Hoje, celebramos o Domingo de Ramos que comemora a entrada de Jesus em Jerusalém.
Esse é um evento da vida de Jesus mencionado nos quatro evangelhos. Jesus entrou em Jerusalém, montado em um jumentinho, simbolizando a humildade e a paz.
A partir de hoje, começamos a viver a semana santa, a semana da paixão, morte e ressurreição de Jesus. A paixão de Jesus não é um fato que diz respeito ao passado, mas que tem a ver com o presente. Todas as vezes que acompanhamos a liturgia da Semana Santa, a gente se emociona, se comove, a gente chora e sofre junto com Jesus. Todos os anos experimentamos a alegria de ver Jesus entrar em Jerusalém montado num burrinho e experimentamos a tristeza de vê-lo condenado à morte e crucificado. Mas também depois de todo sofrimento, temos a alegria da Ressurreição.
Jesus tocava as pessoas, e nosso encontro pessoal com Ele precisa destes momentos presenciais. O contato presencial, na visita domiciliar e nas demais atividades, contribui para a proximidade de vocês, líderes, com as famílias, possibilita identificar aquelas com maior necessidade e facilita o suporte para as que mais precisam de ajuda.
Queremos aqui parabenizar quem já está fazendo as três ações e pedir, para os que ainda não estão, para retomar as principais atividades dos líderes de forma presencial:
A Campanha Nacional de Vacinação contra a Influenza começa hoje, 4 de abril, com a distribuição de 80 milhões de doses. A Pasta prevê cerca de 76,5 milhões de pessoas nos grupos considerados prioritários. A previsão é que a campanha vá até dia 3 de junho.
O Ministério da Saúde não deixa de ressaltar a importância da vacinação contra a gripe.
A vacinação contra a gripe é uma estratégia do Governo Federal para minimizar a carga do vírus, reduzindo os sintomas, que também podem ser confundidos com os da Covid-19. Assim, previne o surgimento de complicações decorrentes da doença, óbitos e consequências nos serviços de saúde.
Estamos no Quinto Domingo da Quaresma. O evangelho de hoje, narrado por João, nos mostra
que Jesus estava ensinando no templo, quando os escribas e fariseus trouxeram diante dele uma mulher e disseram: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em adultério e segundo a lei judaica deve ser apedrejada. O que você tem a nos dizer?”
A resposta de Jesus interessava muito para eles, porque queriam pegá-lo numa armadilha, numa contradição. Todos nós sabemos o que Jesus respondeu: “Quem é sem pecado que atire a primeira pedra.”
Aqui, é interessante observar a maneira como Jesus se comportou diante dessa situação. Diz o Evangelho que Jesus se inclinou, escreveu com o dedo na terra, depois se levantou, falou, e de novo se inclinou para escrever na terra. A gente podia perguntar: no meio daquela gente toda, quem era a única pessoa no chão? Era a mulher que eles queriam apedrejar. Jesus, ao inclinar-se, quis dizer para ela “estou contigo”. Estar em pé significava estar ao lado dos que a julgavam. Estar inclinado, significava estar ao lado de quem estava sofrendo. O que mais impressiona em Jesus é que no lugar onde havia maldade e segundas intenções dos fariseus, Jesus não julgou, mas demonstrou misericórdia.