O evangelho de hoje narra as pregações de João Batista e nelas vemos como ele era corajoso e
como orientava o povo sobre como mudar seu modo de vida, para estar mais de acordo com a vontade de Deus. As pessoas perguntavam a João: “Que devemos fazer?” e João respondia: “Quem tiver duas túnicas dê uma a quem não tem; e quem tiver comida faça o mesmo!” Até os cobradores de imposto perguntaram a João o que eles deviam fazer. João respondeu: “Não cobreis mais do que foi estabelecido”. E assim por diante.
O povo estava inquieto e se perguntando se João mão seria o Messias tão esperado. João prontamente respondeu: “Eu vos batizo com água, mas virá aquele que é mais forte do que eu. Eu não sou digno de desamarrar a correia de suas sandálias”. Com isso, João Batista demonstrou sua grande humildade em se reconhecer como servo, como mediador. Ele não era o protagonista, mas fazia o que podia para preparar a vinda do Filho de Deus.
No Evangelho deste domingo, o evangelista Lucas narra a primeira pregação de João Batista. Um homem estranho que vivia no deserto, assim diziam algumas pessoas, porque ele usava uma roupa de pelos de camelo, um cinto de couro e se alimentava de gafanhotos e mel silvestre. Ele era austero também na sua pregação. Ele gritava: “Esta é a voz daquele que grita no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai suas veredas. Todo vale será aterrado, toda montanha e colina serão rebaixadas; as passagens tortuosas ficarão retas e os caminhos acidentados serão aplainados. E todas as pessoas verão a salvação de Deus”.
No Advento, inicia-se um novo ano litúrgico. Nesse momento especial, é preciso se preparar para a vinda de Jesus. No evangelho de Lucas 21, 34-36 é pedido para vigiarmos e não termos medo diante das tribulações.