Informações importantes sobre o Coronavírus

  • O que é coronavírus?

    27/08/2020

    Coronavírus1 é uma família de vírus que causa infecções respiratórias. O novo coronavírus(SARS-CoV-2)foi descoberto em 31 de dezembro de 2019 após casos registrados na China e provoca uma doença infecciosa chamadaCOVID-19.
    Os primeiros coronavírus humanos foram isolados pela primeira vez em 1937. No entanto, foi em 1965 que o vírus foi descrito como coronavírus, em decorrência do perfil na microscopia, parecendo uma coroa.
    A maioria das pessoas se infecta com coronavírus comuns ao longo da vida, sendo as crianças pequenas mais propensas a se infectarem com o tipo mais comum do vírus. Os coronavírus mais comuns que infectam humanos são o alpha coronavírus 229E e NL63 e beta coronavírus OC43, HKU1.

    Período de incubação do coronavírus

    O período de incubação é o tempo entre ser infectado pelo vírus e o início dos sintomas da doença. As estimativas atuais do período de incubação variam de 1 a 14 dias, mais frequentemente ao redor de 5 dias. Essas estimativas estão sendo atualizados à medida que mais dados se tornam disponíveis.

    Período de transmissibilidade do coronavírus
    De uma forma geral, a transmissão viral ocorre apenas enquanto persistirem os sintomas. É possível a transmissão viral após a resolução dos sintomas, mas a duração do período de transmissibilidade é desconhecido para o coronavírus.

    Fonte de infecção do coronavírus
    A maioria dos coronavírus geralmente infectam apenas uma espécie animalou pelo menos um pequeno número de espécies proximamente relacionadas. Porém, alguns coronavírus, como o SARS-CoV2, podem infectar pessoas e animais. O reservatório animal para o coronavírus (COVID-19) ainda é desconhecido. 

    1 Informações retiradas do site do Ministério da Saúde e da Organização Panamericada de Saúde (OPAS).

  • SINTOMAS e formas de TRANSMISSÃO

    27/08/2020

    Quais são os sintomas do coronavírus?

    Os sintomas da COVID-19 podem variar desde um simples resfriado até uma pneumonia severa. Sendos os sintomas mais comuns:

    • Tosse seca
    • Febre
    • Cansaço
    • Dor de garganta
    • Dificuldade para respirar

    Alguns pacientes podem apresentar dores, nariz entupido, dor de cabela, conjuntivite, diarreia, perda de paladar ou olfato, erupção cutânea na pele ou descoloração dos dedos das mãos ou pés. Esses sintomas geralmente são leves e começam gradualmente.

    A maioria das pessoas (cerca de 80%) se recupera da doença sem precisar de tratamento hospitalar. Uma em cada seis pessoas com COVID-19 fica gravemente doente e desenvolve dificuldade de respirar. As pessoas idosas e as que têm outras condições de saúde como pressão alta, problemas cardíacos e do pulmão, diabetes ou câncer, têm maior risco de ficarem gravemente doentes. No entanto, pessoas de todas as idades que apresentam dificuldade de respirar ou dor/pressão no peito, devem procurar atendimento médico imediato.

    Fonte: Ministério da Saúde e Organização Panamericana de Saúde (OPAS)

    Como o coronavírus é transmitido?

    As investigações sobre as formas de transmissão do coronavírus ainda estão em andamento, mas a disseminação de pessoa para pessoa, ou seja, a contaminação por gotículas respiratórias ou contato, está ocorrendo.

    Qualquer pessoa que tenha contato próximo (cerca de 1m) com alguém com sintomas respiratórios está em risco de ser exposta à infecção.

    A transmissão dos coronavírus costuma ocorrer pelo ar ou por contato pessoal com secreções contaminadas, como:

    • gotículas de saliva;
    • espirro;
    • tosse;
    • catarro;
    • contato pessoal próximo, como toque ou aperto de mão;
    • contato com objetos ou superfícies contaminadas, seguido de contato com a boca, nariz ou olhos.

    Os coronavírus apresentam uma transmissão menos intensa que o vírus da gripe.

    O período de incubação é o tempo entre ser infectado pelo vírus e o início dos sintomas da doença. As estimativas atuais do período de incubação variam de 1 a 14 dias, mais frequentemente ao redor de 5 dias. Essas estimativas estão sendo atualizados à medida que mais dados se tornam disponíveis.

    A transmissibilidade dos pacientes infectados por SARSCoV é, em média, 7 dias após o início dos sintomas. No entanto, dados preliminares do coronavírus (SARS-CoV-2) sugerem que a transmissão possa ocorrer mesmo sem o aparecimento de sinais e sintomas (assintomáticos ou na fase pré-sintomática).

    Até o momento, não há informações suficientes de quantos dias anteriores ao início dos sinais e sintomas uma pessoa infectada passa a transmitir o vírus.

    Há ainda um estudo da China sobre contaminação por fezes, o qual mostrou que, das 10 crianças avaliadas, 8 apresentaram teste de fezes positivo para coronavirus mesmo depois do teste do nariz e da gargante ter dado negativo (XU et al, 2020). Por isso, é muito importante que se tenha cuidado com a higiene na troca de fralda das crianças e idosos, pois pode haver o risco de contaminação.

    Saiba mais aqui: https://www.nature.com/articles/s41591-020-0817-4#Tab1

    Fonte: Ministério da Saúde e Organização Panamericana de Saúde (OPAS).


  • Formas de PREVENÇÃO

    27/08/2020

    O Ministério da Saúde orienta cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o coronavírus. Entre as medidas estão:

    • Lave com frequência as mãos até a altura dos punhos, com água e sabão, ou então higienize com álcool em gel 70%.
    • Ao tossir ou espirrar, cubra nariz e boca com lenço ou com o braço, e não com as mãos.
    • Evite tocar olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas.
    • Ao tocar, lave sempre as mãos como já indicado.
    • Mantenha uma distância mínima de cerca de 2 metros de qualquer pessoa tossindo ou espirrando.
    • Evite abraços, beijos e apertos de mãos. Adote um comportamento amigável sem contato físico, mas sempre com um sorriso no rosto.
    • Higienize com frequência o celular e os brinquedos das crianças.
    • Não compartilhe objetos de uso pessoal, como talheres, toalhas, pratos e copos.
    • Mantenha os ambientes limpos e bem ventilados.
    • Evite circulação desnecessária nas ruas, estádios, teatros, shoppings, shows, cinemas e igrejas. Se puder, fique em casa.
    • Se estiver doente, evite contato físico com outras pessoas, principalmente idosos e doentes crônicos, e fique em casa até melhorar.
    • Durma bem e tenha uma alimentação saudável.
    • Utilize máscaras caseiras ou artesanais feitas de tecido em situações de saída de sua residência. 

    Atenção:Sobre o uso de máscaras, na etapa "Informações para famílias e voluntários", há o tópico "Uso de Máscaras" que aprofunda algumas questões importantes.

    Profissionais de Saúde

    Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, determinadas pelo Ministério da Saúde e pelo local de trabalho, como máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção. 

    Fonte: Ministério da Saúde.

     


  • TRATAMENTO

    27/08/2020

    Como é feito o tratamento da pessoa infectada com coronavírus?

    Não existe tratamento específico para infecções causadas por coronavírus humano. No caso do coronavírus é indicado repouso e consumo de bastante água, além de algumas medidas adotadas para aliviar os sintomas, conforme cada caso, como por exemplo:

    • Uso de alguns medicamentos para dor e febre (antitérmicos e analgésicos).

    • Uso de umidificador no quarto ou tomar banho quente para auxiliar no alívio da dor de garganta e da tosse.

    Assim que os primeiros sintomas surgirem, é fundamental procurar ajuda médica imediata para confirmar diagnóstico e receber orientações.

    Todos os pacientes que receberem alta durante os primeiros sete dias do início do quadro (qualquer sintoma, independente de febre), devem ser alertados para a possibilidade de piora tardia do quadro clínico e sinais de alerta de complicações como: aparecimento de febre (podendo haver casos iniciais sem febre), elevação ou reaparecimento de febre ou sinais respiratórios, taquicardia (aumento dos batimentos cardíacos), dor pleurítica (dor no peito), fadiga (cansaço) e dispnéia (falta de ar).

    Importante: Inicialmente, ainda em março de 2020, o Ministério da Saúde (MS) não recomendava o uso de ibuprofeno e outros anti-inflamatórios não esteroidal (AINE) para pessoas com sintomas do novo coronavírus. Após atualização das informações pela Organização Mundial da Saúde relacionada a falta de evidências e incertezas quanto ao uso do ibuprofeno, o MS voltou atrás quanto a não recomendação, mas reforça que o uso preferencial deve ser de medicamentos a base de dipirona e paracetamol em caso de febre e dor. Também ressalta que pacientes que fazem uso continuado de ibuprofeno não devem interromper o tratamento sem que haja recomendação médica para isso.

     

    Ainda não há comprovação científica da eficácia de medicamento a base de cloroquina ou hidroxicloroquina para a COVID-19. Por isso, evite a automedicação.

     

  • DIAGNÓSTICO

    27/08/2020

    Como é feito o diagnóstico da COVID-19?

    O diagnóstico da COVID-19 é realizado primeiramente pelo profissional de saúde que deve avaliar a presença de critérios clínicos:

    • Pessoa com quadro respiratório agudo, caracterizado por sensação febril ou febre, que pode ou não estar presente na hora da consulta (podendo ser relatada ao profissional de saúde), acompanhada de tosse OU  dor de garganta OU coriza OU dificuldade respiratória, o que é chamado de Síndrome Gripal.
    • Pessoa com desconforto respiratório/dificuldade para respirar OU pressão persistente no tórax OU saturação de oxigênio menor do que 95% em ar ambiente ou coloração azulada dos lábios ou rosto, o que é chamado de Síndrome Respiratória Aguda Grave.

    Caso o paciente apresente os sintomas, o profissional de saúde poderá solicitar exames laboratoriais:

    • De biologia molecular (RT-PCR em tempo real) que diagnostica tanto a COVID-19, a Influenza ou a presença de Vírus Sincicial Respiratório (VCR).
    • Imunológico (teste rápido) que detecta, ou não, a presenção de anticorpos em amostras coletadas somente após o sétimo dia de início dos sintomas.

    O diangóstico da COVID-19 também pode ser realizado a partir de critérios como: histórico de contato próximo ou domiciliar, nos últimos 7 dias antes do aparecimento dos sintomas, com caso confirmado laboratorialmente para COVID-19 e para o qual não foi possível realizar a investigação laboratorial específica, também observados pelo profissional durante a consulta.

    Fonte: Ministério da Saúde.

     

     


  • Perguntas e respostas

    27/08/2020

    Grávidas correm mais riscos?

    De acordo com o Center for Disease Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos, ainda não sabemos se as mulheres grávidas têm maior chance de adoecer com a COVID-19 do que o público em geral, nem se são mais propensas a ter doenças graves como resultado. De qualquer forma, é preciso seguir todas as recomendações de prevenção, pois mulheres grávidas sofrem alterações em seus corpos que podem aumentar o risco de algumas infecções.

    Saiba mais:

    https://www.cdc.gov/coronavirus/2019-ncov/prepare/pregnancy-breastfeeding.html

    https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/02/28/coronavirus-gravidas-correm-risco-maior.ghtml

    https://www.who.int/news-room/q-a-detail/q-a-on-covid-19-pregnancy-childbirth-and-breastfeeding

    Gestantes infectadas podem transmitir o coronavírus para o feto?

    Segundo a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, como este é um novo vírus, estamos apenas começando a aprender sobre ele. Não podemos afastar a possibilidade que ocorra a transmissão do vírus para o bebê, mas a grande maioria dos estudos não encontrou o vírus no líquido amniótico ou no leite.

    Saiba mais:

    febrasgo.org.br/images/SOGIMIG-COVID19.pdf

    https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019/question-and-answers-hub/q-a-detail/q-a-on-covid-19-pregnancy-and-childbirth

    https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/02/28/gestantes-podem-transmitir-o-coronavirus-para-o-feto-e-durante-o-parto.ghtml

    O feto pode sofrer problemas de má formação quando a mãe está infectada com o coronavírus?

    Segundo a Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, para os casos leves de COVID-19, até o presente momento, não se identificou aumento das taxas de abortamentos, malformações ou outras complicações para o bebê. Contudo, nos casos graves, especialmente nas gestantes que desenvolvem pneumonia séria, estudos sugerem aumentar a chance de complicações na gestação, tais como abortamento, parto prematuro e pré-eclâmpsia.

    Saiba mais:

    https://www.febrasgo.org.br/images/SOGIMIG-COVID19.pdf

    As mães que amamentam e tem diagnóstico confirmado de coronavírus, podem continuar amamentando?

    Sim. Segundo nota da Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda-se que as mães continuem a amamentação. O leite materno tem o potencial de transmitir anticorpos maternos protetores ao bebê. Neste sentido é preciso seguir alguns cuidados para evitar a transmissão, como a lavagem correta das mãos antes de pegar o bebê e o uso de uma máscara durante a amamentação.
    No caso da mãe não se sentir à vontade para amamentar diretamente a criança, ela poderá extrair o seu leite manualmente ou usar bombas de extração láctea (com higiene adequada) e um cuidador saudável poderá oferecer o leite ao bebê por copinho, xícara ou colher (desde que esse cuidador conheça a técnica correta de uso desses utensílios).

    Importante seguir as orientações fornecidas pelo profissional de saúde.

    Saiba mais:

    https://www.sbp.com.br/fileadmin/user_upload/22467f-NA_-_AleitMat_tempos_COVID-19-_na_matern_e_apos_alta.pdf

    https://www.febrasgo.org.br/pt/noticias/item/949-notula-complementar-sobre-covid-19-e-aleitamento-materno

    O vírus que causa a COVID-19 pode ser transmitido pelo ar?

    A Organização Mundial da Saúde (OMS), no início de julho, reconheceu que há evidências surgindo da transmissão do coronavírus pelo ar, mas que estas ainda não são definitivas. De acordo com Benedetta Allegranzi, principal autoridade técnica de prevenção em controle de infecções da OMS, "...a possibilidade de transmissão pelo ar em locais públicos, especialmente em condições muito específicas, locais cheios, fechados, mal ventilados que foram descritos, não pode ser descartada... entretanto, os indícios precisam ser reunidos e interpretados, e continuamos a apoiar isso." A OMS se baseou em uma carta aberta elaborada por um grupo de 239 cientistas a qual alerta que partículas do novo coronavírus suspensas no ar podem infectar pessoas, sendo o risco maior em ambientes fechados.

    Saiba mais:

    https://agenciabrasil.ebc.com.br/internacional/noticia/2020-07/oms-reconhece-evidencias-sobre-transmissao-da-covid-19-pelo-ar

    https://g1.globo.com/bemestar/coronavirus/noticia/2020/07/07/oms-reconhece-surgimento-de-evidencias-sobre-transmissao-da-covid-19-pelo-ar.ghtml

    https://www.who.int/emergencies/diseases/novel-coronavirus-2019


    Preciso usar máscara para me proteger?

    Precisa. De acordo com o Ministério da Saúde, ouso de máscara pode ajudar na prevenção, porque também ajuda como barreira na propagação da doença, protegendo você e outras pessoas ao seu redor. Incentiva o uso de máscaras simples, desde que consideradas algumas especificações como por exemplo, que tenha pelo menos duas camadas de pano, ou seja, dupla face. Lembra que a máscara é individual e deve ser higienizada corretamente para garantir sua eficiência. 

    A Organização Mundial de Saúde (OMS) também está incentivando os países que emitem recomendações para o uso de máscaras em pessoas sem sintomas da Covid-19 e está colaborando com pesquisas para entender melhor a eficácia e eficiência das máscaras não cirúrgicas, chamadas de caseiras. Reforça que as máscaras cirúrgicas e respiradores, como N95, devem ser priorizadas para profissionais de saúde.

    Importante: De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), crianças menores de 2 anos não devem usar máscaras devido ao risco de sufocamento. Esta mesma recomendação é dada pelo Center for Diseases Control and Prevention (CDC) dos Estados Unidos.

    Saiba mais:

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6138:covid-19-oms-atualiza-guia-com-recomendacoes-sobre-uso-de-mascaras&Itemid=812 

    https://www.saude.gov.br/noticias/agencia-saude/46645-mascaras-caseiras-podem-ajudar-na-prevencao-contra-o-coronavirus 

    http://portal.anvisa.gov.br/documents/219201/4340788/NT+M%C3%A1scaras.pdf/bf430184-8550-42cb-a975-1d5e1c5a10f7

    Antibióticos são eficazes na prevenção ou tratamento da COVID-19?

    Não. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), os antibióticos não funcionam contra vírus, eles funcionam apenas em infecções bacterianas. A COVID-19 é causado por um vírus, portanto os antibióticos não funcionam. Antibióticos não devem ser usados ​​como um meio de prevenção ou tratamento de Covid-19.

    Saiba mais:

    https://portal.fiocruz.br/pergunta/antibioticos-sao-eficazes-na-prevencao-ou-tratamento-do-covid-19

    Há vacina?

    Ainda não. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), até o momento, não há vacina nem medicamento antiviral específico para prevenir ou tratar a COVID-19.
    Possíveis vacinas e alguns tratamentos medicamentosos específicos estão sob investigação. Eles estão sendo testados através de ensaios clínicos. A OMS está coordenando esforços para desenvolver vacinas e medicamentos para prevenir e tratar a COVID-19.

    Saiba mais: 

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:folha-informativa-novo-coronavirus-2019-ncov&Itemid=875

    Chá de abacate com hortelã, mel, uísque ou outras substâncias previnem a infecção pelo coronavírus?

    Não. De acordo com a Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina (como vitamina D), alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

    Saiba mais:

    https://portal.fiocruz.br/coronavirus-perguntas-e-respostas

    Animais de estimação podem transmitir o novo coronavírus?

    Houve casos de animais de pacientes com COVID-19 infectados com a doença. Como órgão intergovernamental responsável por melhorar a saúde animal no mundo, a Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) vem desenvolvendo orientações técnicas sobre tópicos especializados relacionados à saúde animal, dedicados a serviços veterinários e especialistas técnicos (incluindo testes e quarentena).

    • Existe a possibilidade de alguns animais serem infectados pelo contato próximo com seres humanos infectados. Ainda são necessárias mais evidências para entender se animais podem espalhar a doença.
    • Com base nas evidências atuais, a transmissão de humano para humano continua sendo o principal fator.
    • Ainda é muito cedo para dizer se os gatos podem ser o hospedeiro intermediário na transmissão da COVID-19.

    Saiba mais:

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875#risco


    Quanto tempo o novo coronavírus vive em uma superfície ou no ar?

    Segundo a Organização Panamericana de Saúde (OPAS), o mais importante a se saber sobre a presença de coronavírus em superfícies é que elas podem ser facilmente limpas com desinfetantes domésticos comuns, que matam o vírus. Estudos demonstraram que o vírus da COVID-19 pode sobreviver por até 72 horas em plástico e aço inoxidável, menos de 4 horas em cobre e menos de 24 horas em papelão. Como sempre, limpe suas mãos com um higienizador à base de álcool ou lave-as com água e sabão. Evite tocar nos olhos, na boca ou no nariz.

    Saiba mais: 

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875#superficies

    O ibuprofeno é recomendado para tratar a Covid-19?

    Inicialmente, ainda em março de 2020, o Ministério da Saúde (MS) não recomendava o uso de ibuprofeno e outros anti-inflamtatórios não esteroidal (AINE) para pessoas com sintomas do novo coronavírus. Após atualização das informações pela Organização Mundial da Saúde relacionada a falta de evidências e incertezas quanto ao uso do ibuprofeno, o MS voltou atrás quanto a não recomendação, mas reforça que o uso preferencial deve ser de medicamentos a base de dipirona e paracetamol em caso de febre e dor. Também ressalta que pacientes que fazem uso continuado de ibuprofeno não devem interromper o tratamento sem que haja recomendação médica para isso.

    Saiba mais:

    https://agenciabrasil.ebc.com.br/saude/noticia/2020-03/ministerio-da-saude-desaconselha-ibuprofeno-para-tratar-covid-19

    O medicamento Tamiflu pode ser usado para tratamento de infecção pelo coronavírus?

    Não. Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia, este medicamento somente está indicado para tratamento e prevenção de infecção pelo vírus influenza.

    Saiba mais: 

    https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/125/2020/05/97a9b85bc883622481e642a4714063027e35084002b20f7c48851d05bc3e20e4.pdf

    Tomei a vacina contra a gripe. Estou protegido contra o coronavírus?

    Não. Segundo a Sociedade Brasileira de Infectologia a vacina da gripe protege somente contra o vírus influenza.Esta vacina distribuída na rede pública é a vacina trivalente, que possui os dois tipos da Influenza A (H1N1 e o H3N2) e um vírus da Influenza B.

    Saiba mais:

    https://www.infectologia.org.br/admin/zcloud/125/2020/03/a10bbe8ddf9cde769147d60d71b6167070428492465e82ee96bdf67f8d20a011.pdf


    Fazer álcool em gel em casa é seguro?

    Não. Segundo Conselho Federal de Química a produção caseira do álcool em gel é arriscada e contraria a legislação brasileira. Há várias receitas caseiras na internet para produção de álcool em gel a partir do álcool líquido concentrado. O uso do álcool líquido em elevadas concentrações aumenta o risco de acidentes que podem provocar incêndios, queimaduras de grau elevado e irritação da pele e mucosas. Além disso, a depender do que se utiliza como espessante, ao invés de eliminar microrganismos pode-se potencializar sua proliferação.

    Segundo a Organização Panamericana de Saúde e a Organização Mundial da Saúde também reforçam que não divulgaram receita de gel para fazer em casa. Esse processo de produção caseira pode, inclusive, ser prejudicial à saúde. A recomendação da OPAS e da OMS é lavar as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool. Tanto álcool em gel quanto água e sabão são eficazes para matar vírus que podem estar nas mãos ou outra parte do corpo.

    Saiba mais:

    http://cfq.org.br/noticia/nota-oficial-esclarecimentos-sobre-alcool-gel-caseiro-higienizacao-de-eletronicos-e-outros/

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875#caseiro

    Posso pegar COVID-19 de fezes de alguém com a doença?

    Embora investigações iniciais sugiram que o vírus possa estar presente nas fezes em alguns casos, até o momento não houve relatos de transmissão fecal-oral da COVID-19. Além disso, não há evidências até o momento sobre a sobrevivência do vírus da COVID-19 em água ou esgoto.

    Saiba mais: 

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875#fezes



  • Teste seus conhecimentos sobre o coronavírus

    27/08/2020

    Faça nosso teste e fique por dentro das principais informações sobre o novo Coronavírus (COVID-19). 

    Clique abaixo, no botão Treinar do AppVisita.

  • EPICOVID19 - Participação da Pastoral da Criança

    27/08/2020

    O Estudo de Prevalência da Infecção por Covid-19 no Brasil (EPICOVID19-BR), coordenado pela Universidade Federal de Pelotas (UFPEL)  com financiamento do Ministério da Saúde, é o maior levantamento populacional do mundo a estimar a prevalência de Covid-19 por meio de detectação de anticorpos na população

    O estudo inclui acidade mais populosa de cada uma das 133 sub-regiões definidas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para o território brasileiro. A seleção das residências e das pessoas que serão entrevistadas e testadas ocorre por meio de um sorteio aleatório, utilizando os setores censitários do IBGE como base.

    Os pesquisadores que realizam as visitas estão identificados por crachá do IBOPE Inteligência e utilizam os equipamentos de proteção individuais (EPIs): máscaras, toucas, aventais, sapatilhas (todos descartáveis), óculos de proteção e luvas. Todos os profissionais são testados e apenas aqueles que tiverem resultado negativo realizam as visitas domiciliares. O estudo tem aprovação da Comissão Nacional de Ética em Pesquisa e cumpre todos os requisitos de segurança necessários, para proteger os pesquisadores e a população.

    Para o exame, os pesquisadores coletam uma gota de sangue da ponta do dedo do participante, que será analisada pelo aparelho de teste em aproximadamente 15 minutos. Enquanto aguarda o resultado, o participante responde a perguntas sobre sintomas da Covid-19 nas últimas semanas, busca por assistência médica e rotina em relação às medidas de prevenção e isolamento social. Em caso de resultado positivo, os profissionais comunicam a Vigilância Epidemiológica local.

    Em caso de dúvidas, os participantes podem entrar em contato para esclarecimentos sobre as visitas às casas pelos telefones 0800-800-5000, (11) 3335-8583, (11) 3335-8606; (11) 3335-8610, ou pelos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

    Diante de inúmeras dificuldades na coleta de dados, a UFPEL solicitou apoio da Pastoral Criança, a qual fez uma mobilização com sua base para que os pesquisadores fossem recebidos já que, na primeira fase, em 27 cidades, os entrevistadores foram presos e, em 8, os testes foram destruídos pela polícia.

    “Frente ao pedido de ajuda da UFPel, a Pastoral da Criança mobilizou mais de 100 bispos, toda a base da Pastoral da Criança e também secretários de saúde e assistência social, deputados, senadores, 3 ex-ministros, juízes, promotores e imprensa católica e leiga para reverter essa situação. Assim, mesmo com todas essas dificuldades iniciais, obteve-se uma boa taxa de resposta, similar a pesquisas nacionais da Espanha e melhor que as conduzidas na Áustria e Islândia.” ressalta o Coordenador Nacional Adjunto da Pastoral da Criança, Mestre em Epidemiologia e Doutor em Saúde Pública, Dr. Nelson Arns Neumann.

    A Pastoral da Criança tem plena confiança neste grupo de pesquisa: a Universidade Federal de Pelotas é parceira da Pastoral da Criança há mais de 30 anos, em várias iniciativas, incluindo os Mil Dias, Obesidade, Soro Caseiro, Bebê de Barriga para cima, entre muitas outras iniciativas. Pedimos imensamente que a população dos municípios abrangidos receba o pesquisador e colabore divulgando para a sua rede de contatos que se trata de uma pesquisa séria.

    Saiba mais:https://www.pastoraldacrianca.org.br/noticias2/5108-noticia-vatican-news

    https://www.pastoraldacrianca.org.br/images/noticias/2020/nota_pesquisa_covid_br_assinado.pdf

  • Resultados da 1ª e 2ª fases do EPICOVID19

    27/08/2020

    A Pastoral da Criança teve acesso prévio aos resultados da 1ª e 2ª fases. Compartilhamos abaixo os principais dados encontrados

    Total de participantes da 1ª fase (14-21 de maio):25.025

    Total de participantes da 2ª fase (4-7 de junho):31.165

    • Para as 83 cidades com amostras de 200 ou mais testes em ambas as fases, houve aumento no percentual de pessoas com anticorpos, de 1,9% para 3,1% no período de três semanas.
    • O percentual em nível municipal variou de 0,0% a 25,4% nas duas fases.
    • Onze das 16 cidades com percentual  acima de 2,0% na 1ª fase estavam localizadas em um trecho ao longo do rio Amazonas na região norte; na 2ª fase, havia 34 cidades com percentual acima de 2%, incluindo as mesmas 11 cidades da Amazônia e 14 da região Nordeste, onde a prevalência está aumentando rapidamente.
    • Os percentuais de pessoas com anticorpos foram acentuadamente mais baixos nas regiões Sul e Centro-Oeste e intermediários no Sudeste, onde o nível mais alto foi encontrado no Rio de Janeiro com 7,5% na 2ª fase.
    • Na 2ª fase, o percentual foi semelhante em homens e mulheres, mas foram observados níveis mais altos nos indivíduos de 20 a 59 anos e naqueles que viviam em condições de aglomeração
    • Os povos indígenas apresentaram percentuais de indivíduos com anticorpos de 6,4% em comparação com 1,4% entre os brancos.
    • Na população mais pobre o percentual foi de 3,7% em comparação com 1,7% na população mais rica.

    Como conclusão, os pesquisadores colocam que a pandemia é altamente heterogênea, com rápida escalada no norte e nordeste do Brasil e lenta progressão nas regiões sul e centro-oeste. 

    Um ponto preocupante que eles levantam é que o percentual de indivíduos com anticorpos entre os indígenas foi quatro vezes maior do que entre os brancos, e entre os mais pobre eram duas vezes mais altos que entre os mais ricos. Isso significa que estas populações são as mais afetadas pela COVID-19.

    Diante desta informação, a Pastoral da Criançaprecisa continuar atuando junto às famílias mais pobres, mesmo de forma virtual, para levar informações de prevenção e cuidado aos que mais precisam.

    Mais informações:http://epidemio-ufpel.org.br/uploads/downloads/19c528cc30e4e5a90d9f71e56f8808ec.pdf

     

  • Fake News

    03/09/2020

    Fake news sobre o novo coronavírus estão circulando com força total. Fizemos um levantamento nos jornais e sites confiáveis1 sobre as principais notícias falsas que estão circulando e disponibilizaremos abaixo.

    “Água quente é capaz de matar o vírus” FALSO

    Uma mensagem que está sendo amplamente compartilhada nas redes sociais traz uma orientação supostamente dada por um profissional da saúde sobre beber água quente (entre 26ºC e 27ºC)para matar o coronavírus. O Ministério da Saúde lembra que a temperatura do corpo é de ao menos 36ºC, portanto, ingerir líquidos nas temperaturas sugeridas não faria qualquer diferença. Enfatiza, no entanto, que não há medicamento, substância, vitamina ou alimento específico capaz de evitar o contágio.

    “Coronavírus veio dos inseticidas”FALSO

    Circula na internet uma imagem que mostra o rótulo de um inseticida, no qual se lê “human coronavírus”. Muito que bem, as imagens são falsas. Ainda não há consenso na comunidade científica sobre a origem do novo coronavírus. No entanto, as formas de transmissão e contaminação, explica o Ministério da Saúde, são por meio do contato com secreções ou pelo ar.

    “Ao estourar plástico bolha, lembre que o ar vem da China”FALSO

    Um boato que está fazendo suceso nas correntes de WhatsApp no Brasil é o que diz que o ar do plástico bolha que envolve produtos importados da China pode estar contaminado pelo novo coronavírus. Segundo o Ministério da Saúde, não há qualquer evidência sugerindo a veracidade dessa informação. “Vírus geralmente não sobrevivem muito tempo fora do corpo de outros seres vivos, e o tempo de tráfego destes produtos costuma ser de muitos dias”, lembrou a entidade.

    “Vacina contra a Covid-19 foi descoberta”FALSO

    Já há vacinas em teste em algumas partes do mundo, mas ainda não está disponível para a população.

    “Desinfetantes antibactericidas não têm eficácia contra a doença”FALSO

    Nos Estados Unidos, país que já registra quase 5 mil casos confirmados do novo coronavírus, um boato que está circulando com força é o de que desinfetantes antibactericidas para as mãos não teriam eficácia contra a doença. De acordo com a revista americana Newsweek, essa fake news começou a se espalhar no início de março, via Twitter, e não tem qualquer fundamento: segundo o Centro de Controle de Doenças do país, é perfeitamente possível usar o item para higienizar as mãos quando não há água e sabão disponíveis.

    “Urina e estrume de vaca pode curar o novo coronavírus”FALSO

    Na Índia, uma política do partido governista Bharatiya Janata (o mesmo do primeiro—ministro Narendra Modi) disse à imprensa que as pessoas poderiam usar urina e estrume de vaca para curar o novo coronavírus. Vale lembrar que a vaca é considerada sagrada no país e que o uso da urina deste animal em situações terapêuticas é comum. Nesta sexta-feira, 12, informou a agência Reuters, um grupo religioso irá até realizar uma festa para o consumo do líquido, apesar dos alertas de profissionais da saúde quanto a sua eficácia contra o novo coronavírus e os riscos que a ingestão pode trazer.

    “Ingestão de álcool ajuda a combater o vírus” FALSO

    No Irã, um dos países mais fechados do mundo e onde o consumo de bebidas alcóolicas é proibido, circulou o boato de que a ingestão de álcool poderia combater o vírus. Como resultado, 40 pessoas morreram por complicações decorrentes da ingestão de álcool puro do tipo usado na limpeza ou bebidas contrabandeadas.

    “Vacina desenvolvida na Austrália está à venda na Suíça”FALSO

    A Itália é um dos países mais afetados pela epidemia do novo coronavírus. Hoje, é o segundo maior em número de casos confirmados, atrás apenas da China. Não à toa, o país inteiro está em quarentena. Por lá, a desinformação também anda em alta. Um dos boatos mais populares diz respeito à uma vacina, que teria sido desenvolvida na Austrália, e que poderia ser usada no combate ao vírus.

    Ainda de acordo com a história, a vacina só poderia ser encontrada na Suíça. Essa mentira circulou especialmente em Veneza, em um folheto distribuído nas ruas da cidade. Nele, havia um endereço de e-mail e instruções para o depósito de 50 euros para a aquisição da vacina. A história é boa e, evidentemente, trouxe esperanças para muitas pessoas, mas é falsa.

    “Cocaína protege contra o vírus”FALSO

    Se na Índia, o boato falava sobre o consumo de urina de vaca, na França, diz respeito ao uso de uma droga, a cocaína. Na semana passada, o governo francês precisou fazer um post em suas contas oficiais nas redes sociais para desmentir a história. “Não, a cocaína não te protege contra a COVID-19. É uma droga viciante, que causa efeitos colaterais sérios e é prejudicial à saúde das pessoas”, dizia a mensagem oficial.

    “Prender a respiração por 10 segundos indica se a pessoa tem a doença” FALSO

    No Brasil, a desinformação também está circulando com força total. Um dos boatos fala sobre uma espécie de teste caseiro, que revelaria se a pessoa foi contaminada pela doença: respirar fundo, prender a respiração por mais de 10 segundos. Se conseguir fazer isso sem tossir, você não está infectado. A questão é séria e fez com que o Ministério da Saúde montasse uma página dedicada ao monitoramento dessas histórias e a checagem dos fatos.

    A OMS disse que notas de dinheiro carregam COVID-19FALSO

    A Organização Mundial da Saúde não disse que notas de dinheiro transmitem COVID-19, nem emitiu avisos ou declarações sobre isso. A OMS recomenda que as pessoas lavem as mãos regularmente com água e sabão ou higienizador à base de álcool, para matar vírus que possam estar nas mãos.

    A OPAS ou a OMS divulgaram uma receita de gel pra fazer em casaFALSO

    A OPAS (Organização Pan0Americana de Saúde) e a OMS não divulgaram receita de gel para fazer em casa. Esse processo de produção caseira pode, inclusive, ser prejudicial à saúde. A recomendação da OPAS e da OMS é lavar as mãos com água e sabão ou higienizador à base de álcool. Tanto álcool em gel quanto água e sabão são eficazes para matar vírus que podem estar nas mãos ou outra parte do corpo.

    Café previne o coronavírusFALSO

    Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas para o combate ao coronavírus (COVID-19), entretanto, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus (COVID-19).

    Fumar NÃO aumenta o risco da forma grave de coronavírusFALSO

    Fumar aumenta o risco de desenvolver a forma grave do coronavírus (COVID-19). As pessoas que fumam, independente da idade, fazem parte do grupo de risco. Saiba mais em: https://bit.ly/2RpcPWh.

    Alimentos alcalinos evitam coronavírusFALSO

    Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas para o combate ao coronavírus (COVID-19), entretanto, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus (COVID-19).

    Medicamento para COVID-19FALSO

    Não compartilhe essa mensagem, ela é falsa! Até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus (COVID-19).

    Beber água de 15 em 15 minutos cura o coronavírusFALSO

    Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas para o combate ao coronavírus (COVID-19), entretanto, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus (COVID-19).

    Rússia anuncia cura para o coronavírusFALSO

    Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas para o combate ao coronavírus (COVID-19), entretanto, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir ou curar a infecção pelo coronavírus (COVID-19).

    Chá de limão com bicarbonato quente cura o coronavírusFALSO

    Muitas pesquisas estão sendo desenvolvidas para o combate ao coronavírus (COVID-19), entretanto, até o momento, não há nenhum medicamento, substância, vitamina, alimento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo coronavírus (COVID-19).

    Termômetro infravermelho causa dano à glândula pinealFALSO

    É falsa a mensagem que viralizou nas redes sociais que o termômetro infravermelho apontado para a testa pode causar danos à saúde. Não há evidência alguma sobre isso. Segundo reportagem da G1 e médicos entrevistados pela CBN ".. anatomicamente impossível que o termômetro cause prejuízo à glândula pineal, que faz parte do nosso sistema endócrino, fica no centro do cérebro e é resguardada por estruturas de tecido e osso."

    https://g1.globo.com/fato-ou-fake/coronavirus/noticia/2020/08/17/e-fake-que-termometro-infravermelho-cause-dano-a-glandula-pineal.ghtml

    https://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/2020/09/e-falso-que-medicao-de-temperatura-na-testa-cause-danos-a-saude.shtml

    https://www.cnnbrasil.com.br/saude/2020/09/03/correspondente-medico-existe-risco-em-medir-a-temperatura-pela-testa


    Atenção: Se você tiver alguma dúvida relacionada a qualquer notícia que chega, envie-nos pelo Correio do AppVisita. Verificaremos se a informação procede ou não.



    1 Fontes:
    https://exame.abril.com.br/mundo/5-fake-news-sobre-coronavirus-que-estao-circulando-pelo-mundo/

    https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:folha-informativa-novo-coronavirus-2019-ncov&Itemid=875

    https://www.saude.gov.br/fakenews/