Nomes para lista tríplice

O candidato, na ficha de inscrição de candidatos à Lista Tríplice, declara:
1.
prestigiar a Pastoral da Criança por todos os meios;
2. propagar o espírito solidário entre seus membros e beneficiários, conforme Estatuto da Pastoral da Criança no seu art. 10º, parágrafo III;
3. estar ciente da Missão do Coordenador
e ainda;
4.
comprometer-se a
utilizar o AppVisita como instrumento básico de sua coordenação. Importante: o AppVisita deverá ser instalado no dispositivo (celular ou tablet) do próprio coordenador, mas, em caso de dificuldade, este poderá utilizar dispositivos de terceiros para o exercício de sua coordenação: celular de parente, vizinho ou um membro da equipe de coordenação são elegíveis para isso.

Uma maneira fácil de comprovar os itens 3 e 4 acima é utilizar a e-capacitação do Appvisita: basta o candidato fazer as avaliações que constam no material.

Lembramos que a avaliação não precisa ser individual: o candidato pode pedir ajuda a outras pessoas e fazer a avaliação em conjunto. Isto porque coordenação também não é tarefa para uma só pessoa: ao passar na avaliação em equipe o candidato demonstra que pode reunir pessoas que vão ajudá-lo a fazer uma boa coordenação.

Todo membro da Assembleia, bem como a Autoridade Eclesiástica e os Coordenadores das instâncias superiores, podem propor nomes de pessoas que conheçam e comunguem dos objetivos da Pastoral da Criança para serem votados, visando a composição da lista tríplice. Os indicados não precisam estar presentes, mas devem ter aceito a indicação formalmente ou por intermédio de um dos membros da Assembleia.

Impedimentos em listas tríplices

1) As Coordenações da Pastoral da Criança, Estadual no caso de Ramo e Nacional nos casos de Estado e Setor, poderão comunicar à autoridade eclesiástica que há candidatos na lista tríplice que não tem condições de assumir a coordenação de ramo, setor ou estado.
2) A autoridade eclesiástica poderá rejeitar a lista e solicitar nova lista tríplice à Assembleia Geral.
3) Caso o mandato da atual coordenadora expire, a Coordenação da Pastoral da Criança supra citada no primeiro item, em conjunto com a autoridade eclesiástica, nomeará um coordenador interino até que a Assembleia Geral indique 3 novos nomes viáveis para a ratificação.

Regimento Interno da Pastoral da Criança

Regimento Interno da Pastoral da Criança  estabelece como são indicados e ratificados os diversos coordenadores da Pastoral da Criança. Eis os principais artigos:

Conselhos de Representantes dos Beneficiários e Agentes Voluntários
Art. 33 – O Conselho de Representantes dos Beneficiários e Agentes Voluntários em nível comunitário é constituído por um grupo de beneficiários da Pastoral da Criança e um ou mais agentes voluntários com seu coordenador. O coordenador comunitário será escolhido entre os líderes da comunidade a que pertence e ratificado pelo coordenador do Ramo.

Art. 34 – O Conselho de Representantes dos Beneficiários e Agentes Voluntários em nível de ramo é constituído pelos coordenadores comunitários, com o coordenador de ramo e sua equipe de apoio. O coordenador de ramo será indicado, em lista tríplice, pelos coordenadores comunitários do respectivo ramo. O coordenador de setor apresentará a lista tríplice ao pároco, que escolhe e ratifica um dos nomes.
Parágrafo único: Em Ramos que possuem apenas uma comunidade ativa, o coordenador de Ramo não pode ser reeleito. Neste caso, o Coordenador de Ramos será indicado, em lista tríplice, pelos líderes do respectivo Ramo. O Coordenador de Setor apresentará a lista tríplice ao pároco, que escolhe e ratifica um dos nomes. O coordenador de ramo será indicado, em lista tríplice, pelos líderes comunitários da única comunidade ativa, assim entendida aquela que tenha enviado informações (AppVisita ou FABS - Folha de Acompanhamento das Ações Básicas de Saúde, Nutrição e Educação), nos últimos 3 (três) meses.

Art. 35 – O Conselho de Representantes dos Beneficiários e Agentes Voluntários em nível de Setor é constituído pelos coordenadores de Ramo e o Coordenador de Setor. O Coordenador de Setor será indicado, em lista tríplice, pelos coordenadores de Ramos. O coordenador estadual apresentará a lista tríplice ao Bispo, que escolhe e ratifica um dos nomes.

Art. 38 – Cada Coordenador terá um suplente, eleito anualmente em Assembleia, com a missão de representá-lo nas Assembleias Gerais e nos Encontros promovidos pela Pastoral da Criança, na impossibilidade do Coordenador comparecer.

Art. 39 – Nas assembleias convocadas para a indicação da lista tríplice nos diversos níveis, é obrigatório que cada coordenador indique o nome de três pessoas diferentes no seu voto. Será considerado nulo o voto que não apresentar três nomes diferentes.
Parágrafo 1º: Todo membro da Assembleia, bem como a Autoridade Eclesiástica e os Coordenadores das instâncias superiores podem propor nomes de pessoas que conheçam e comunguem dos objetivos da Pastoral da Criança para serem votados visando a composição da lista tríplice. Os indicados não precisam estar presentes mas devem ter aceitado a indicação formalmente ou por intermédio de um dos membros da Assembleia. (Aprovado na Assembleia Geral de 2007)
Parágrafo 2º: Deverão ser votadas apenas as pessoas, cujo compromisso, perfil e competência atendam aos objetivos da Pastoral da Criança e em suas fichas apresentadas previamente para o conhecimento dos participantes da Assembleia, constem: Sua identificação, formação, experiência na Pastoral da Criança, disponibilidade de tempo, e forma de contrato pretendido. (Aprovado na Assembleia Geral de 2010)

Art. 41 – A Coordenação de Setor poderá criar Áreas, cujos coordenadores darão apoio e acompanharão o trabalho das coordenações dos Ramos. O número de Áreas não poderá ser superior a um terço do número de Ramos do Setor.
Parágrafo único: O coordenador de área, ouvidas as bases, será nomeado pelo Coordenador de Setor. Ele participa das assembleias do Setor do qual ele faz parte, com direito a voz.

Art. 42 – Os coordenadores da Pastoral da Criança terão os seguintes mandatos:
I – Nível comunitário: mandato de dois (2) anos, permitindo três (3) reconduções, totalizando oito (8) anos;
II – Nível de ramo: mandato de dois (2) anos, permitindo duas (2) reconduções, totalizando seis (6) anos;
III – Nível de grande metrópole: mandato de dois (2) anos, permitindo três (3) reconduções, totalizando oito (8) anos;
IV – Nível de setor: mandato de três (3) anos, permitindo uma (1) recondução, totalizando seis (6) anos;
V – Nível de estado: mandato de quatro (4) anos, permitindo uma (1) recondução, totalizando oito (8) anos;
Parágrafo único: o início do mandato dos coordenadores deve ocorrer em um prazo não inferior a 30 dias da Assembleia que indicou a lista tríplice, podendo ocorrer na data da ratificação pela autoridade eclesiástica, quando houver impedimento do coordenador anterior.

Art. 43 – Os coordenadores ou qualquer membro das coordenações podem ser destituídos de suas funções, se houver razão grave, pela mesma autoridade que os ratificou ou nomeou, depois de consultada a instância imediatamente superior.

Art. 44 – Participa ordinariamente, com direito à voz, na reunião de escolha dos coordenadores, o coordenador da instância imediatamente superior e a autoridade eclesiástica, ou representantes.

Art. 45 – No caso de vacância da coordenação, em qualquer nível e independente do motivo, a escolha do novo coordenador será feita no prazo de 30 dias.
Parágrafo único – Por solicitação da respectiva autoridade eclesiástica ou coordenador estadual este prazo poderá ser ampliado para 90 dias, devendo ser nomeado um coordenador interino por este prazo.

Art. 46 – Quanto à participação na política partidária:
I – sigam as orientações da própria Diocese;
II – quem se candidatar a cargo político eletivo não pode em sua campanha utilizar-se da Pastoral da Criança e seus recursos;
III – a partir da homologação da candidatura, o coordenador ou líder se licenciará de sua função;
IV – caso seja eleito, continua licenciado, podendo permanecer como membro da equipe se não houver inconveniência;
V – não sendo eleito e não havendo inconveniência, poderá reassumir sua função.

Para baixar LISTA TRÍPLICE DE PARÓQUIA - clique aqui.

Para baixar FICHA DE INSCRIÇÃO A LISTA TRÍPLICE - PARÓQUIA - clique aqui.

Para baixar ELEIÇÃO DO SUPLENTE DO COORDENADOR PAROQUIAL - clique aqui

Para baixar LISTA TRÍPLICE E RATIFICAÇÃO - SETOR clique aqui. 

Para baixar LISTA TRÍPLICE E RATIFICAÇÃO - DIOCESE clique aqui.

Para baixar FICHA DE INSCRIÇÃO A LISTA TRÍPLICE - DIOCESE clique aqui.

Para baixar ELEIÇÃO DO SUPLENTE DO COORDENADOR DE DIOCES/ESTADO clique aqui.


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