O fortalecimento da autoestima da criança começa nas relações familiares, no aleitamento materno, e a partir de oportunidades de educação da criança, por meio do brincar, engatinhar, falar, cantar e andar em seus primeiros anos de vida. Além das visitas domiciliares e outros instrumentos de educação das famílias para os cuidados com as crianças, a ação "Brinquedos e Brincadeiras na Comunidade" acontece mensalmente na Celebração da Vida.

É bom lembrar que a autoestima é um sentimento importante para uma vida feliz. A pessoa pode ser abençoada com inteligência e talento, mas se carece de autoestima, este pode ser um obstáculo em ter sucesso no estudo, na convivência com as outras pessoas, na abertura para dialogar, na capacidade de perdoar, no empreededorismo, nas conquistas profissionais e praticamente em todas as áreas da vida.

A primeira infância pode ser considerada o alicerce para uma autoestima positiva, assim como o desenvolvimento de uma autoimagem alegre e feliz. A brincadeira de faz-de-conta responde a uma necessidade básica da criança: a de querer que os pais fiquem sempre junto dela. Mas as relações da criança com as pessoas e as coisas ao seu redor estão sempre mudando. Por volta dos dois anos, a criança já não tem os pais sempre por perto, como quando era menor, e procura trazê-los para junto de si, "fazendo de conta". 

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As crianças são mestres em usar a imaginação e o que podemos fazer de melhor por elas, é incentivá-las todos os dias. Uma ótima maneira de fazer isso é oferecer brinquedos mais lúdicos, como os que fizeram parte das nossas vidas e de nossos pais.

Um dos brinquedos que fez muito sucesso, e que ainda não desapareceu, é o cavalinho de pau. Com materiais simples, que todos nós temos em casa, como restos de madeira e cabo de vassoura, é possível fazer esse brinquedo tão incrível.

Esse cavalinho de madeira certamente já fez parte da infância de muitas pessoas, passando de geração em geração. Você terá a oportunidade de vivenciar essa brincadeira na exposição do Museu da Vida.

O símbolo dos Jogos Olímpicos é composto por cinco arcos entrelaçados, com as cores azul, amarelo, preto, verde e vermelho, sobre um fundo branco. Este foi originalmente concebido em 1913, pelo Barão Pierre de Coubertin, fundador dos Jogos Olímpicos modernos.

“O emblema foi escolhido para ilustrar e representar o Congresso Mundial de 1914: cinco anéis entrelaçados com cores diferentes" - azul, amarelo, preto, verde e vermelho - são colocados no campo em branco do papel. Esses cinco anéis representam as cinco partes do mundo, que agora são conquistados para Olimpismo e dispostas a aceitar uma concorrência saudável". 

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"Ao brincar, a criança assume papéis e aceita as regras próprias da brincadeira, executando, imaginariamente, arefas para as quais ainda não está apta ou não sente como agradáveis na realidade" (Vygotsky).

Brincar faz parte da infância e, embora pareça só diversão, é o momento em que a criança está se desenvolvendo. Sabemos que criança sempre procura um jeito de brincar. A criança que brinca eleva a autoestima e desenvolve sua autonomia. Alguns estudiosos do assunto dizem que a criança já nasce sabendo brincar e outros dizem que a criança aprende a brincar. Na Pastoral da Criança, aceitamos as duas opiniões: há um instinto que nasce com a pessoa para o brincar e também aprendemos as brincadeiras da cultura em que vivemos.

Para o bebê o primeiro “brinquedo” é o próprio corpo e o da mãe. Através da brincadeira, a criança ultrapassa a realidade, transformando­ através da imaginação. A brincadeira é uma das formas encontradas para expressar sentimentos e desejos. Os adultos podem estimular a imaginação das crianças, despertando ideias, questionando-­as e incentivando para que elas mesmas encontrem as soluções para os problemas que possam surgir.

Brincar com a criança reforça os laços afetivos e eleva o nível de interesse da criança pela brincadeira, estimulando ainda mais sua imaginação. Momentos para que as crianças possam brincar juntas, em liberdade vigiada e ao ar livre. É preciso que as comunidades se mobilizem e juntas consigam espaços apropriados para que nossas crianças possam brincar e aprender desde cedo a importância da organização, mobilização e sociabilização comunitária (Marcia Mamede).

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Nada para fazer? Que tal aproveitar o tempo para recriar um brinquedo do tempo da vovó, usando materiais reciclados? Além do tempo para brincar, os pequeninos vão se divertir com a montagem do brinquedo. Pura diversão! 

Os participantes da atividade devem segurar nas extremidades, nas argolas plásticas, dando impulso, ao abrir os braços, no objeto para a outra extremidade.

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No jogo básico, dois participantes seguram cada um uma ponta da corda, batendo-a em círculo e de forma ritmada, enquanto o terceiro integrante pula, assim que ela tocar o chão. Para deixar o jogo mais divertido, tanto o ritmo das batidas, quanto os pulos podem variar. Quanto maior o número de jogadores e mais rápido o ritmo, mais difícil fica, ainda mais se os pulos forem coreografados por cantigas como esta:

Um homem bateu em minha porta
E eu abri
Senhoras e senhores, ponham a mão no chão (o jogador pula e rapidamente abaixa e toca o chão)
Senhora e senhores, pulem num pé só (o jogador pula com um só pé)
Senhoras e senhores, deem uma rodadinha (o jogador pula e roda)
E vá pro olho da rua! (O jogador sai debaixo da corda) 

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Além de muitas outras brincadeiras no Museu da vida podemos  descobrir muitas outras brincadeiras, como a brincadeira de 5 marias conhecida também

Existem várias formas para brincar com esse jogo. Todas exigem muita agilidade e velocidade dos participantes. Uma das mais comuns é o jogador lançar todas as ‘marias’ para o alto e deixá-las onde caírem. Ele escolhe uma das ‘marias’, lançando-a novamente para cima. Enquanto isso, deve recolher outro saquinho do chão e, com a mesma mão, apanhar o que foi lançado ainda no ar.

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De 5 a 21 de agosto de 2016, 10.500 atletas de 206 países competirão em terras brasileiras, na cidade do Rio de Janeiro, envolvendo 42 esportes. A realização de uma Olimpíada transforma rotinas de trabalho, economia, transporte, comércio, turismo, entre tantos setores da sociedade que se mobilizam. Muitas pessoas organizam torcidas, vestem as cores de suas nações e se reúnem para assistir às provas. Mas nem sempre o clima é de festa. Um evento deste porte também é alvo de críticas, especialmente sobre os altos custos.

Os preparativos para as Olimpíadas no Rio de Janeiro começaram muito antes deste ano. Foram planejadas obras e mais obras, para preparar 32 locais de competição, além de melhorias de transporte e outras questões de infraestrutura. O planejamento de gastos inclui recursos de patrocinadores, parcerias público-privadas, do Comitê Olímpico Internacional, dos governos federal, estadual e municipal, bem como o valor recebido com a venda de ingressos – somando mais de 39 bilhões de reais.

Se por um lado, a população não pôde participar das decisões relativas à organização do evento e à aplicação de recursos, por outro, pode ficar atenta ao que será feito dos espaços construídos ou reformados, por exemplo. No site do Comitê Rio 2016, que organiza as Olimpíadas no Brasil, é possível visualizar o que já está sendo realizado em termos de sustentabilidade e o que ficará de benefício à população.

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Em um teste de força, os atletas levantam até três vezes o seu peso corporal. O esporte, que estreou em Atenas 1896, conta com a participação das mulheres desde Sydney 2000. No Rio 2016, estão em disputa oito categorias masculinas e sete femininas.


O russo Aleksey Lovchev é o homem mais forte do esporte olímpico mundial. Campeão do mundo 2015 na categoria acima de 105kg do levantamento de peso. Na competição realizada em Houston, nos Estados Unidos, ele conseguiu um total de 475kg, 211kg no arranco e 264kg no arremesso, e garantiu a medalha de ouro.

 

Sem o critério de atletas defendendo seus respectivos países, inicialmente o cabo de guerra era disputado por clubes, tornando possível a um mesmo país conquistar mais de uma medalha. Isso aconteceu em 1904, quando os Estados Unidos conquistaram os três primeiros lugares, e em 1908, quando o pódio foi ocupado apenas por equipes britânicas. Apenas homens participaram na modalidade.

 

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O jogo de damas, surgiu na Europa medieval, sem que se possa precisar local e data. É descendente do Alquerque (jogo que tem Trilha como uma de suas variantes), de quem herdou a captura ao pular uma peça do adversário. O jogo também recebeu elementos do xadrez, como o tabuleiro, a promoção de peças ao alcançar a última linha e talvez o próprio nome.

Assim com a maioria dos grandes jogos tradicionais, Damas não é simplesmente um jogo, mas uma família de jogos aparentados que apresentam variações históricas e regionais. Diferentemente de muitos outros, porém, é um jogo de desenvolvimento puramente europeu, embora tenha se difundido pelo globo como consequência da expansão européia. Não há uma forma única do jogo estabelecida como padrão internacional.

(SELAM - Secretaria de Esportes, Lazer e Atividades Motoras)

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Passe um tempo com seus amigos jogando o jogo da velha, diversão rápida e garantida! Escolha o modo de jogo, e divirta-se com esse clássico.

Normalmente os avós gostam de ensinar aos netos, para ser o vencedor você deverá formar uma linha de três com o seu símbolo, pode ser na horizontal, vertical ou diagonal.

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O Jogo Trilha ou Jogo do Moinho é um tradicional e antigo jogo de tabuleiro. O tabuleiro consiste em três quadrados conectados entre si. Cada jogador escolhe uma cor e dispõe de nove peças, que são colocadas alternadamente nas posições de suas preferências.

O objetivo do jogo é remover as peças inimigas até que restem no máximo duas. Cada vez que um jogador forma uma linha horizontal ou vertical com três de suas peças (um “moinho”) sobre o tabuleiro, tem o direito de escolher uma peça inimiga para remover, desde que essa peça não faça parte de um moinho inimigo.

O jogo começa com o tabuleiro vazio. Os jogadores se alternam colocando peças sobre interseções vagas. Depois que todas as dezoito peças tenham sido colocadas, os jogadores movem peças por turnos. Um movimento consiste em deslizar uma peça ao longo de uma das linhas do tabuleiro para uma outra intersecção adjacente.

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Hoje, mais do que nunca, precisamos resgatar brincadeiras e jogos em família. Brincar juntos pode ser vital para o sucesso de uma convivência saudável em família. Participar de jogos, brincadeiras livres e outros passatempos ajudará a promover a interação, a socialização e conversação, facilitando até para os familiares mais tímidos se envolverem e usarem seus talentos de um jeito mais simples, curioso e criativo. A criança desenvolvesse pela experiência social, nas interações que estabelece, desde cedo, com a experiência dos adultos e do mundo por eles criado.

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O brincar e as OlimpiadasPula, corre, joga bola. Descansa. Corre de novo, cria uma história. Salta um obstáculo. As crianças têm uma imaginação fértil, são capazes de criar uma história e brincadeiras a partir de poucos objetos, ou mesmo em um espaço pequeno. Faltando poucos dias para o início das Olimpíadas no Rio de Janeiro, no dia 5 de agosto, o sonho de tornar-se um jogador de futebol, uma jogadora de basquete ou participar de uma prova de ciclismo não parece tão distante.

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mascotes olimpicos rio 2016

De quatro em quatro anos, atletas de todos os continentes se encontram para a maior competição esportiva de que se tem notícia: os Jogos Olímpicos. Mais do que um clima de disputa, o espírito olímpico envolve interação pacífica entre os povos, superação de limites, trabalho em equipe, cuidados com o corpo e a alimentação, além de um dos melhores ensinamentos do esporte: mais importante do que ganhar ou perder é participar, dando o melhor de si. 

Os jogos Olímpicos da nossa era começaram há 120 anos, em Atenas. Mas a humanidade os pratica pelo menos desde 776 A.C.,quando em Olímpia na mesma Grécia, realizou-se uma corrida a pé. Na forma atual, as Olimpíadas se realizam a cada 4 anos e variam de cidades-sedes, ampliando as modalidades. O francês Barão de Coubertin, seu idealizador, entusiasta da Educação Física, cunhou frase para o espírito de confraternização entre os povos: “o importante não é vencer, mas competir, e com dignidade”. Neste ano, pela primeira vez o Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, sedia o evento internacional. A esperança é de que ele deixe um legado de incentivo aos esportes nas nossas escolas, através de políticas públicas. E de obras que tenham de fato, utilidade social permanente.

Chico Alencar, autor de Cântico das criaturas, ecologia e juventude do mundo, Ed. Vozes

 

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