
O Evangelho deste domingo, escrito por São Marcos, conta que Jesus fez a seguinte pergunta para os Apóstolos: “Quem dizem as pessoas que eu sou?” E cada um deles foi dizendo: “Olha, alguns dizem que você é João Batista! Outros dizem que você é um grande profeta! Que você é Elias!” E foram dizendo, mais ou menos como algumas pessoas falam hoje de Jesus: Que Jesus era um grande pensador! Que era uma pessoa que tinha ideias claras sobre a justiça! Que era um homem muito bom! E assim por diante.
E logo em seguida, Jesus fez uma pergunta bem direta para os Apóstolos: “E vós, quem dizeis que eu sou?” Aqui, todos ficaram em silêncio. Só um teve a coragem de responder: o apóstolo Pedro. E a sua resposta também foi direta: “Você é o Cristo, o Messias, o enviado de Deus.”
Neste domingo, o Evangelho escrito por São Marcos narra que Jesus estava num certo lugar da Galileia, quando lhe trouxeram um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. E eu vou ler um trechinho aqui, porque é muito bonito: “Jesus afastou-se com o homem, para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e com a saliva tocou a língua dele. Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá”, que quer dizer: “Abre-te!” Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade.”
Às vezes, a surdez não é física, mas é do coração. Somos surdos quando não ouvimos os bons conselhos que muitas pessoas nos dão; somos surdos para ouvir o que nossos familiares e verdadeiros amigos querem nos dizer. Somos surdos quando tratamos mal as pessoas. Quando não ouvimos os apelos de Deus e nos omitimos.

No Evangelho deste domingo Marcos descreve os rituais que os fariseus seguiam e que Jesus e os discípulos não seguiam. Isso gerava muita crítica. Diz aqui no Evangelho: “Naquele tempo, os fariseus e alguns mestres da Lei vieram de Jerusalém e se reuniram em torno de Jesus. Eles viam que alguns dos seus discípulos comiam o pão com as mãos impuras, isto é, sem as terem lavado. Perguntaram a Jesus: “Por que os teus discípulos não seguem a tradição dos antigos, mas comem o pão sem lavar as mãos?” E Jesus disse: “Escutai todos e compreendei: o que torna impuro o homem não é o que entra nele vindo de fora, mas o que sai do seu interior. Pois é de dentro do coração humano que saem as más intenções, imoralidades, roubos, assassinatos, adultérios, ambições desmedidas, maldades, fraudes, devassidão, inveja, calúnia, orgulho, falta de juízo. Todas essas coisas más saem de dentro, e são elas que tornam impuro o homem”.
A Cantina do Museu da Vida é, assim como as demais exposições, um espaço de encontros, fortalecimento de vínculos, aprendizados e construção coletiva de saberes.
Por isso, a proposta da Cantina do Museu da Vida é proporcionar um ambiente de convivência em família e oferecer refeições deliciosas e com comida de verdade.
Neste sábado, a Cantina do Museu da Vida promove a Feijoada da Pastoral da Criança em que, assim como os demais pratos, todo o valor de venda será revertido para a entidade.
Teremos opções para todas as preferências: buffet e take away (retirada no balcão).