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Foto: Pressfoto

 Cada pessoa tem um papel essencial para fortalecer a campanha “Antibiótico: primeira dose imediata”.

Médicos

Médicos e profissionais de enfermagem devem garantir que a primeira dose de antibiótico seja dada ainda no posto de saúde. E instruir os pais a darem todas as doses corretamente em casa.

Para saber se os responsáveis entenderam o tratamento e como realizá-lo, o profissional de saúde pode pedir que seja repetido tudo o que foi dito anteriormente. Ao utilizar copinhos ou seringas dosadoras, ele pode solicitar que seja apontado até que ponto deve ser a dose indicada.

Líderes

A maior parte dos óbitos podem ser prevenidos por meio do acesso a informações sobre a gravidade da doença, ações preventivas, programas de imunização e conhecimento sobre direitos. Nesta campanha, os líderes da Pastoral da Criança podem ajudar conversando com as famílias e com o serviço de saúde, para que juntos salvem vidas.

Nas cidades que contam com articuladores de saúde da Pastoral da Criança, os líderes também podem procurá-los para conversar sobre a situação e descobrir a melhor maneira de dialogar com o serviço de saúde.

Articuladores de saúde

Com o objetivo de garantir que os direitos da população sejam cumpridos, os articuladores de saúde da Pastoral da Criança visitam as Unidades de Saúde e coletam dados sobre o atendimento oferecido. Entre eles: se tem medicamentos disponíveis e se a primeira dose do antibiótico é dada.

Quando há algum problema, esses voluntários ajudam no contato com as instâncias responsáveis, nos próprios postos, na Secretaria de Saúde e no Conselho de Saúde. Além disso, divulgam a campanha nestes espaços.

Famílias

Quando a criança não se sente bem ou apresenta sintomas de alguma doença, os responsáveis precisam buscar o serviço de saúde, dar os medicamentos na dose, nos horários e pelo tempo recomendado pelo médico e voltar ao serviço de saúde no dia marcando ou a qualquer momento, se a criança piorar ou não apresentar melhora.

Durante a Visita Domiciliar com o líder da Pastoral da Criança, a família pode se informar sobre as principais doenças, vacinas e quais são os seus direitos.

Vale lembrar que a criança não deve ir médico somente quando está doente (consultas de emergência). Pelo contrário, criar o hábito e uma rotina de consultas periódicas com o pediatra é uma ação preventiva, uma vez que o profissional da saúde acompanhará o desenvolvimento da criança e garante, que em casos de enfermidade, o diagnóstico seja precoce.

Este texto foi publicado na oitava edição da Revista Pastoral da Criança.



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