Todos nós já vimos um bebê começar a chorar, porque ouviu um outro bebê chorar. Quantas vezes nos emocionamos assistindo um filme. Quem nunca ouviu a frase “Não faça aos outros o que você não gostaria que fizessem com você”?
Isso é empatia. É se colocar no lugar do outro. É escutar o outro, escutar a criança. Se colocar ao nível da criança para conversar com ela, para ouvir o que ela tem a dizer. Mas não só escutar de forma passiva, mas ativa, responsável e inteligente. Mas cuidado, pois devemos ser empáticos não é só com o sofrimento, mas também com a alegria. Eu não tenho inveja porque você é feliz, mas ao contrário, eu também fico feliz com o teu sucesso.
O que é empatia? É a capacidade de colocar-se no lugar do outro, de ouvir e sentir as pessoas que estão à nossa volta. Não é sentir pelo outro, mas sentir com o outro.
A criança começa a demonstrar empatia por volta dos cinco a seis meses. Nessa idade, os bebês já são capazes de observar atitudes e expressões faciais de alegria, tristeza, raiva, surpresa e sentem o carinho do aconchego familiar.
Depois da multiplicação dos pães, Jesus pediu a seus discípulos que entrassem no barco e fossem para o outro lado do mar, enquanto
ele ia se despedir da multidão. Depois de se despedir, Jesus subiu ao monte para rezar. O barco com os discípulos, já estava longe e era agitado pelas ondas revoltas e pelo vento contrário. Os apóstolos estavam com muito medo. E pelas três horas da madrugada, Jesus os alcançou caminhando sobre as ondas. Os apóstolos se assustaram, pensando que era um fantasma. “Coragem! Sou eu. Não tenham medo!”, disse Jesus.
A pandemia do novo coronavírus mudou a rotina do mundo e trouxe inúmeras dificuldades e desafios para a maioria dos países. Além de todos os problemas relacionados com o vírus em si, a pandemia está provocando efeitos graves em muitas outras áreas da saúde, como é o caso da materno infantil.
Um recente relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU) sobre a Estratégia Global para a saúde das mulheres, crianças e adolescentes, apontou situação bastante preocupante desta população nos últimos anos e que deve ser agravada ainda mais pela pandemia.
Segundo publicação da Revista Lancet, em muitos países os serviços de saúde estão comprometidos e o apoio social e financeiro para a população carente está sendo insuficiente. Muitos profissionais de saúde que trabalhavam na atenção básica foram realocados para ajudar no combate a COVID-19, prejudicando atendimentos essenciais de saúde.