Neste período de pandemia, em que muitas dificuldades e desafios foram impostos para toda a população, não se pode deixar de cuidar da alimentação de toda a família. Tanto a qualidade dos alimentos consumidos quanto os cuidados de higiene precisam fazer parte do dia a dia de forma mais intensa durante este período.
Se preocupar com o que se come também deve fazer parte dos cuidados diários neste momento. Uma alimentação equilibrada e variada, rica em alimentos in natura e minimamente processados, garante uma boa nutrição e contribui para o bom funcionamento do organismo.
Muita gente diz que não existe comida melhor no mundo do que aquela que a mãe faz, porque é feita com amor. O primeiro alimento que provamos na vida também é o leite materno, que vem da mãe.
Agora, comer fora de casa de maneira saudável exige muito cuidado e equilíbrio. Os pais precisam ficar atentos na escolha do lugar para que tenha muita higiene e alimentos frescos e saudáveis, ainda mais nessa época de pandemia. A responsabilidade é dos pais, pois as crianças são muito influenciadas pela propaganda e adoram alimentos que, na maioria das vezes, não são muito saudáveis.
Ao perguntar qual é o prato preferido de uma pessoa, é muito comum que a resposta venha cheia de lembranças de infância, receita de família, algo típico de um lugar em que se viveu ou para o qual se fez uma viagem marcante.
A culinária não tem apenas a função de alimentar o corpo. Também alimenta emoções e momentos de convívio. Por isso, a prática de cozinhar em casa e os hábitos alimentares da família são tão importantes para as crianças, ajudando a formar a relação delas com uma alimentação saudável (ou não) desde cedo.
O estudo EPICOVID19-BR, que mapeia a epidemiologia do coronavírus no Brasil, concluiu as três fases previstas no cronograma original. A primeira fase foi realizada entre os dias 14 e 21 de maio, totalizando 25.025 entrevistas e testes. A segunda fase realizou-se entre os dias 04 e 07 de junho, tendo sido conduzidas 31.165 entrevistas e testes. A terceira fase ocorreu entre os dias 21 e 24 de junho, totalizando 33.207 entrevistas e testes. Somando as três fases da pesquisa, trata-se do estudo epidemiológico com maior número de indivíduos testados do mundo para o coronavírus, com uma amostra total de 89.397 pessoas entrevistadas e testadas.