Estamos no Quinto Domingo da Quaresma. O evangelho de hoje, narrado por João, nos mostra
que Jesus estava ensinando no templo, quando os escribas e fariseus trouxeram diante dele uma mulher e disseram: “Mestre, esta mulher foi surpreendida em adultério e segundo a lei judaica deve ser apedrejada. O que você tem a nos dizer?”
A resposta de Jesus interessava muito para eles, porque queriam pegá-lo numa armadilha, numa contradição. Todos nós sabemos o que Jesus respondeu: “Quem é sem pecado que atire a primeira pedra.”
Aqui, é interessante observar a maneira como Jesus se comportou diante dessa situação. Diz o Evangelho que Jesus se inclinou, escreveu com o dedo na terra, depois se levantou, falou, e de novo se inclinou para escrever na terra. A gente podia perguntar: no meio daquela gente toda, quem era a única pessoa no chão? Era a mulher que eles queriam apedrejar. Jesus, ao inclinar-se, quis dizer para ela “estou contigo”. Estar em pé significava estar ao lado dos que a julgavam. Estar inclinado, significava estar ao lado de quem estava sofrendo. O que mais impressiona em Jesus é que no lugar onde havia maldade e segundas intenções dos fariseus, Jesus não julgou, mas demonstrou misericórdia.
de acontecimentos muito importantes para a nossa vivência de fé. No texto de hoje, o evangelista Lucas narra uma parábola muito conhecida: a história do Filho Pródigo. Assim disse Jesus: ‘Um homem tinha dois filhos. O filho mais novo disse ao pai: “Pai, dá-me a parte da herança que me cabe”.
Nesta sexta-feira, 25 de março, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e a Nunciatura Apostólica realizarão uma Celebração Eucarística, na Capela Nossa Senhora Aparecida — sede da entidade em Brasília (DF). A oração é um pedido do Papa Francisco para que as Dioceses do mundo inteiro orem pela paz e consagrem os dois países à Mãe de Jesus.
e conversão. A passagem do Evangelho de hoje tem muito a nos ensinar sobre isso. Lucas narra que Jesus contou uma parábola que falava de um homem que tinha uma figueira plantada na sua vinha, mas que estava muito decepcionado, porque a figueira não dava frutos. Então, mandou cortá-la, dizendo: “Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho. Corta-a; por que ocupa ainda a terra inutilmente?”. O empregado respondeu rapidamente dizendo: “Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; e, se der fruto, ficará e, se não, depois a mandarás cortar”.