrou uma determinação e um capacidade de trabalho fora do comum. Em todo o Brasil são milhares de exemplos de pessoas que ganharam um vida nova depois que conheceram o trabalho da Pastoral da Criança.

Repórter: Ana Zimmerman - Malu Mazza - Carolina Wolf - Julane Guzzoni


FALA BRASIL (SP) • REPORTAGEM • 15/1/2010 • 08:30:00 • RECORD

O corpo da pediatra e sanitarista Zilda Arns Neumann (75), que morreu na tragédia que atingiu o Haiti na última terça-feira (12), chegará nesta sexta-feira (15) ao Brasil e será velado no Palácio das Araucárias, sede do governo do Paraná, mas ainda não há horário definido segundo a assessoria da Pastoral da Criança.A assessoria do senador Flávio Arns (PSBD-PR), sobrinho de Zilda, confirmou ao R7 que o corpo já foi liberado pelas autoridades do país caribenho e o avião que o trará vai fazer uma escala em Brasília e depois segue para Curitiba. Uma missa em homenagem a Zilda será realizada no sábado, às 14h , no Palácio, e depois acontece o sepultamento no Cemitério da Água Verde, em cerimônia só para familiares.O senador Flávio Arns embarcou para o Haiti na última terça-feira. Em comunicado, ele negou que a tia tenha ficado soterrada e diz que o resto do corpo dela não sofreu ferimentos apenas a cabeça foi atingida. Ele conta que a médica foi à igreja para dar uma palestra para 150 pessoas, mas já tinha terminado o discurso quando o tremor começou.A quantidade de mortos em Porto Príncipe pode chegar a 50 mil, mas não há número oficial divulgado pelo governo do Haiti. Pelo menos 14 militares brasileiros morreram no país, além de Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança. Os corpos dos militares depende de uma liberação da ONU para que possam voltar ao Brasil. A presença de várias autoridades como a do presidente Lula está confirmada para o velório, na capital paranaense.

FALA BRASIL (SP) • REPORTAGEM • 15/1/2010 • 08:30:00 • RECORD

 

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou que os brasileiros mortos no terremoto que devastou o Haiti na última terça-feira (12) podem chegar a 17, sendo 14 militares, a médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, o vice-representante da ONU no Haiti, o brasileiro Luiz Carlos da Costa, e uma outra pessoa que ele não identificou. Conheça as histórias dos homens das Forças Armadas que morreram no Haiti.Além disso, há quatro desaparecidos até o momento.O Exército informou na manhã desta sexta-feira (15) que uma aeronave do tipo KC, da Força Aérea Brasileira, decolou do Haiti às 5h55 no horário de Brasília transportando militares feridos.O avião deve pousar ainda hoje no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e os militares devem ir para o hospital.Questionado sobre o porquê de estar contabilizando Costa entre os mortos sem que seu corpo tenha sido localizado, Jobim disse que falar em desaparecidos é um eufemismo.Ainda segundo o ministro, os corpos dos 14 militares brasileiros mortos devem chegar ao Brasil no máximo até este domingo (17).Tem que haver uma liberação por parte da ONU. Há toda uma burocracia considerando-se a questão dos seguros [indenizatórios], mas isso é rápido e os corpos devem chegar amanhã (16) ou no domingo.Jobim voltou do Haiti dizendo que ficou impressionado com a capacidade da população haitiana de resistir à dor e afirmando que o Brasil continuará à frente dos trabalhos de auxílio às vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho.Para o ministro, o Brasil deve se manifestar solidário ao sofrimento haitiano e demonstrar quem tem capacidade de coordenar uma atuação organizada: - Não adianta fazer lamentações, mas sim demonstrar que temos capacidade de agir de forma organizada e racional. E não adianta querer fazer assistencialismo unilateral. O que tem que ser feito é o assistencialismo multilateral, em coordenação com o país, com a ONU (Organização das Nações Unidas) e com os outros países.Durante o tempo que passou no Haiti, Jobim e integrantes da comitiva brasileira sobrevoaram Porto Príncipe e visitaram alguns dos principais pontos comprometidos ou destruídos pelo forte tremor de terra. Ontem, os representantes brasileiros se reuniram com o presidente haitiano, Reneé Preval, a quem apresentaram algumas sugestões, como a de acelerar a abertura de covas para enterrar parte dos corpos já encontrados.Conseguimos pelo menos discutir uma certa racionalidade na condução [das buscas e do atendimento médico]. Ao chegarmos, eles estavam todos impactados.O ministro também explicou que o Batalhão de Engenharia brasileiro deverá realizar o serviço para minimizar o mau cheiro exalado pelos corpos e evitar a propagação de doenças.- Já que os costumes locais não permitem que estrangeiros toquem em corpos de haitianos, a companhia de engenharia decidiu que irá contratar mão de obra local para isso. O porta-voz da Missão das Nações Unidas no Haiti (Minustah), David Wimhurst, anunciou nesta quinta-feira (14) que 36 funcionários da ONU no Haiti morreram no violento terremoto de terça-feira.O balanço da entidade até o momento aponta que 4 policiais, 19 militares e 13 civis morreram.A quantidade de mortos em Porto Príncipe pode chegar a 50 mil, mas não há número oficial divulgado pelo governo do Haiti.No Haiti, o Brasil assumiu, pela primeira vez, o comando de uma operação da ONU. Há 1.266 militares brasileiros no país. Já foram registradas as mortes de 14 militares brasileiros, além de Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança.

 

 

 

Repórter: Heloísa Villela

 

 

 

Entrevistado:

 

- Nelson Jobim, minstro da Defesa. 

 

 
 
 
 
Vídeo 1  
 
 
O ministro da Defesa, Nelson Jobim, declarou que os brasileiros mortos no terremoto que devastou o Haiti na última terça-feira (12) podem chegar a 17, sendo 14 militares, a médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, o vice-representante da ONU no Haiti, o brasileiro Luiz Carlos da Costa, e uma outra pessoa que ele não identificou. Conheça as histórias dos homens das Forças Armadas que morreram no Haiti.Além disso, há quatro desaparecidos até o momento.O Exército informou na manhã desta sexta-feira (15) que uma aeronave do tipo KC, da Força Aérea Brasileira, decolou do Haiti às 5h55 no horário de Brasília transportando militares feridos.O avião deve pousar ainda hoje no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, e os militares devem ir para o hospital.Questionado sobre o porquê de estar contabilizando Costa entre os mortos sem que seu corpo tenha sido localizado, Jobim disse que falar em desaparecidos é um eufemismo.Ainda segundo o ministro, os corpos dos 14 militares brasileiros mortos devem chegar ao Brasil no máximo até este domingo (17).Tem que haver uma liberação por parte da ONU. Há toda uma burocracia considerando-se a questão dos seguros [indenizatórios], mas isso é rápido e os corpos devem chegar amanhã (16) ou no domingo.Jobim voltou do Haiti dizendo que ficou impressionado com a capacidade da população haitiana de resistir à dor e afirmando que o Brasil continuará à frente dos trabalhos de auxílio às vítimas do terremoto que atingiu o país caribenho.Para o ministro, o Brasil deve se manifestar solidário ao sofrimento haitiano e demonstrar quem tem capacidade de coordenar uma atuação organizada: - Não adianta fazer lamentações, mas sim demonstrar que temos capacidade de agir de forma organizada e racional. E não adianta querer fazer assistencialismo unilateral. O que tem que ser feito é o assistencialismo multilateral, em coordenação com o país, com a ONU (Organização das Nações Unidas) e com os outros países.Durante o tempo que passou no Haiti, Jobim e integrantes da comitiva brasileira sobrevoaram Porto Príncipe e visitaram alguns dos principais pontos comprometidos ou destruídos pelo forte tremor de terra. Ontem, os representantes brasileiros se reuniram com o presidente haitiano, Reneé Preval, a quem apresentaram algumas sugestões, como a de acelerar a abertura de covas para enterrar parte dos corpos já encontrados.Conseguimos pelo menos discutir uma certa racionalidade na condução [das buscas e do atendimento médico]. Ao chegarmos, eles estavam todos impactados.O ministro também explicou que o Batalhão de Engenharia brasileiro deverá realizar o serviço para minimizar o mau cheiro exalado pelos corpos e evitar a propagação de doenças.- Já que os costumes locais não permitem que estrangeiros toquem em corpos de haitianos, a companhia de engenharia decidiu que irá contratar mão de obra local para isso. O porta-voz da Missão das Nações Unidas no Haiti (Minustah), David Wimhurst, anunciou nesta quinta-feira (14) que 36 funcionários da ONU no Haiti morreram no violento terremoto de terça-feira.O balanço da entidade até o momento aponta que 4 policiais, 19 militares e 13 civis morreram.A quantidade de mortos em Porto Príncipe pode chegar a 50 mil, mas não há número oficial divulgado pelo governo do Haiti.No Haiti, o Brasil assumiu, pela primeira vez, o comando de uma operação da ONU. Há 1.266 militares brasileiros no país. Já foram registradas as mortes de 14 militares brasileiros, além de Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança.
 
 
 
Repórter: Heloísa Villela
 
 
 
Entrevistado:
 
- Nelson Jobim, minstro da Defesa.