Pastoral da Criança Pastoral da Criança

Sidebar

  • Início
  • Gestante
  • Bebê
  • Criança
  • Missão
  • Quem somos
  • Contato
  • Doar
  • Busca
  • Facebook
  • instagram
  • Pastoral em ação
  • Ser voluntário
  • Português
  • Español
  • Inglês
  • Kreyòl ayisyen
  • Pastoral em ação
  • Quero ser voluntário
  • Português
  • Español
  • Inglês
  • Kreyòl ayisyen
  • Início
  • Gestante
  • Bebê
  • Criança
  • Missão
  • Quem somos
  • Contato
  • Doar
  • Busca
  • Facebook
  • instagram

Campanhas

Vacinas de gripe e covid-19

1800 saneamento basico entrevistaFoto: acervo Pastoral da Criança

A gripe e a covid-19 estão entre as infecções respiratórias mais comuns e podem evoluir para casos graves, especialmente em pessoas dos grupos mais vulneráveis, como crianças com menos de 6 anos, gestantes e idosos.

As vacinas ajudam a prevenir as formas mais graves dessas doenças, com alta eficácia na redução de hospitalizações e mortes. Ou seja, quem está vacinado tem muito menos risco de desenvolver complicações. Caso contraia a doença, os sintomas tendem a ser mais leves, semelhantes a um resfriado.

A vacina contra a covid-19 está disponível gratuitamente no SUS. Já a vacina contra a gripe é oferecida gratuitamente para os grupos prioritários. A recomendação é consultar, na sua cidade, onde as vacinas estão disponíveis e quem pode se vacinar.

1800 saneamento basico entrevistadaEder Gatti Fernandes

Entrevista com Eder Gatti Fernandes, diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações do Ministério da Saúde.

Eder, qual é a importância da vacina da gripe e da covid-19 para todas as idades e para a saúde individual e coletiva?

EDER:

A influenza e a covid-19 estão entre as principais causas de infecções respiratórias, e algumas pessoas têm maior risco de evoluir para formas graves dessas doenças, especialmente idosos, crianças, gestantes e pessoas com comorbidades, como doenças crônicas.

Além disso, há grupos com maior risco de exposição. Por isso, essas vacinas são fundamentais para os grupos prioritários, com destaque para gestantes, idosos e crianças, que apresentam maior risco de hospitalização e morte.

A vacinação é importante tanto para a proteção individual quanto para a saúde coletiva. Nos períodos de maior circulação da influenza, por exemplo, há aumento significativo na ocupação de leitos, o que sobrecarrega o sistema de saúde. Vacinar-se contribui para reduzir esse impacto.

Gestantes e mulheres que amamentam podem receber as vacinas da gripe e da covid-19?

EDER:

Sim. As vacinas contra a covid-19 e a influenza são recomendadas para gestantes. Além de não oferecerem risco ao bebê, contribuem para aumentar a proteção da criança.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1803 - 13/04/2026 - Vacinas de gripe e covid-19

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Por que é necessário se vacinar todos os anos contra a gripe?

EDER:

A vacinação anual é necessária porque a proteção oferecida pela vacina contra a gripe não é duradoura e precisa ser renovada periodicamente.

Além disso, o vírus sofre constantes mutações. As cepas que circulam variam ao longo do tempo, e a Organização Mundial da Saúde monitora essas mudanças para atualizar a composição da vacina. Assim, a imunização anual garante proteção atualizada contra os vírus em circulação.

Quais os perigos de não vacinar contra a gripe e a covid-19?

EDER:

Os vírus da influenza e da covid-19 sofrem mutações frequentes. Não se vacinar aumenta o risco de infecção e de evolução para formas graves das doenças.

Isso representa um risco tanto para a saúde individual quanto para o sistema de saúde, já que pode resultar em maior ocupação de leitos hospitalares.

(MENSAGEM) Coordenadora nacional da Pastoral da Criança, Maria Inês Monteiro de Freitas.

Maria Inês, quais são as orientações da Pastoral da Criança sobre a vacinação?

MARIA INÊS:

A Pastoral da Criança é uma grande promotora da vacinação nas comunidades. Esse é um tema presente nas visitas domiciliares, pois as vacinas previnem doenças e salvam vidas.

Vacinar-se contra a gripe, a covid-19 e outras doenças é um gesto essencial de cuidado com a própria saúde e com a saúde das outras pessoas. As vacinas reduzem o risco de formas graves, diminuem internações, especialmente entre crianças, idosos e pessoas com condições de saúde mais vulneráveis.

Vacinar bebês, crianças e gestantes é escolher a vida, a proteção e o compromisso com um futuro mais saudável e seguro para todos.

Infelizmente, informações falsas que circulam nas redes sociais podem prejudicar a saúde. Por isso, é importante confiar em fontes seguras. Os líderes da Pastoral da Criança recebem orientações confiáveis e estão preparados para partilhar essas informações com as famílias.

Leia a entrevista na íntegra

1803 - 13/04/2026 - Vacinas de gripe e covid-19

 

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades”

O direitral.

1717º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Reforçar os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável”

Eas.

Dra. Zilda

“O líder da Pastoral da Criança acompanha, ora, vigia, como o Bom Samaritano que busca o bem e a saúde de quem precisa”.

Papa Leão XIV

“O acesso à saúde e à proteção deve ser garantido aos mais vulneráveis, pois isso é necessário para a sua dignidade e também para evitar que a injustiça se torne semente de conflito.”

Saúde Vacinas

Além do Ultrassom

1773 saude mental da crianca entrevista horizontalPastoral da Criança orienta gestantes sobre o pré-natal. Na foto, líder entrega cartela do material educativo ‘Laços de Amor’.

Um pré-natal de qualidade e humanizado começa muito antes dos exames e do ultrassom. Ele se constrói, sobretudo, no acolhimento da gestante desde o primeiro contato com o serviço de saúde, no acesso precoce às consultas e na criação de um vínculo com a equipe que vai acompanhá-la ao longo desse período.

No Sistema Único de Saúde (SUS), toda gestante tem direito ao acesso às consultas de pré-natal, aos exames necessários, à presença de um acompanhante e à informação sobre o próprio corpo, sobre o parto e sobre a maternidade de referência. Também é direito da mulher receber um atendimento sem discriminação, participar das decisões sobre seu cuidado e vivenciar a gestação, o parto e o pós-parto com dignidade e respeito, conforme orientações das políticas públicas de saúde voltadas à atenção integral à mulher.

Para entender melhor o que é um pré-natal humanizado e conhecer os direitos da gestante, acompanhe o conteúdo completo do Programa Viva a Vida, com informações e orientações de quem atua diretamente na formulação das políticas de saúde no Brasil.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneMariana Seabra

Entrevista com Mariana Seabra, coordenadora-geral de Atenção à Saúde das Mulheres, no Ministério da Saúde.

O que o médico ou o profissional de saúde precisa avaliar em cada consulta de pré-natal?

Em cada consulta, é necessário avaliar a pressão arterial, o peso, a altura e o estado nutricional da gestante. Também se observa a presença de edemas, que são os inchaços nas pernas ou nos braços, além da altura uterina, que é a medição da barriga para acompanhar a idade gestacional e o desenvolvimento do bebê.

Devem ser avaliados os batimentos cardíacos e os movimentos fetais, bem como sinais de risco, como dor, sangramento ou redução dos movimentos do bebê. Fazem parte da consulta a solicitação de exames, a atualização vacinal e o uso da caderneta da gestante, que é fundamental nesse processo. Além disso, em todas as consultas deve ser feita a classificação do risco gestacional, para identificar precocemente qualquer situação que indique necessidade de acompanhamento especializado.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1791 – 19/01/2026 - Além do Ultrassom

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Quais são os sinais de alerta a que a gestante precisa estar atenta?

Os principais sinais de alerta incluem sangramento vaginal. Nesse caso, se a unidade básica estiver fechada quando ocorrer, é fundamental procurar um serviço de saúde com atendimento obstétrico. Dor de cabeça intensa ou alterações visuais também são sinais importantes, assim como dor abdominal forte.

Febre na gestação merece atenção, pois gestantes não devem apresentar febre. Perdas vaginais anormais, como excesso de muco ou líquidos, precisam ser avaliadas. Falta de ar ou cansaço intenso também são sinais de alerta. Além disso, após a gestante começar a perceber os movimentos do bebê, qualquer redução desses movimentos deve motivar a busca imediata por atendimento de saúde.

Por que a gestante deve ter sempre junto a caderneta da gestante?

A caderneta da gestante é um guia que reúne todas essas informações e muitas outras. Ela traz orientações detalhadas sobre alimentação, atividade física, posições de parto e o desenvolvimento do bebê em cada fase da gestação.

É um material completo, baseado em evidências científicas, que ajuda a gestante a compreender o que esperar de cada etapa e reforça as práticas de cuidado e de humanização do pré-natal e do parto.

Leia a entrevista na íntegra

1791 - 19/01/2026 - Além do Ultrassom

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

45º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Igualdade de gênero”.

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas

Dra. Zilda

“No acompanhamento da gestante mês a mês, através da visita domiciliar, você está melhorando o mundo, pelo benefício que leva à gestante e à criança, na partilha do saber e do amor fraterno”.

 

Papa Leão XIV

“A maternidade e a paternidade, assim preservadas, não são de forma alguma um fardo para a sociedade, mas sim uma esperança que a fortalece e renova.”

Gestante Pré-natal

Volta às aulas

1793 volta as aulas entrevistaFoto: Fagner Delgado/Decom/Prefeitura Municipal de Rio Branco

Introdução:

A volta às aulas é um tempo de recomeço para muitas famílias. Para algumas crianças, é a primeira experiência na creche ou na pré-escola. Para outras, é o retorno depois das férias, com a rotina mudando de novo. Em cada casa, esse momento pode trazer sentimentos diferentes: alegria, expectativa, insegurança, ansiedade… e até choro. E isso não acontece só com os pequenos: crianças maiores, na educação infantil e no ensino fundamental, também podem sentir dificuldades para retomar o ritmo, cada uma do seu jeito.

Pensando nisso, o Programa Viva a Vida preparou um conteúdo especial para apoiar as famílias nesse período. Convidamos a pedagoga Priscila do Rocio Costa, da área de desenvolvimento infantil da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança, para uma entrevista em que ela explica como construir uma adaptação mais tranquila, com acolhimento, diálogo e segurança emocional, tanto para as crianças quanto para os pais. Leia ou ouça a entrevista completa e confira as orientações.

Entrevista com Priscila do Rocio Costa, pedagoga da área de desenvolvimento infantil da Coordenação Nacional da Pastoral da Criança.

Priscila, como criar um momento acolhedor, tranquilo, com segurança emocional para as crianças que estão iniciando ou retornando à creche ou à pré-escola?

Algumas orientações às famílias são: preparar a criança com antecedência, conversando sobre a escola de uma forma simples e positiva, contando como é o espaço, quem estará lá, o que ela poderá fazer, o tempo de permanência, mostrando fotos da creche ou pré-escola, ou até mesmo fazendo uma visita antecipada.

Despertar cedo e sair com calma ajuda a criança a se sentir segura. Despeça-se sempre, mesmo que pareça mais fácil sair sem a criança ver. Isso reforça a confiança. E use uma frase previsível, como: “Eu vou ao trabalho agora, mas depois eu volto para te buscar”. Respeite o tempo dela em se adaptar. Algumas crianças levam dias, outras levam semanas, e oscilações são normais.

Após o retorno para casa, dedique um tempo de qualidade, como brincar juntos, conversar, fazer um passeio na pracinha ou no parque. E pergunte de uma forma leve: “O que você mais gostou hoje?”, respeitando sempre se a criança não quiser falar naquele momento. Celebre as pequenas conquistas e evite recompensas materiais.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1793 – 02/02/2026 - Volta às aulas

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

O que cada criança precisa para se sentir pertencente e confiante ao voltar para o ambiente escolar?

Para se sentir pertencente, a criança precisa ser reconhecida, valorizada, ouvida e incluída. Isso significa ser chamada pelo seu nome, ter suas preferências e individualidades respeitadas, encontrar objetos familiares, como sua mochila ou um desenho trazido de casa, e perceber que seu jeito de ser é acolhido.

Também ajuda quando ela reconhece rotinas, vê fotos da turma, participa de combinados simples e estabelece vínculos afetivos com seus educadores.

O que podemos fazer em casa para manter a rotina estável e tranquila, ajudando a criança a se sentir segura tanto em casa como na escola?

Manter horários fixos para acordar, comer e dormir ajuda muito. Preparar a mochila juntos, conversar de forma simples sobre o dia na escola, evitar mudanças bruscas e criar rituais de despedidas e reencontros fortalece a sensação de continuidade.

Também é importante validar os sentimentos, como: “Eu sei que está difícil, mas eu estou aqui com você”. Transmitir segurança é sempre importante.

Leia a entrevista na íntegra

1793 – 02/02/2026 - Volta às aulas

44º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Educação de qualidade”.

Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

E SDG Icons NoText 0310º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Redução das desigualdades”

“Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países”

1616º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Paz, Justiça e Instituições Eficazes"

“Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis”

Dra. Zilda

“Vamos educar nossas crianças com amor, pois esse amor se converte em gestos de fraternidade para o Brasil e o mundo.”

 

Papa Leão XIV

“A educação não é meramente a transmissão de conteúdo, mas um aprendizado em virtude: ela forma cidadãos capazes de servir e crentes capazes de dar testemunho.”

Volta às aulas Escola Educação

Telas e adultização

1773 saude mental da crianca entrevista horizontalFabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Dados recentes divulgados pelo Núcleo Ciência Pela Infância mostram que as crianças brasileiras estão tendo acesso cada vez mais precoce às telas. Quase metade (44%) das crianças com até dois anos de idade já acessa a internet. O número é ainda maior entre crianças de 3 a 5 anos, chegando a 71%.

Essa realidade se torna ainda mais preocupante no caso das famílias em situação de pobreza, contexto em que se encontra a maior parte das crianças acompanhadas pela Pastoral da Criança. Segundo o estudo, 69% das crianças de famílias de baixa renda são expostas a tempo excessivo de telas.

“Quanto menor a renda, menor é a disponibilidade de redes de apoio e maiores são as chances de as telas substituírem o convívio e o brincar, com efeitos negativos para o desenvolvimento infantil”, destaca trecho do relatório divulgado em dezembro de 2025.

De acordo com os pesquisadores, o aumento do uso de telas acaba substituindo o tempo de interação humana, de brincadeiras e de presença dos adultos, fazendo com que se percam “oportunidades essenciais para o desenvolvimento da linguagem, dos vínculos afetivos, da regulação emocional e das habilidades sociais”.

No conteúdo desta semana do Programa Viva a Vida, convidamos a Sociedade Brasileira de Pediatria para explicar quais outros riscos estão envolvidos no acesso precoce à internet e às telas — como a adultização infantil — e orientar sobre como pais e responsáveis podem proteger seus filhos.

1772 hortascaseirasecomunitarias anasimoneDr. Eduardo Jorge Custódio da Silva

Entrevista com Dr. Eduardo Jorge Custódio da Silva, membro do grupo de trabalho de Saúde Digital da Sociedade Brasileira de Pediatria.

Dr. Eduardo, o que significa adultização infantil e como os pais podem proteger seus filhos diante disso?

Adultização é quando se impõem à criança tarefas ou obrigações que pertencem ao universo adulto, algo que não corresponde à sua faixa etária. Um exemplo é quando a criança é colocada para gravar vídeos para o YouTube e, em alguns casos, acaba até se tornando uma provedora da família. Isso caracteriza adultização.

Outro aspecto muito preocupante é quando a adultização se mistura com a erotização, ou seja, quando a criança é sexualizada de forma precoce, muito antes do tempo adequado. Esse é um problema sério que enfrentamos atualmente.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1792 – 26/01/2026 - Telas e Adultização

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

O que as famílias podem oferecer às crianças em substituição às telas?

É fundamental oferecer práticas saudáveis. O Brasil é um país tropical, com sol durante grande parte do ano, então atividades ao ar livre, como ir a parques e praias, são excelentes opções. Também há muitas atividades culturais gratuitas, como visitas a museus. Além disso, o exemplo dos adultos é essencial, como ler um livro e incentivar esse hábito nas crianças.

Atualmente, muitos falam em vício na Internet ou nas redes sociais. Dr. Eduardo, é certo falar assim, e como evitar que o uso de telas pelas crianças se torne um problema sério?

O termo mais adequado não é “vício”, mas sim “dependência”. O conceito de vício envolve questões biopsicossociais mais complexas. Em relação à dependência, é necessário estabelecer mediação e controle do tempo de uso das telas.

Percebemos que há dependência quando o uso das telas passa a impactar negativamente a vida social, educacional e, no caso de adolescentes, até a vida laboral, como a de um jovem aprendiz. Quando há prejuízo na vida escolar ou social, estamos diante de um problema que precisa de atenção.

Leia a entrevista na íntegra

1792 - 26/01/2026 - Telas e Adultização

E SDG Icons NoText 033º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Saúde e Bem-Estar”

Garantir o acesso à saúde de qualidade e promover o bem-estar para todos, em todas as idades

44º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Educação de qualidade”.

Garantir o acesso à educação inclusiva, de qualidade e equitativa, e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos

Dra. Zilda

“Você transforma o país quando educa as famílias para cuidarem melhor de seus filhos.”

 

Papa Leão XIV

“É fundamental que os pais e os educadores estejam conscientes dessas dinâmicas e que sejam desenvolvidas ferramentas para monitorar e controlar a interação dos menores com os dispositivos tecnológicos.”

Criança

Combate à Pobreza

1777 dia mundial da alimentacao foto entrevista Papa Leão XIV durante almoço no Dia dos Pobres. Foto: Vatican News

Nos últimos anos, o Brasil tem registrado avanços importantes na redução da pobreza e da fome. Em 2024, o número de pessoas vivendo em insegurança alimentar grave caiu para o menor nível em duas décadas, e a extrema pobreza atingiu o índice mais baixo desde 2012. Mesmo assim, milhões de famílias ainda enfrentam dificuldades para garantir alimentação, renda e condições básicas de vida. Os mais prejudicados são as crianças, as mulheres e os moradores das regiões Norte e Nordeste.

Para a Igreja, os pobres sempre estiveram no centro da vida cristã. Como explica Dom José Valdeci Santos Mendes, presidente da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (Cepast) da CNBB, “temos o compromisso com a justiça, que nos leva a defender a vida com dignidade”. A Jornada Mundial dos Pobres deste ano reforçou esse chamado com o tema “Tu és a minha esperança”, convidando todas as comunidades a olhar para cada pessoa em situação de vulnerabilidade como um irmão e uma irmã.

Neste tema do Programa Viva a Vida, convidamos você a refletir sobre a pobreza presente em tantas comunidades acompanhadas pela Pastoral da Criança. Leia e ouça as entrevistas completas, aprofunde-se nas histórias e nas orientações, e junte-se a nós na missão de promover vida digna para todas as famílias.

 

1776 diadascriancasediadenossasenhoraaparecida irmaveroniAlessandra Miranda

Entrevista com Alessandra Miranda, assessora da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (Cepast) da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

O que gera a pobreza e a desigualdade social?

Primeiro, é importante entender que a economia, no mundo e no Brasil, é voltada prioritariamente para o mercado, e não para as condições de vida das pessoas. De forma mais direta, podemos dizer que a desigualdade social é causada justamente pela distância entre aquilo que o mercado demanda e o que nós, enquanto população, precisamos para viver com dignidade.

Viva a Vida Programa de rádio Viva a Vida – 1785 – 08/12/2025 - Combate à Pobreza

Assistir no YouTube

Esta entrevista é parte do Programa de Rádio Viva a Vida da Pastoral da Criança.
Ouça o programa de 15 minutos na íntegra

Que consequências a pobreza traz para o desenvolvimento infantil?

As crianças e as mulheres são as mais afetadas pela pobreza. Existe um aspecto de subsistência muito marcado, especialmente porque, no Brasil, milhares de famílias são chefiadas por mulheres. Automaticamente, as crianças estão nesse contexto. Quando analisamos o desenvolvimento social, psicológico e cognitivo das crianças, percebemos que a ausência do básico para a sobrevivência gera consequências para a vida e a saúde delas no presente, mas que serão ainda mais profundas na adolescência e na fase adulta.

Entrevista com Dom José Valdeci Santos Mendes, Bispo da Diocese de Brejo, Maranhão, e presidente da Comissão Episcopal para a Ação Sociotransformadora (Cepast) da CNBB – Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.

Qual é o maior desafio para a Igreja na eliminação da pobreza no Brasil?

Precisamos ter consciência de que Deus quer o bem de todos. Por isso, temos o compromisso com a justiça, que nos leva a defender a vida com dignidade. Isso nos impulsiona ao compromisso com os marginalizados e marginalizadas. É necessário combater a corrupção e lutar para que as políticas públicas cheguem aos que mais precisam. A nossa fidelidade a Jesus de Nazaré nos leva a um engajamento na vivência da caridade: a caridade emergencial, voltada aos que necessitam com urgência; a caridade promocional, que promove dignidade e acesso ao trabalho para o sustento próprio; e a caridade social transformadora, que nos leva a identificar as injustiças e agir por um mundo mais justo, sempre visando a dignidade das pessoas.

Como a educação e a conscientização podem ajudar na erradicação da pobreza?

A educação é um dos elementos essenciais para que a pessoa perceba a necessidade de conhecer as situações de injustiça e os problemas que causam dor e sofrimento, para poder reagir. Ela deve ser uma educação libertadora, que leve as pessoas a construir projetos coletivos e buscar caminhos para romper todo tipo de opressão.

Leia a entrevista na íntegra

1785 - 08/12/2025 - Combate à Pobreza

 

11º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Erradicação da pobreza;.

Erradicar a pobreza em todas as formas e em todos os lugares

E SDG Icons NoText
0310º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

“Redução das desigualdades”

Reduzir as desigualdades no interior dos países e entre países

1616º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável

"Paz, Justiça e Instituições Eficazes"

Promover sociedades pacíficas e inclusivas para o desenvolvimento sustentável, proporcionar o acesso à justiça para todos e construir instituições eficazes, responsáveis e inclusivas a todos os níveis

Dra. Zilda

“A caridade é o maior sinal concreto da nossa fé, é o maior mandamento da lei de Deus e representa a energia da Pastoral da Criança”.

Papa Leão XIV

“Os pobres não são um passatempo para a Igreja, mas sim os irmãos e irmãs mais amados, porque cada um deles, com a sua existência e também com as palavras e a sabedoria que trazem consigo, levam-nos a tocar com as mãos a verdade do Evangelho.”

Cidadania

Mais Artigos...

  1. 42 anos de Pastoral da Criança
  2. Combate à Dengue
  3. Diabetes gestacional
  4. Mudanças Climáticas

Subcategorias

Antibiótico: Primeira Dose Imediata

Clipping: Campanha Antibiótico: 1ª dose imediata

Dia Mundial de Ação e Oração pela Criança

Lavar as Mãos

  • Quem Somos
  • Quem Somos
  • Missão
  • Organização
  • Onde estamos
  • Portal transparência
  • Dra. Zilda Arns Neumann
  • Como fazemos
  • Nossas ações
  • Na comunidade
  • Materiais Educativos
  • Publicações
  • Programa de rádio
  • Vídeos
  • Logotipo
  • Resultados
  • Financeiro
  • Outros assuntos
  • Parceiros
  • Comunicação
  • Programa de Rádio Viva a Vida
  • Programa de TV da Pastoral da Criança
  • Vídeos da Pastoral da Criança
  • Revista Pastoral da Criança
  • Edições do Jornal
  • Notícias
  • Receba nossas novidades por email
 
  • Página Inicial
  • Financeiro
  • Campanhas

Pastoral da Criança

Endereço: Rua Jacarezinho 1691 - Mercês
CEP: 80810-900 - Curitiba - Paraná - Brasil

Telefone: ++55 (41) 2105-0250

Este trabalho da Pastoral da Criança é licenciado com uma Licença Creative Commons - Atribuição - Não Comercial 3.0 Não Adaptada.

Política de Privacidade

Doar agora