A Pastoral da Criança está estruturada em níveis de atuação (comunidade, paróquia, diocese, estado e país) com equipes de coordenação e conselhos em cada instância, conforme normas definidas em seu Regimento Interno, aprovado pela Assembleia Geral.


Exercida por um líder da Pastoral da Criança na própria comunidade.
Responsável por diversas comunidades de uma mesma paróquia. O coordenador é indicado pelos coordenadores comunitários e ratificado pelo pároco.
Responsável pelas paróquias da diocese. O coordenador é indicado pelos coordenadores paroquiais e ratificado pelo bispo diocesano.
Responsável pelas dioceses do estado. O coordenador é indicado pelos coordenadores diocesanos e ratificado pelo bispo referencial.
Responsável por apoiar as ações em todo o país. O coordenador nacional é nomeado pelo Presidente do Conselho Diretor e ratificado pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
Eleito pela Assembleia Geral e ratificado pela CNBB.
Órgão máximo da Pastoral da Criança, composto pelo Conselho Diretor, representantes das coordenações estaduais e da Associação Nacional dos Amigos da Pastoral da Criança (Anapac).
| Conselho Diretor | Conselho Fiscal | Conselho Econômico |
| Dom Severino Clasen | Maria Paula da Silva Prado (PR) | Luiz Vicente Dutra (RS) |
| Milton Dantas Silva – secretário | Marister Pereira de Oliveira Guimarães (CE) | João Barreto Lopes (PR) |
| Suplentes: Adriana Aleixo de Sena Maria Helena Barsanelli Cella |
Pe. Marcos André de Oliveira (PR) Suplentes: Francisco Otávio Araújo dos Santos (PA) Silvio da Rocha Sant'ana (DF) Otávio Gabriel Pereira (MG) |


Acesse os documentos que orientam a estrutura e o funcionamento da Pastoral da Criança.
No calendário litúrgico, este domingo é a Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo, Rei do Universo, também conhecida como a Festa de Cristo Rei. O Evangelho proposto é o Evangelho narrado por São João, no momento trágico, dramático do processo de julgamento de Jesus. Jesus está diante de Pilatos.
“Naquele tempo, Pilatos chamou Jesus e perguntou-lhe: “Tu és o rei dos judeus?” E Jesus respondeu: “Sim, eu sou rei. Mas não sou um rei deste mundo.” Mas que rei era Jesus? Quando Jesus diz: “não sou um rei deste mundo”, não significa que é um rei de outro mundo, mas que é um rei de outro modo.
O Evangelho deste domingo parece meio assustador. Começa narrando sinais impactantes: “Naqueles dias, depois da grande tribulação, o sol vai escurecer, e a lua não brilhará mais, as estrelas começarão a cair e as forças do céu serão abaladas”.
Estamos no mês de novembro e todos os anos, nesse período, ouvimos esse evangelho. É o final do Ano Litúrgico. Estamos em um tempo que parece que tudo morre. Mas quer dizer que Jesus está perto. Quer dizer que quando algo morre não termina tudo, não é o fim. Pensem em uma semente jogada na terra. O que acontece? Nasce uma planta. E mesmo onde tudo está feio tem sempre uma semente boa que nasce. Temos que ter esperança e inserir o bem, mesmo diante das maiores dificuldades e dos cenários mais terríveis.

No dia de Oração e Ação pela Criança, a Pastoral da Criança e a Arigatou Internacional, por meio da Rede Global de Religiões pela Criança (GNRC), convidam você para participar da Live: