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São os países em situação de vulnerabilidade em que a Pastoral da Criança Internacional está presente, em especial de Guiné-Bissau, Moçambique, Haiti e Guatemala. Mas também, poderá colaborar com ações na Bolívia, Filipinas, Venezuela e demais países.

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 Haiti

 

Por que ajudar outros países?

De acordo com o Relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) 2016, de maneira geral, as taxas de mortalidade até os cinco anos diminuíram consideravelmente no mundo. Porém, a publicação demonstra que essa redução não ocorreu em todos os países. Guiné-Bissau e Moçambique, por exemplo, continuam na lista dos 25 países onde essa taxa é mais elevada. A cada mil crianças guineenses nascidas, 93 não passam do quinto ano de vida. Entre as moçambicanas, esse número chega a 79 a cada mil. A falta de médicos, enfermeiros e demais profissionais de saúde torna a situação ainda mais grave.

O Relatório da Unicef mostra, ainda, que a desigualdade social aumentou da década de 1990, para os anos 2000, mantendo diversas situações de pobreza – o que traz consequências para todos, principalmente para as crianças, que ficam expostas à insalubridade, doenças, baixa escolaridade, falta de oportunidades melhores de desenvolvimento e, em muitos casos, não recebem alimentação e cuidados adequados.

Outro dado que chama a atenção é o índice de desenvolvimento humano (IDH), uma classificação internacional que leva em consideração saúde, educação, renda e expectativa de vida ao nascer. A escala vai de 0 a 1, sendo que quanto maior o número, melhor é a qualidade de vida da população. Entre 188 países avaliados, o Brasil está na 75ª posição, com IDH de 0,755. A Guatemala, por sua vez, é o 128º país, com 0,627. O Haiti possui o pior índice do continente americano (0,483) e ocupa o 163º lugar. Nas últimas posições, Guiné-Bissau está na 178ª, com apenas 0,420 – índice baixíssimo. E Moçambique na 180ª, com índice de 0,416 (Fonte: 2015 Human Development Report).

Mudar essa situação envolve poderes públicos, gestores internacionais e locais, sociedade civil organizada, comunidades e famílias. Todos devem se empenhar em promover vida digna para as crianças e criar um ambiente favorável para que elas possam viver e se desenvolver plenamente.

Quando a Pastoral da Criança começou a agir no Brasil, a situação também era preocupante. Mas, muitos avanços foram conquistados, especialmente com informação e a dedicação dos líderes voluntários. Essa trajetória serve de exemplo para outros países, que podem colaborar com a transformação que suas populações tanto necessitam, por meio de uma metodologia simples e muita solidariedade. Essa mudança não é fácil e rápida. Por isso, a hora de mudar é agora, pensando sempre na missão de levar vida plena para todas as crianças.

Para Rubia, “realizar a campanha Pequenos Reis Magos é uma forma concreta de exercer a fraternidade cristã, como nos pede o Papa Francisco, para que sejamos uma Igreja em saída. É uma maravilhosa oportunidade de celebrar o verdadeiro espírito de Natal, que é partilhar amor com os mais necessitados e glorificar a Deus na pessoa do irmão”.

Dados sobre os países beneficiados em comparação com o Brasil

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A exposição Juntos pela Vida, que ficou aberta no Museu da Vida de novembro de 2016 a fevereiro de 2017, apresentou informações sobre os países beneficiados pela campanha Pequenos Reis Magos de 2016. Acesse: Exposição "Juntos pela Vida".