Esse é um evangelho muito conhecido por todos. Os fariseus, querendo armar uma cilada para Jesus, queria que Ele caísse em contradição em suas palavras. Por isso, lhe perguntaram: “É lícito ou não pagar imposto a César?” Jesus, muito sábio, não só percebeu a maldade deles, como de modo inteligente respondeu: “Tragam-me uma moeda” e perguntou: “De quem é a figura e a inscrição dessa moeda?”. Eles responderam: “De César”. Então, Jesus falou: “Dai a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”.

Os Membros do Grupo Consultivo Estratégico e Técnico da Organização Mundial de Saúde publicaram hoje, na Revista Científica Lancet, um checklist dos componentes básicos de uma resposta epidemiológica sólida à pandemia de COVID-19.
Confira abaixo alguns desses itens:
Ao citar os direitos da infância, tais como saúde, educação e alimentação adequada, não podemos deixar de lembrar do direito de brincar.
O brincar é uma necessidade para o desenvolvimento infantil e está previsto na Declaração Universal dos Direitos Humanos, na Declaração dos Direitos da Criança, no Estatuto da Criança e do Adolescente, na Convenção sobre os Direitos da Criança e no Marco Legal da Primeira Infância (Lei 13.257).

No evangelho desta semana, Jesus nos fala da resposta que vem dada ao convite de Deus, representado por um rei, para participar de um banquete de casamento. O convite é de graça, aberto e universal. O interessante é que nenhum dos convidados aceita, porque tem outras coisas para fazer. Diante da rejeição dos convidados, o rei não suspende a festa e diz: “Ide às encruzilhadas dos caminhos e convidai para a festa todos os que encontrardes.”