Quem atua na Pastoral da Criança e pretende candidatar-se a um cargo público, deve se afastar das atividades de visita, celebração da vida e reuniões da Pastoral da Criança por um período de três meses antes da votação nas eleições, segundo o regimento. Essa regra garante a liberdade de escolha e a independência para os candidatos, como também para os integrantes da Pastoral da Criança.

A orientação é que se evite qualquer uso da Pastoral da Criança como apoio eleitoral. Muitas lideranças trabalham nos comitês eleitorais nas eleições. Nestes casos o regimento não pede afastamento formal, mas é preciso dialogar com a coordenação e lideres locais para avaliar como proceder para não prejudicar ou causar rupturas no trabalho da Pastoral da Criança durante neste período.  Encontre mais informações sobre a Pastoral da Criança nas Eleições no item Convocação aos Candidatos