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Video msg 06.08Nesta semana, o Evangelho nos conta sobre a última viagem de Jesus a Jerusalém, quando um jovem muito rico e importante se aproximou de Cristo e perguntou uma das questões mais importantes, que todos nós nos fazemos em nossa vida cristã.

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Situada no América Central, a Guatemala tem sua história marcada pela civilização maia e pela colonização espanhola. O país que se tornou independente em 1821, é um dos mais pobres do continente americano. Com uma população de mais de 16 milhões de habitantes, dos quais 90% são cristãos, a Guatemala tem o espanhol como língua oficial. Mas, grande parte dos habitantes das áreas rurais guatemaltecas falam um dos outros 23 idiomas existentes no país, entre eles o maia.

guatemala bandeiraA Pastoral da Criança está presente em:

6 dioceses da Guatemala
conta com 283 líderes
acompanham 1.933 crianças
65 gestantes
1.392 famílias.

A Guatemala foi beneficiada pela campanha Pequenos Reis Magos em 2016.

Confira a entrevista com Monseñor Ángel, da Guatemala:

1343 prevencao ao uso de drogas cpf

Foto: SXC / Freepik.com

De acordo com o Relatório do Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime (UNODC), 29 milhões de pessoas são dependentes de drogas no mundo e sofrem algum tipo de transtorno por conta disso.

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1340 vacinas cpf

Foto: Dfuhlert

Seja por meio da gotinha ou de uma rápida espetadinha, as vacinas tem como objetivo assegurar que o nosso organismo está protegido contra doenças infecciosas, causadas por microorganismos. Por isso, quando uma criança nasce, ela recebe, ainda na maternidade, as primeiras doses e uma carteira de vacinação, com todas as informações das doses que já tomou e o período em que deverão ser aplicadas novas vacinas e reforços.

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1312 superacao do cancer entrevista

Foto: Daviles | Freepik

O câncer é uma doença multifatorial, o que significa que diversos são os aspectos que podem favorecer o seu desenvolvimento. Embora a doença apareça com maior incidência em pessoas com idade avançada, algumas formas de câncer podem ocorrer entre crianças, jovens e adultos.

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Inspirada pelos mais de 20 anos do programa de rádio Viva a Vida, produzido pela Pastoral da Criança, a direção da TV Evangelizar convidou a instituição para ampliar seu alcance no compartilhamento de informações, a partir de um programa de televisão. O objetivo é compartilhar com as famílias o conhecimento da Pastoral da Criança, a partir de orientações de saúde, nutrição, educação e cidadania, com especial enfoque nos períodos da gestação e primeira infância.

Para isso, a proposta é divulgar as ações e campanhas da Pastoral da Criança, incluindo exemplos de histórias e resultados; apresentar informações atualizadas sobre os temas abordados pela entidade; dar espaço para as crianças se expressarem; e incentivar mais pessoas a se tornarem voluntárias e apoiadoras da causa.

Em comemoração aos 33 anos da criação da Pastoral da Criança, o primeiro programa foi transmitido no mês de setembro de 2016, apresentando o histórico da iniciativa e lembranças da fundadora, Dra. Zilda Arns Neumann.

A veiculação acontece no último sábado de cada mês, às 16h30. Os espectadores podem assistir ao programa pelos canais da Rede Evangelizar e também pela internet. Confira a lista de canais.

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Aprender a Viver Juntos

Seção 4

70

Compartilhar fotografias

Objetivo:

 Motivar os participantes para que aprendam mais sobre a realidade do mundo pedindo-

lhes que o descrevam.

Resultado:

 Os participantes refletem sobre sua visão do mundo e sobre o que acontece quando as 

pessoas não conseguem se entender.

Material:

 Vários jornais e revistas velhos, tesoura e cola, aproximadamente dois metros ou mais de 

papel ou tecido (o verso de um rolo de papel de parede ou alguns lençóis velhos unidos podem servir), 
canetas ou canetinhas coloridas, sprays coloridos não-tóxicos.

Atividade

Coloque o pedaço de papel ou tecido na parede. Com uma canetinha preta, desenhe tijolos e outros 
detalhes no papel para que pareça um muro de rua.

Distribua  as  revistas  e  jornais  entre  os  participantes  e  peça-lhes  para  elaborarem  uma  colagem  de 
como veem o mundo. Eles podem usar palavras, imagens, desenhar a si mesmos, fazer grafitagem – 
qualquer coisa que, na sua opinião, reflita a realidade do mundo. Conceda 45 a 60 minutos para essa 
atividade e permita que trabalhem sozinhos, juntos ou em duplas.

Quando tiverem terminado a colagem, peça que a contemplem por alguns minutos.

Faça aos participantes perguntas como as seguintes:

>  É neste mundo que você quer viver?
>  É este mundo que você deseja deixar para seus filhos?
>  Quem fez com que o mundo fosse assim?
>  Quais são as causas dos eventos mostrados no muro?
>  Poderíamos tomar as boas ações que aparecem no muro e reproduzi-las nos lugares em que há 

violência e injustiça?

>  Somos responsáveis pelo que acontece no mundo?

Permita  que  a  discussão  leve  a  um  compartilhamento  de  experiências,  com  os  participantes 
descrevendo mais detalhadamente a realidade que experimentam em suas próprias sociedades.

Diga-lhes que isso não é mais que uma parte de sua jornada e convide-os a pensar sobre algo que 
possam fazer para ajudar a melhorar a situação.

Você pode finalizar a atividade acendendo uma vela e fazendo uma oração pela paz no mundo, se 
considerar apropriado, ou cantando uma canção pela paz.

Peça aos participantes que escrevam sobre essa atividade em seus 
Cadernos de Aprendizagem

 

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Aprender a Viver Juntos

Seção 4

69

Sua silhueta é a minha

Objetivo:

 Ajudar os participantes a compreender e valorizar os pontos de vista de outras pessoas por 

meio do uso de silhuetas.

Resultado:

  Os  participantes  aprendem  sobre  os  “outros”  ao  compreender  seus  sentimentos.  Os 

participantes refletem sobre como os “outros” agem ou por que pensam de uma determinada maneira.

Material:

 Folhas de papel suficientemente grandes para desenhar um corpo humano (você pode usar 

várias folhas de papel, o verso de um rolo de papel de parede ou algo similar), canetas ou canetinhas 
coloridas, música suave.

Atividade

Divida  os  participantes  em  duplas  e  explique-lhes  que  para  esta  atividade  deverão  trabalhar  em 
parceria. Dê a cada participante uma folha de papel com as dimensões do corpo. Peça que coloquem 
o papel no chão e que cada um trace a silhueta do outro.

Quando terminarem de desenhar as silhuetas, peça a cada participante que escreva em sua própria 
silhueta as seguintes informações:

Na cabeça: 

um pensamento

No peito (o coração): 

um sentimento

No estômago: 

uma necessidade

Nas mãos: 

um desejo de fazer algo

Nas pernas: 

uma atividade agradável ou prazerosa

Quando todos terminarem essa tarefa, peça aos participantes que compartilhem as informações com 
seus parceiros, descrevendo os pensamentos, sentimentos, necessidades, desejos ou as atividades de 
que gostam, sem explicar por quê.

Tendo compartilhado o que escreveram em suas silhuetas, peça que cada um se deite na silhueta do 
outro, feche os olhos e imagine que é a outra pessoa. Você pode colocar um pouco de música suave e 
iniciar a reflexão pedindo aos participantes que “abandonem sua mente e tentem penetrar na mente 
de seu parceiro”, que tentem pensar o que o outro pensa, sentir suas necessidades, desejar o que o 
outro deseja e imaginar-se fazendo as atividades de que ele gosta.

Ao final, conceda cinco minutos para que todos reflitam em silêncio sobre o que significa colocar-se 
no lugar do outro. Você pode finalizar a atividade pedindo aos participantes que se abracem como 
mostra de compreensão mútua.

Peça aos participantes que escrevam sobre essa atividade em seus 
Cadernos de Aprendizagem