Sabe-se que, nesse momento de pandemia, é ainda mais importante cuidarmos da nossa alimentação e da nossa saúde.
Por isso, que tal fazer a receita abaixo esse final de semana? Ela foi enviada pela Salete Canalle Saugo, da Paróquia Santo Antônio de Pádua, da Diocese de Chapecó/SC, e já consta em nosso material de e-Alimentação, aqui no AppVisita. Envie sua receita também!
Foto: CNBB
Por ocasião do 1º de agosto, Dia Mundial da Amamentação, a Pastoral da Criança apontou uma novidade para as mães brasileiras que, neste contexto de pandemia, ficam com medo dos riscos de transmitir o vírus para seus bebês na amamentação. Estudo, coordenado por especialistas ligados à pastoral, comprovou que as mães não transmitem o vírus a seus filhos e que, ao contrário, facilita que os bebês construam sua imunidade ao novo coronavírus.
A amamentação é muito importante para o bebê e para a mãe. Por isso, a Pastoral da Criança trabalha pela sua promoção nas mais de 28 mil comunidades em que atua e em parceria com todos os atores que a defendem e apoiam. Até os seis meses, o bebê só precisa receber leite de peito. Os bebês que são alimentados com outro tipo de leite têm mais risco de ter pneumonia, diarreia, infecção de ouvido, alergia e infecção urinária. Além de os bebês sofrerem mais com essas doenças, elas também surgem com maior gravidade. Isso acontece porque as defesas do corpo do bebê não são reforçadas com a proteção que o leite materno dá.
Voltar a cozinhar e comer mais em casa talvez sejam algumas das novidades da época de pandemia. No entanto, é preciso escolher bem os alimentos, preferir a comida de verdade e evitar os ultraprocessados.
Comida de verdade é aquela que usa alimentos in natura e minimamente processados, como frutas, legumes, verduras, arroz, feijão, grãos, carnes, ovos, que devem fazer parte do dia a dia das famílias, pois são excelentes fontes de fibras, vitaminas, minerais, proteínas e outros compostos essenciais para a manutenção da saúde e a prevenção das doenças.
Neste domingo, o Evangelho nos apresenta o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes. Jesus realizou esse milagre à margem do lago da Galileia, um lugar isolado, onde Ele se retirou com seus discípulos, depois que soube da morte de João Batista. Mas a multidão O seguiu. E era muita gente. Estava anoitecendo e Jesus vendo todo esse povo, sentiu compaixão. Trouxeram-lhe cinco pães e dois peixes. Ele os abençoou e os repartiu em pedaços e pediu aos discípulos que os distribuíssem para o povo. Todos comeram e ficaram satisfeitos e ainda sobrou.