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O pré-natal é a melhor maneira de evitar algumas doenças que podem ocorrer durante a gravidez. Como essas doenças podem não apresentar qualquer sinal ou sintoma, é importante a gestante se prevenir realizando o pré-natal. Algumas dessas doenças são:

Tétano neonatal

O tétano neonatal (mal de sete dias) é uma infecção que ocorre pela contaminação do umbigo e que pode ser evitada pela vacina contra o tétano. Durante o pré-natal, a gestante deve ser orientada sobre essa vacina. Assim, além de se proteger contra essa doença, protege também a saúde de seu bebê.

As doses que a gestante vai receber dependem da situação vacinal em que ela se encontra, ou seja, se já tomou ou não alguma dose da vacina.

Vacina dTpa  (Tríplice bacteriana acelular do tipo adulto) – previne difteria, tétano e coqueluche.

Uma dose a cada gestação a partir da 20ª semana de gestação ou no puerpério (até 45 dias após o parto).

Vacina contra Tétano

Recomendações de acordo com algumas situações da gestante:

Situação da gestante: não vacinada 
Doses necessárias: 
receber três doses 
intervalo entre as aplicações:
60 dias, sendo a última dose aplicada 20 dias antes do parto

Situação da gestante: recebeu uma ou duas doses   
Doses necessárias:
completar as três doses  
intervalo entre as aplicações:
deixar a aplicação da terceira dose mais próxima da data do parto

Situação da gestante: recebeu três doses nos últimos 5 anos   
Doses necessárias:
não é necessário reforço

Situação da gestante: recebeu três doses há mais de 5 anos    
Doses necessárias: receber uma dose de reforço 

Sífilis

A sífilis é uma doença que passa através da relação sexual e é fácil de ser tratada. Mas quando não é tratada pode afetar gravemente a gestante e o bebê. No acompanhamento do pré-natal a gestante é orientada sobre o tratamento.

Caso o médico, pelo exame de sangue, verifique que a gestante tem sífilis, ele deve tratar também o companheiro da gestante.

Toxoplasmose

Também conhecida como “doença do gato”, a toxoplasmose pode ser transmitida por meio do contato com as fezes do gato (solo, areia, hortas) ou pela ingestão de alimentos crus que estejam contaminados. Se a mulher adquirir essa doença durante a gestação, ela transmite a infecção para o bebê, podendo provocar problemas cerebrais, problemas de visão, e até mesmo levar à prematuridade ou morte fetal.

Sendo assim, a gestante deve evitar comer alimentos crus em lugares que não tenha certeza de que estes foram bem higienizados. Pensar em alimentos crus nos lembra saladas e frutas, mas não podemos esquecer das carnes cruas ou mal passadas, que também são veículos dessa contaminação.

Portanto, durante os nove meses de gestação não custa redobrar os cuidados quando realizar a alimentação fora de casa, optando por saladas cozidas, frutas descascadas, carnes bem cozidas ou bem passadas.

Aids (Sida)

A Aids (Sida) é uma doença que ataca as defesas do corpo. Quando a doença é descoberta no início da gestação, é mais fácil fazer o tratamento e, assim, são grandes as chances de o bebê nascer sem o vírus causador da doença (HIV). Por isso, todas as gestantes devem realizar o exame para saber se têm o vírus HIV durante o pré-natal.



 
 
 
 

A mulher portadora do vírus HIV não deve amamentar, pois a doença pode contaminar seu bebê pelo leite materno.

A orientação de como alimentar o bebê deve ser feita pelo profissional do serviço de saúde.



 



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